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Confiança empresarial cai ao menor nível desde novembro de 2017

Recuo pelo 2º mês seguido é influenciado pela insatisfação com o ritmo lento da economia, as incertezas políticas e as piores perspectivas para o cenário externo, segundo a FGV.

Por G1

29/05/2018 08h37 Atualizado há menos de 1 minuto

O Índice de Confiança Empresarial, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,6 ponto em maio, para 92,8 pontos, o menor nível desde novembro de 2017 (92,1 pontos).

Depois de ficar estável no início do ano, a confiança empresarial recua pelo segundo mês seguido, sob influência da insatisfação com o ritmo lento da economia, as incertezas políticas e as piores perspectivas para o cenário externo”, diz Aloisio Campelo Jr., superintendente de Estatísticas Públicas do FGV IBRE.

Segundo ele, a coleta de informações encerrou-se em 23 de maio, não dando tempo para captar os efeitos da greve dos caminhoneiros. Mas Campelo afirma ser possível que os desdobramentos econômicos e políticos desses protestos levem a uma piora das expectativas em junho.

O Índice de Confiança Empresarial consolida os índices de confiança dos quatro setores: indústria, serviços, comércio e construção.

O subíndice da situação atual permaneceu estável no mês, em 90,3 pontos, interrompendo a sequência de 16 altas consecutivas. Já o índice de expectativas caiu 0,9 ponto, para 97,4 pontos, menor nível desde dezembro (97,4 pontos).

A confiança recuou nos setores do comércio (-4,1 pontos) e serviços (-2,4 pontos) e permaneceu praticamente constante na indústria e na construção. Os setores do comércio e serviços contribuíram igualmente (50% cada) para a queda do índice. Em maio, houve alta da confiança em 47% dos 49 segmentos que integram o índice.

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Confiança do comércio cai e retorna ao nível de novembro de 2017

Para coordenador da FGV, após as altas consistentes no começo do ano, a queda em maio sinaliza que o setor já percebe uma desaceleração no ritmo de crescimento das vendas.

Por G1

24/05/2018 09h41 Atualizado há menos de 1 minuto

O índice de confiança do comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 4,1 pontos em maio, ao passar de 96,7 para 92,6 pontos, retornando ao mesmo nível de novembro de 2017.

Para Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE, após as altas consistentes no começo do ano, a queda em maio sinaliza que o setor já percebe uma desaceleração no ritmo de crescimento das vendas.

Chama atenção, por exemplo, o fato de que pela primeira vez no ano a confiança do resiliente segmento de duráveis também recuou no mês. A queda da percepção atual sugere que a recuperação das vendas deve continuar de forma gradual e sujeita a tropeços ao longo do ano.”, avalia

Em maio, 11 dos 13 segmentos pesquisados recuaram. O Índice de Situação Atual caiu 4,7 pontos, registrando 89,4, menor nível desde janeiro (88 pontos). Já o Índice de Expectativas caiu 3,2 pontos para 96,2 pontos, menor valor desde setembro de 2017 (95,6 pontos).

Piora da percepção atual disseminada

Após quatro meses de altas consecutivas, a satisfação do setor comercial diminuiu no mês e também em médias móveis trimestrais.

O resultado negativo atingiu tanto os segmentos de revendedores de bens duráveis quanto de bens não duráveis, que vinha apresentando uma recuperação mais tímida nos últimos meses.

A novidade negativa em maio foi a queda do índice de situação atual de duráveis, que vinha apresentando uma recuperação mais consistente influenciada, principalmente, pela redução das taxas de juros e pela fraca base de comparação, segundo a FGV.

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Resultado foi o segundo melhor para o mês, inferior apenas ao saldo positivo de US$ 6,963 bilhões de abril de 2017

Eduardo Rodrigues, O Estado de S.Paulo

02 Maio 2018 | 15h49

BRASÍLIA-   Mesmo com queda nas exportações e aumento nas importações, a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 6,142 bilhões em abril, de acordo com dados divulgados na quarta-feira, 02, pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

O resultado foi o segundo melhor para o mês na série histórica (iniciada em 1989), só atrás do saldo positivo de US$ 6,963 bilhões de abril de 2017.

As exportações no mês passado somaram US$ 19,932 bilhões, uma queda de 3,4% na média diária em relação ao mesmo mês do ano passado. Já as importações cresceram 10,3% na mesma comparação, totalizando US$ 13,790 bilhões em abril. 

O diretor de estatísticas e apoio às exportações do MDIC, Herlon Brandão, explicou que a queda média diária das exportações de abril em relação ao mesmo mês do ano passado foi causada, em parte, pela menor quantidade de dias úteis. “Além disso, a safra de soja está sendo escoada mais cedo este ano. Em abril de 2017, foram embarcadas 10,4 milhões de toneladas ante 10,26 milhões de toneladas no mês passado”, destacou.

Brandão citou ainda a queda de 15% no preço do minério de ferro ante abril de 2017, mas ponderou que o preço do produto vem se recuperando ao longo dos últimos meses. “Há também queda na exportação de açúcar em bruto pelo aumento da oferta mundial, e por isso há inclusive uma tendência de aumento da produção de etanol.”

Por outro lado, o aumento do preço internacional do barril de petróleo mais que compensou a redução do volume exportado pelo Brasil de janeiro a abril deste ano. No primeiro quadrimestre, a quantidade exportada de petróleo em bruto caiu 7%, mas o preço subiu 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado, o que resultou em aumento de 24,2% no valor vendido. 

Pelo lado das importações, ele afirmou que em abril continuou a trajetória de crescimento das compras do exterior, puxada pelo aquecimento da atividade econômica. Mas a valorização do dólar, encarecendo as compras, traz dúvidas se a entrada de importados no Brasil manterá a cadência nos próximos meses, diz o economista da Tendências Silvio Campos Neto.

Espera-se que as importações cresçam mais. Mas agora temos de começar a avaliar que impacto poderá acontecer nas importações se essa mudança na taxa de câmbio for definitiva. Pode haver uma moderação no ritmo de importação", afirma o analista.

No ano, o superávit comercial soma US$ 20,090 bilhões. Em 2017, o resultado nos quatro primeiros meses do ano foi positivo em US$ 21,365 bilhões. /COLABOROU EDUARDO LAGUNA

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Gasto do governo com pessoal em 2017 se aproxima do teto e é o maior desde a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal

Segundo o governo, despesa com pessoal somou 41,8% das receitas correntes líquidas no ano passado. Em vigor desde 2000, LRF limita esse gasto a 50% das receitas.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

16/04/2018 06h00 Atualizado há 3 horas

Os gastos do governo com pessoal vêm crescendo nos últimos anos e se aproximam do limite fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), apontam dados do Ministério do Planejamento.

Essas despesas da União atingiram, em 2017, 41,8% da chamada receita corrente líquida (RCL), que é a soma das receitas tributárias de um governo, descontados os valores das transferências constitucionais. Trata-se do percentual mais alto desde a criação da LRF, em 2000. Para se ter uma ideia, em 2012 esse gasto equivalia a 30% da RCL (veja gráfico abaixo).

A Lei de Responsabilidade fiscal estabelece que a União não pode gastar com pessoal mais do que 50% da RCL. Se esse limite for atingido, a lei prevê uma série restrições e medidas, como a proibição de reajuste de salários e até a demissão de servidores.

O gasto com pessoal é aquele feito pelo governo para o pagamento de salários e de benefícios previdenciários, como aposentadorias, a servidores públicos.

Especialistas ouvidos pelo G1 apontam que esse aumento está relacionado com a crise econômica, que levou à queda na arrecadação do governo, mas que os indicadores devem melhor daqui pra frente, com o fim da recessão. (leia mais abaixo)

Em 2017, o gasto com pessoal do governo federal foi de R$ 288,773 bilhões. Para este ano, a previsão é de que fique em R$ 302,55 bilhões. E a estimativa do governo é que o valor chegue a R$ 335,338 bilhões em 2021.

Se considerada toda a série história do Planejamento, a depesa do ano passado, que atingiu 41,8% da Receita Corrente Liquida, também é o maior desde 1998 (42,7%), ou seja, em 19 anos.

Embora seja o maior desde a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal na proporção com a receita corrente líquida, o gasto já foi mais alto quando comparado com o Produto Interno Bruto (PIB). No ano passado, somou 4,3% do PIB, o mais alto desde 2009 (quando foi de 4,6% do PIB).

Governo tenta conter avanço

Para tentar controlar essas despesas, o governo já anunciou algumas providências, como o início de um Plano de Demissão Voluntária (PDV) para servidores públicos, a possibilidade de eles requisitarem licença sem remuneração por até três anos consecutivos (prorrogáveis por igual período), e de optarem por uma jornada reduzida de trabalho, com corte proporcional do salário.

Além disso, o governo federal passou a registringir novas contratações. A realização de concursos públicos, que estava suspensa desde 2016 em razão da piora nas contas públicas, está sendo retomada neste ano, mas apenas para preencher vagas abertas pela saída servidores.

Na divulgação do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2019, na última quinta-feira (12), o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, afirmou que a realização de novos concursos continuará, no próximo ano, limitada à "vacância" (servidores que deixaram o setor público) no ano de 2017.

"Na proposta da LOA [lei orçamentária anual, a ser encaminhada ao Congresso Nacional até agosto deste ano], a gente vai ver qual é o espaço orçamentário que tem efetivamente para fazer concursos. Na LOA, deve ter um limite menor do que esse [vacância em 2017]", declarou Colnago.

Ministro do Planejamento, Esteves Colnago, diz que concursos públicos vão preencher vagas abertas com a saída de servidores. (Foto: Divulgação/Ministério do Planejamento)

Números do governo mostram que, até 2027, quase 40% dos servidores públicos do Executivo Federal, cerca de 216 mil trabalhadores, devem se aposentar.

Entretanto, de acordo com integrantes da área econômica, nem todas as aposentadorias serão repostas com novas contratações por conta do teto de gastos e, também, devido ao uso de novas tecnologias - que diminuem a necessidade de contratações. O governo está desenvolvendo um sistema informatizado para dimensionar a necessidade de servidores.

Crise e crescimento da folha salarial

O economista José Roberto Afonso, pesquisador do IBRE/FGV e professor do IDP, foi coordenador da equipe técnica que preparou o projeto do governo da LRF em 1998 e 1999. De acordo com ele, o aumento do gastos com pessoal nos últimos anos, em relação à receita corrente líquida, está relacionado ao forte crescimento da folha salarial do governo, aliado à uma queda da arrecadação - fruto da recessão econômica.

"A evolução passada é em boa parte compreensível. O problema foi o governo não acreditar em sua própria política econômica, pois, diante da expectativa de queda de inflação, concedeu reajustes salariais expressivos", declarou ao G1.

Ele disse, porém, que esse cenário não preocupa pois, com fim da recessão, a arrecadação do governo deve melhorar e, a relação entre o gasto com pessoal e a RCL, cair . Além disso, apontou ele, o governo não deve "repetir o erro de conceder aumentos salariais muito expressivos" aos servidores.

Afonso também recomendou que se regulamente parte da Constituição que prevê avaliação de servidores e demissão dos reprovados, além de aumento da alíquota previdenciária do funcionalismo.

O especialista em contas públicas, Raul Velloso, concorda que o forte aumento das despesas com pessoal, em relação à receita corrente líquida, está relacionada com a queda da arrecadação do governo e que esse indicador tende a parar de piorar e evoluir para um número "que pode não ser complicado" com a retomada do crescimento econômico.

"Dentro do gasto com pessoal, inclui gastos com aposentados, que têm de ter um tratamento em separado. Ao incluir o gasto com aposentados, mistura com a contratação um problema que não tem nada a ver com a gestão de pessoal, e que está sendo alvo de tentativas de ajustamento", disse ele, se referindo à proposta do governo para a Previdência, que inclui mudanças nas aposentadorias dos servidores públicos.

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Segunda, 02 Abril 2018 11:07

RESULTADOS DIVULGADOS: 4º TRIMESTRE 2017

Confira os Resultados divulgados do 4º TRIMESTRE 2017. Clique aqui para realizar o download da planilha.

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Quarta, 21 Março 2018 11:48

RESULTADOS DIVULGADOS: 4º TRIMESTRE 2017

Confira os Resultados divulgados do 4º TRIMESTRE 2017. Clique aqui para realizar o download da planilha.

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Caixa vai reter lucro de 2017 para reforçar capital e emprestar mais
Banco vai divulgar nos próximos dias um lucro de mais de R$ 10 bi, que será retido para evitar o descumprimento de regras internacionais que limitam a concessão de novos empréstimos

Fernando Nakagawa, O Estado de S.Paulo
20 Março 2018 | 05h00
BRASÍLIA - Depois de perder a liderança para concorrentes em áreas como a de financiamento imobiliário, a Caixa deve ficar com todo o lucro de 2017 – mais de R$ 10 bilhões – para retomar o fôlego no mercado de crédito. Por lei, o banco tem de repassar 25% do resultado para o Tesouro Nacional, mas será liberado dessa obrigação neste ano. Segundo informações preliminares do balanço da Caixa obtidas pelo Estadão/Broadcast, o volume de empréstimos, que já cresceu a um ritmo de 40% ao ano, deve fechar 2017 bem perto do mesmo patamar do ano anterior.
Embora esteja prestes a divulgar, nos próximos dias, um lucro recorde, o banco estatal enfrenta uma limitação para ampliar os empréstimos, porque está perto de descumprir normas internacionais que exigem mais capital próprio para fazer frente ao risco de perdas nas operações de crédito. A direção do banco está encarando o resultado do ano passado como uma boia de salvação para equacionar o problema da falta de capital. O resultado será superior ao recorde anterior, de R$ 7,3 bilhões em 2015.
Mesmo tendo lucro nos últimos anos, a Caixa sempre repassou boa parte dele ao Tesouro Nacional na forma de dividendos. Em 2016, por exemplo, foram transferidos R$ 4,1 bilhões. Mas, diante da necessidade de capital, o banco pediu para ficar com a totalidade do resultado, como antecipou o Estadão/Broadcast. O governo agora sinaliza que abrirá mão dos dividendos. Nessa operação, a Caixa deve transferir 25% do lucro ao governo que devolveria em seguida em uma operação de capitalização.
Para solucionar o problema de capital, a instituição tentou tomar R$ 15 bilhões emprestados em polêmica operação com o FGTS. A operação foi abortada e, sem capital novo, o banco empresta cada vez menos.
Em um evento no Rio de Janeiro ontem, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, prometeu que o banco reduzirá o juro do financiamento habitacional ainda este mês. A iniciativa já faz parte do plano de reação, cujo principal ponto é ter mais dinheiro para emprestar. Occhi disse que o banco terá R$ 82,1 bilhões para o setor imobiliário neste ano. O valor é um pouco superior ao do ano passado (R$ 80,9 bilhões), mas bem inferior ao de 2016 (R$ 93,7 bilhões).
Longe da liderança. A Caixa quer reverter uma situação inédita: com a crise, o banco já não é mais líder no financiamento imobiliário. Em dezembro de 2017, a Caixa ocupou um modesto quarto lugar no ranking dos que mais financiaram imóveis com recursos da poupança. Foram R$ 470,4 milhões, 85% menos que um ano antes.
Com esse tombo, a Caixa ficou com um terço do tamanho do Itaú Unibanco naquele mês, que financiou R$ 1,2 bilhão e liderou o ranking da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Em janeiro de 2018, o tombo da Caixa foi um pouco menos dolorido: foram financiados R$ 749,7 milhões, queda de 31% na comparação com 2017. Com a queda um pouco menor, o banco federal ficou em terceiro lugar no ranking dos maiores do crédito imobiliário. No mês, Bradesco liderou o volume de crédito e foi seguido pelo Santander. Procurada, a Caixa Econômica Federal informou que o resultado do banco será divulgado nos próximos dias e não comenta planos sobre a capitalização da instituição. / COLABOROU IGOR GADELHA

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Petrobras tem prejuízo de R$ 446 milhões em 2017, no 4º ano seguido de perdas

O resultado da empresa de 2017 foi afetado pelo acordo para encerrar processos judiciais movidos por investidores nos EUA, que custou R$ 11,2 bilhões

Por Marina Gazzoni, G1

15/03/2018 08h39 Atualizado há menos de 1 minuto

A Petrobras teve prejuízo líquido de R$ 446 milhões em 2017, no quarto ano consecutivo de perdas. O resultado da empresa foi afetado pelo acordo fechado pela companhia para encerrar processos judiciais movidos por investidores nos Estados Unidos, que gerou uma despesa extraordinária de R$ 11,2 bilhões, e pela adesão a programas de regularização fiscal.

"Durante o ano de 2017, com o objetivo de eliminar riscos e incertezas no contencioso, a Companhia assinou acordo para encerrar a Class Action, no valor de R$ 11.198 milhões (considerando impostos), e aderiu a quatro programas de regularização de débitos federais, que afetaram o resultado da companhia, gerando prejuízo de R$ 446 milhões, além de redução no EBITDA Ajustado, de R$ 88.693 milhões para R$ 76.557 milhões", disse a companhia em relatório de divulgação de resultados divulgado nesta quinta-feira (15).

Em 2016, a Petrobras teve prejuízo líquido de R$ 14,824 bilhões, puxado principalmente por baixas contábeis que reduziram sua avaliação de ativos.

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Terça, 13 Março 2018 11:13

RESULTADOS DIVULGADOS: 4º TRIMESTRE 2017

Confira os Resultados divulgados do 4º TRIMESTRE 2017. Clique aqui para realizar o Download da planilha.

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Após dois anos, comércio volta a crescer e fecha 2017 em alta de 2%

Resultado foi influenciado pelo aumento das vendas de móveis e eletrodomésticos, segundo o IBGE.

Por G1

09/02/2018 09h00 Atualizado há menos de 1 minuto

O comércio varejista brasileiro cresceu 2% em 2017, após dois anos de fortes quedas. O resultado foi influenciado pelas vendas de móveis e eletrodomésticos, que voltaram a aumentar com a queda das taxas de juros. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9).

O setor de hipermercados também vendeu mais em 2017, 1,4%, e ajudou o varejo brasileiro a dar sinais de recuperação.

Apesar do avanço, o IBGE pondera que que ainda é cedo para falar em recuperação total. “2017 rompe um período de dois anos de queda nas vendas nacionais, mas ainda está longe de recuperar a perda de 10,2% acumulada nesse período”, disse Isabella Nunes, gerente da pesquisa do IBGE.

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