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Segunda, 30 Julho 2018 12:00

INFORMATIVO DE AÇÕES SEMANAL

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Vale anuncia dividendos de R$ 7,7 bilhões e programa de recompra de ações de R$ 1 bilhão

Valor da remuneração equivale a cerca de R$ 1,48 por ação e será dividida em dividendos e juros sobre capital próprio

 

Infomoney, 

SÃO PAULO - Junto com seu balanço divulgado nesta quarta-feira (25), a Vale (VALE3) anunciou o pagamento de remuneração aos acionistas no valor total de R$ 7,694 bilhões, o equivale a R$ 1,480361544 por ação.

 

Deste valor, R$ 6,801 bilhões serão na forma de juros sobre capital próprio e R$ 892,645 milhões na forma de dividendos. Esta é a primeira distribuição baseada na nova Política de Remuneração aos Acionistas, que tem nova fórmula de cálculo. O pagamento ocorre em 20 de setembro.

Além disso, o Conselho de Administração da empresa aprovou um programa de recompra de ações no valor de US$ 1 bilhão, “refletindo a confiança dos administradores de que recomprar as próprias ações da Vale é um dos melhores investimentos para os recursos excedentes da companhia". O programa terá a duração de até 365 dias.

No programa Be-a-bá da Bolsa, Karel Luketic, analista-chefe da XP Investimentos, afirmou que "a Vale está às vésperas do maior ciclo de dividendos da história da companhia". Ele explicou que o ótimo pagamento de dividendos deve durar alguns anos e que vai trazer "um retorno expressivo para os acionistas".

Este cenário, porém, não acontecerá em um mês, mas de forma gradual, ao longo dos trimestres. "Eu acho que aos poucos isso vai sendo precificado; é uma história de 2018 para 2019", disse.

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Sexta, 20 Julho 2018 12:39

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Petrobras pode perder R$ 15 bi com ação trabalhista

Processo aberto pelos trabalhadores será julgado na quinta-feira no Tribunal Superior do Trabalho; estatal ainda pode recorrer ao STF

Fernando Nakagawa, O Estado de S.Paulo

19 Junho 2018 | 04h00

BRASÍLIA- A maior ação trabalhista da história Petrobrás será julgada na quinta-feira no plenário Tribunal Superior do Trabalho (TST). Se a empresa perder, terá de desembolsar mais de R$ 15 bilhões e a folha de pagamento ainda aumentará em até R$ 2 bilhões por ano. 

Aberto pelos trabalhadores, o processo pede recálculo de um acordo coletivo de 2007 que concedeu adicionais ao salário, como trabalho noturno, por sobreaviso e confinamento. Os extras têm sido pagos, mas milhares de empregados querem outra conta que, grosso modo, dobra os adicionais. A estatal classifica como “possível” perder a ação.

A disputa entre Petrobrás e os trabalhadores tem origem em um acordo coletivo firmado há mais de dez anos. Em 2007, a estatal e os empregados chegaram a um entendimento para reajuste salarial que previa, entre outros benefícios, a adoção de uma política para equalizar salários com uma remuneração mínima por cargo e região – é a chamada remuneração mínima por nível e regime (RMNR).

Com a nova regra, em alguns casos o salário mais que dobrou em relação à remuneração básica. Um exemplo são os petroleiros que atuam em plataformas no regime de 12 horas. O grupo passou a ganhar 30% mais por periculosidade, 26% extras por adicional noturno, 39% por hora de repouso, 30% por confinamento e 4% de um complemento negociado. Assim, o salário passou a ser 125% maior que o salário básico dos petroleiros.

No início da década, porém, alguns trabalhadores passaram a questionar a metodologia de cálculo dessa remuneração. Empresa e petroleiros citam que há cerca de 50 mil empregados da ativa e aposentados que questionam o tema em ações individuais e coletivas.

O principal argumento usado nos processos é que a redação do acordo coletivo dá a entender que a conta para a nova remuneração pode ignorar extras e adicionais que já estavam no salário – o que aumenta expressivamente o montante a ser recebido pelos trabalhadores. No processo, é citado o exemplo de um petroleiro que atua confinado em plataforma, cujo salário aumentaria de R$ 21.750,09 para R$ 31.029,02 pela nova conta, conforme valores de 2014.

O tema já foi debatido por duas comissões no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Uma deu vitória para a Petrobrás e outra para os trabalhadores. Sem consenso, o processo subirá ao plenário que agendou o julgamento para quinta-feira.

Impacto. Se a Petrobrás perder, o impacto imediato seria de R$ 15,2 bilhões, conforme balanço do primeiro trimestre de 2018. O valor, porém, não foi separado no caixa porque a empresa classifica a hipótese de perder o processo como “possível” – o que não exige provisionamento. A reserva dos valores só ocorreria caso a perspectiva de derrota fosse considerada “provável”.

Além desse impacto imediato, a folha de pagamento cresceria até R$ 2 bilhões por ano.

No plenário, advogados dos trabalhadores defenderão que a redação do acordo é imprecisa e permite dupla interpretação. Nesse caso, argumentarão que, de acordo com a jurisprudência da Justiça do Trabalho, deve prevalecer a versão que beneficia o trabalhador. 

Já os advogados da estatal manterão a defesa de que não há dupla interpretação e que os próprios sindicalistas concordaram, na época, com as condições defendidas pela empresa. Além disso, citarão que eventual decisão favorável aos trabalhadores criará insegurança jurídica nos acordos coletivos – mecanismo que ganhou força na reforma trabalhista.

Se a empresa perder, é possível entrar com recurso no próprio TST. Caso os ministros mantenham a decisão, a estatal poderia, em seguida, questionar o tema no Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto questiona o assunto em uma das duas instâncias, não seria necessário fazer nenhum desembolso que só seria feito com a extinção da possibilidade de apelação.

Procuradas, a Petrobrás e a Frente Única dos Petroleiros (FUP) não se pronunciaram sobre o tema. 

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Relatório de fechamento Fundo de Investimento em Ações Amaril Franklin do mês de abril de 2018 para que vocês possam conhecer mais uma opção para diversificação das suas aplicações financeiras.

 

Confira abaixo o comparativo de rentabilidade do mês de Março e a Evolução da Carteira do Fundo nos últimos 36 meses e baixe o relatório completo clicando aqui.

 

Evoluo-Fundo

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CNA cobra ações rápidas do governo contra suspensão das exportações de frango

A entidade argumentou, ainda, que é "imperativo" rever a relação bilateral com a União Europeia

20 abr, 2018 18h15, O Estado de S. Paulo

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou nota nesta sexta-feira, 20, criticando a decisão tomada na quinta-feira, 19, pela União Europeia, de suspender as exportações de carne de frango ao bloco de 20 indústrias brasileiras. Além disso, cobra "ações rápidas" do governo brasileiro para minimizar os já enormes danos causados aos avicultores - um total de 130 mil famílias dedicadas à atividade no Brasil.

A CNA argumentou, ainda, que é "imperativo" rever a relação bilateral com a União Europeia. "Decisões arbitrárias como a em questão podem prejudicar a continuidade das negociações de um possível acordo de livre comércio com o bloco. Não há confiança num parceiro que cria normas sanitárias para disfarçar barreiras ao comércio", escreveu a entidade, que apoiou, também, a proposta feita na quinta-feira pelo Ministério da Agricultura, de o Brasil abrir um contencioso na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra práticas ligadas ao setor de carnes do Brasil e adotadas pelo bloco europeu.

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Segunda, 02 Abril 2018 11:10

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Justiça impede transferência de ações da Itambé para Lactalis

Operação não poderia ter acontecido porque quebrava um acordo de acionistas

7.mar.2018 às 23h03

Joana Cunha

Folha de São Paulo

A Câmara de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça do estado de São Paulo decidiu nesta quarta-feira (7) que o controle da Itambé não pode ser transferido para a Lactalis enquanto uma câmara arbitral não avaliar a liminar que questiona na Justiça a venda do laticínio mineiro para a gigante francesa.

A venda da Itambé pela cooperativa mineira CCPR para a Lactalis, estimada em R$ 1,9 bilhão, foi anunciada em dezembro, mas está parada em um impasse judicial após contestação da Vigor.

Segundo a argumentação da Vigor na Justiça, a operação não poderia ter acontecido porque quebrava um acordo de acionistas firmado pela CCPR, cooperativa que detinha 50% da Itambé e comprou a outra metade que pertencia à Vigor para depois revender aos franceses em menos de 24 horas.

A decisão desta quarta, por dois votos a um, é negativa para a Lactalis, que, além de não poder assumir o controle da Itambé, também não pode tomar a gestão. As ações e a gestão do laticínio ficam, por enquanto, nas mãos da CCPR.

Em nota, a CCPR diz que "aplaude" a decisão do tribunal porque ela reconhece "a validade da compra dos 50% da Itambé que pertenciam à Vigor pela CCPR, que segue com a gestão da empresa".

Já a Vigor divulgou nota dizendo que a decisão preserva seus direitos, "impedindo que um ato ilegal [venda posterior para a Lactalis] se torne fato consumado".

O caso está em segredo de Justiça e terá o destino definido em arbitragem.

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Litel vai decidir sobre venda de ações da Vale

Assembleia extraordinária foi marcada para 21 de março

O Estado de S. Paulo, 07 mar, 2018 07h10

O conselho da Litel - que reúne fundos de pensão, BNDESPAR, Mitsui e Bradespar - convocou assembleia extraordinária para deliberar no dia 21 de março sobre a redução de capital na mineradora Vale, mediante venda de cerca de 201 milhões de ações ordinárias da empresa para seus acionistas, os fundos de pensão. Segundo o Credit Suisse, desse montante, a Previ teria fatia direta de 162 milhões de ações (cerca de R$ 7,1 bilhões), a Funcef teria 23 milhões de ações (R$ 1 bilhão), a Petros teria 14 milhões (R$ 610 milhões) e a Funcesp 1,9 milhão (R$ 82 milhões). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Terça, 06 Março 2018 11:38

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