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Editora Abril entra com pedido de recuperação judicial

Companhia tem uma dívida total de aproximadamente R$ 1,6 bilhão; há cerca de três semanas, a consultoria americana Alvarez & Marsal assumiu o comando do grupo

Fernando Scheller, O Estado de S.Paulo

15 Agosto 2018 | 18h01

O Grupo Abril, responsável por títulos como "Veja" e "Exame", protocolou pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira, 15. O movimento ocorre uma semana depois de realizar uma forte reestruturação de seus ativos, com o encerramento de revistas e um enxugamento de funcionários que deverá atingir um total de 800 vagas. 

Em comunicado, a companhia informou que o pedido engloba todas as companhias do grupo, incluindo a Dipar Participações e a Tex Courier. “Esse movimento se deve à necessidade do grupo de buscar proteção judicial junto a bancos e fornecedores e, dessa forma, garantir sua continuidade operacional.”

O grupo tem uma dívida total  de aproximadamente R$ 1,6 bilhão, apurou o Estado. Há cerca de três semanas, a consultoria americana Alvarez & Marsal assumiu o comando do dia a dia da companhia.

Entre os títulos encerrados dentro da reestruturação anunciada na semana passada estão revistas femininas, como "Elle" e "Cosmopolitan", e dedicadas ao setor de decoração, como "Casa Claudia", "Arquitetura" e "Minha Casa". A "Boa Forma" também deixará de circular. 

Na semana passada, a empresa informou que continuarão a circular 15 títulos, entre revistas impressas e sites. Entre eles estão “Veja”, “Exame”, “Claudia”, “Vip”, “Você S/A” e “Superinteressante”.

Abril está em processo de reestruturação

A Abril vem em um processo de reestruturação que já dura cerca de um ano. Em outubro do ano passado, a empresa Legasi (antiga 44 Capital) começou um processo de cortes com o objetivo de reduzir o endividamento do grupo. O prejuízo da empresa no ano passado foi superior a R$ 330 milhões, de acordo com relatório da PriceWaterhouseCoopers. Uma das medidas da Legasi foi a mudança da sede da empresa, para reduzir custos.

Conhecida por assumir negócios em dificuldades, como a Casa & Vídeo e a Brasil Pharma (negócio de farmácias do BTG), a Alvarez & Marsal colocou um executivo próprio - Marcos Haaland - como presidente da Abril, há cerca de três semanas. 

Com a entrada de Haaland, Giancarlo Civita, neto do fundador do grupo, deixou a presidência do grupo. Ele havia assumido o comando da companhia em março deste ano, após duas trocas de liderança 

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'Prévia do PIB' sobe 0,46% em abril, aponta BC

As expectativas para o índice que avalia o ritmo da economia iam de 0,20% a 1,30%

O Estado de S.Paulo, 15 Junho 2018 | 08h35

BRASÍLIA - Após ceder 0,74% em março, a economia brasileira voltou a subir em abril de 2018. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) avançou 0,46% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, informou a instituição nesta sexta-feira, 15.

Para o resultado de abril, as estimativas consultadas pelo Projeções Broadcast iam de 0,20% a 1,30%, com  mediana de 0,60%, após queda de 0,74% em março.

Conhecido como uma espécie de "prévia do BC para o PIB", o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A previsão oficial do BC para a atividade doméstica em 2018 é de avanço de 2,6%, sendo que este número foi informado em março. 

As previsões do governo apontam a um crescimento de 2,5% do PIB em 2018, mas o boletim Focus mostrou que o mercado já vê um avanço inferior a 2%.

A atividade econômica oficial, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,4% no primeiro trimestre deste anoem relação ao quarto trimestre de 2017, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no início de junho. 

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Vendas do varejo crescem 1% em abril, aponta IBGE

No acumulado em 12 meses, a alta é de 3,7%, praticamente o mesmo ritmo registrado em março (3,8%).

Por G1

13/06/2018 09h02 Atualizado há menos de 1 minuto

As vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 1% em abril, na comparação com o mês imediatamente anterior, segundo divulgou nesta quarta-feira (13) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (BGE).

Já em relação ao desempenho de abril de 2017, o faturamento avançou 0,6%. Foi a 13ª alta consecutiva nessa basse de comparação, embora a menos acentuada, em meio ao deslocamento do calendário da Páscoa para março, que exerceu influência negativa nas vendas de abril, segundo o IBGE.

Com isso, o varejo passou a acumular avanço de 3,4% no ano. Em 12 meses, a alta é de 3,7%, praticamente mantendo o ritmo registrado em março (3,8%).

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,60% na comparação mensal e de avanço de 0,55% sobre um ano antes.

Variação do volume de vendas, por atividade:

  • Combustíveis e lubrificantes: 3,4%
  • Super e hipermercados: 1,5%
  • Tecidos, vest. e calçados: 0,3%
  • Móveis e eletrodomésticos: 0,7%
  • Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria: 1,5%
  • Livros, jornais, rev. e papelaria: 0,9%
  • Outros arts. de uso pessoal e doméstico: 0
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Arrecadação de royalties no Brasil cresce 38,5% até abril e rende R$ 3,5 bilhões a mais

Receita no acumulado no ano já soma R$ 12,8 bilhões, impulsionada pelo aumento dos preços do petróleo, e pode atingir o valor anual recorde de R$ 43 bilhões, segundo projeção do CBIE.

Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1

22/05/2018 06h00 Atualizado há 2 horas

A escalada dos preços internacionais do petróleo tem ajudado o caixa da União, estados e municípios. De janeiro a abril, arrecadação com royalties e participações especiais sobre a produção do petróleo no país cresceu 38,5%, na comparação com o mesmo período do ano passado, garantindo uma receita extra de R$ 3,5 bilhões.

Segundo levantamento do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a partir de dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), essa fonte de receita atingiu R$ 12,873 bilhões nos 4 primeiros meses do ano, contra uma arrecadação de R$ 9,292 bilhões de janeiro a abril do ano passado.

Na semana passada, o barril de petróleo do tipo Brent superou os US$ 80 pela 1ª vez desde novembro de 2014. Há 1 ano, o préço médio do barril rondada os US$ 50. Pelas projeções do CBIE, se o preço médio do barril de petróleo se mantiver em US$ 70, a receita total de royalties e participações especiais no Brasil poderá chegar a R$ 43,3 bilhões no ano, o que representará uma alta anual de 42,1% e o maior valor anual já recolhido no país.

"Vai aumentar no mínimo 42%. Este é o piso do crescimento que prevemos em relação a 2017", afirmou o sócio-diretor do CBIE, Adriano Pires. Ele enfatizou que, além da alta no preço do petróleo no mercado internacional, há expectativa de novo recorde na produção brasileira. "Quanto mais se produz, mais se paga royalties e participações especiais".

O economista apontou que a expectativa é de que o preço do barril se mantenha acima de US$ 70. "O que detonou esse preço foram questões geopolíticas, como a ameaça de guerra na Síria, a saída dos Estados Unidos do acordo com o Irã e o boicote a Venezuela, que são grandes países produtores de petróleo. Eu acho que em função desses movimentos, ele [o preço do Brent] deve ficar numa média de US$ 70 , algo que não era visto desde 2012", acrescentou Pires.

No ano passado, União, estados e municípios arrecadaram R$ 30,47 bilhões em royalties e participações especiais, uma alta de 71% após 2 anos de queda. Em 2016, essa arrecadação tinha somado R$ 17,75 bilhões, o menor valor da década. O último recorde foi registrado em 2014, quando os valores recebidos das petroleiras somaram R$ 35,64 bilhões em termos nominais (sem considerar a inflação).

Efeito câmbio

O ex-diretor da ANP e professor do Grupo de Economia da Energia da UFRJ, Helder Queiroz, também considera que o aumento na arrecadação “pode ser até mais que esses 42%”.

Queiroz lembrou que, além da alta no preço da commodity e do aumento na produção, que influencia na alta da arrecadação, há outro componente associado a este crescimento.

O terceiro fator é o câmbio, já que o petróleo é cotado em dólar”, destacou.

A moeda norte-americana atingiu na semana passada sua maior cotação desde março de 2016.

"Os três componentes principais de fatores que afetam a arrecadação indicam aumento no ano. Deste ponto de vista, isso é uma boa notícia. Prova que o Brasil se tornou um país petroleiro”, disse o professor.

No acumulado no ano, a moeda dos EUA já subiu mais de 11% frente ao real, após ter registrado valorização de 2% em 2017.

Divisão da arrecadação

Segundo levantamento do CBIE, dos R$ 12,8 bilhões já arrecadados no ano, R$ 5 bilhões foram destinados à União, R$ 4,4 bilhões aos estados produtores, R$ 2,8 bilhões para municípios e R$ 568 milhões para fundos especiais de saúde e educação e depósitos judiciais.

A projeção é que a arrecadação extra para o estado do Rio de Janeiro e municípios fluminenses alcance R$ 4,6 bilhões no ano, passando de R$ 11 bilhões em 2017 para R$ 15,6 bilhões em 2018. Para o estado de São Paulo e cidades paulistas, a estimativa é que a receita suba para R$ 3,35 bilhões este ano contra R$ 2,36 bilhões no ano passado.

Com base na alta da arrecadação, o governo do Rio já revisou a previsão desta receita na Lei Orçamentária Anual (LOA). Inicialmente estimada em R$ 7,9 bilhões, o valor foi atualizado para R$ 9,8 bilhões - uma alta de 24%. Deste montante, o estado pretende usar cerca de 75% para cobrir o rombo da previdência.

Diante da nova projeção, o RJ aumentou em 27% na LOA o valor que pretende repassar ao Rioprevidência, de R$ 5,9 bilhões para R$ 7,5 bilhões.

"Usar royalties para fazer o orçamento tem que ser ultraconservador. É um risco muito grande para estados e municípios tratar esse recurso como certo no seu caixa", avaliou o ex-diretor da ANP Helder Queiroz.

Entenda os Royalties

Royalties são os valores em dinheiro pagos pelas petroleiras à União e aos governos estaduais e municipais dos locais produtores para ter direito a explorar o petróleo. Já as participações especiais são uma compensação adicional e são cobradas quando há grandes volumes de produção ou grande rentabilidade. Essas receitas dependem do volume produzido, da taxa de câmbio e do preço internacional do barril de petróleo.

Somente a arrecadação com royalties cresceu 23,3% nos 4 primeiros meses de 2018, chegando a R$ 6,4 bilhões, ante R$ 5,19 bilhões no mesmo período de 2017.

Já arrecadação com participações especiais atingiu o valor recorde trimestral de R$ 6,5 bilhões no 1º trimestre deste ano, alta de 58% frente aos R$ 4,14 bilhões registrados no mesmo intervalo de 2017. Desta receita, 40% do valor arrecadado em 2018 (R$ 2,6 bilhões) serão distribuídos aos estados, cabendo ao Rio de Janeiro a maior parcela, cerca de R$ 2 bilhões, segundo informou a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Ainda que a produção média de petróleo no país continue em trajetória de crescimento moderado em 2018, com perspectiva de aumento de 2,5% no ano, segundo estimativa do CBIE, o aumento da arrecadação com royalties e participações especiais continua sendo impulsionado principalmente pelo ajuste nos preços do petróleo. Veja quadro abaixo:

Comparativo de produção, preço do barril, câmbio e arrecadação

 

2017

Projeções para 2018

Variação no ano

Valor destinado à União, Estados e municípios

R$ 30,47 bilhões

R$ 43,30 bilhões

42,1%

Produção média de petróleo

2,733 milhões de barris/dia

2,800 milhões de barris/dia (estimativa)

2,5%

Preço médio do barril

US$ 54,15

US$ 70,68

30,5%

Taxa de câmbio média (R$/US$)

R$ 3,20

R$ 3,40

6,3%

Fonte: CBIE

No que diz respeito ao ritmo da produção no país, a perspectiva é de retomada gradual dos investimentos no setor. Considerando o calendário de leilões programados até 2019, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê que a produção total no Brasil poderá dobrar em 10 anos, chegando a 5,2 milhões de bpd até 2026.

Os especialistas destacam, entretanto, que a arrecadação com royalties e participações especiais é uma receita incerta e que não há garantia de que a arrecadação vai se manter nos anos seguintes, já que os ganhos do setor dependem de fatores voláteis, como o preço do barril de petróleo e a cotação do dólar.

Impactos nos preços da gasolina e do diesel

Se a alta dos preços do petróleo tem ajudado a reforçar o caixa dos governos, por outro lado tem encarecido os combustíveis e contribuído para a disparada dos preços do diesel e da gasolina no país.

Nesta segunda-feira (21), caminhoneiros fizeram protestos pelo país contra o aumento no valor do diesel.

Na semana passada, o preço médio da gasolina nos postos do país atingiu novas máximas no ano, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O preço médio do litro de gasolina para os consumidores ficou em R$ 4,284, ante R$ 4,257 na semana anterior.

Com o novo aumento, a gasolina acumula alta de 4,51% desde o início do ano. Desde julho do ano passado, a alta é de mais de 22%. Já o valor do diesel também terminou a semana em alta. Segundo a ANP, o valor médio por litro passou para R$ 3,595, acumulando avanço de 8% no ano e de 21,5% desde julho do ano passado.

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Brasil registra entrada de US$ 14,4 bilhões em abril, maior valor em quase 7 anos

Apesar disso, dólar avançou 6% no mês passado, a maior disparada mensal desde dezembro de 2016. Valorização é reflexo de corrida de investidores por proteção no mercado futuro.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

09/05/2018 13h35 Atualizado há 17 horas

O ingresso de dólares no Brasil superou a retirada em US$ 14,394 bilhões no mês de abril, informou o Banco Central nesta quarta-feira (9).

Trata-se do maior ingresso líquido de recursos na economia brasileira desde julho de 2011 - quando US$ 15,825 bilhões entraram no país.

A entrada de dólares favoreceria, em tese, a queda da cotação da moeda norte-americana em relação ao real. Isso porque, com mais dólares no mercado, seu preço tenderia, teoricamente, a recuar.

Entretanto, não foi isso o que aconteceu. No mês passado, o dólar subiu 6,03%, para R$ 3,5026 - a maior alta mensal desde novembro de 2016. Nesta quarta-feira, o dólar opera mais alto ainda: por volta de R$ 3,60 às 13h30 (algo que não acontecia em quase dois anos).

O ingresso de dólares se dá quando investidores enviam dinheiro ao Brasil para aplicações financeiras ou investimento em empresas, por exemplo.

O dólar sai quando esses investidores retiram recursos do Brasil e, normalmente, aplicam em outros países. Essas operações ocorrem por meio de remessas feitas por bancos contratados por esses investidores.

Investidores buscam proteção

Segundo Sidnei Moura Nehme, economista e diretor-executivo da NGO Corretora, o que motivou a alta do dólar no mês passado não foi o fluxo de recursos (entrada ou saída de valores do país), mas sim a busca dos investidores por proteção contra uma possível subida da moeda.

Ao contratarem o chamado "hedge cambial", que pode ser feito por meio de contratos de "swaps cambiais" ofertados pelo BC ou pela compra de dólares no mercado futuro, os investidores ficam protegidos contra uma eventual subida do dólar nos próximos meses, evitando perdas. Geralmente, esses contratos são feitos por quem possui dívidas em dólar.

"O pessoal estava muito desligado do problema do 'hedge' [proteção] porque o dólar estava baixo, estável, quando começou a ter o problema americano, com pressão inflacionária e alta dos juros", disse Nehme.

De acordo com ele, com juros mais altos nos EUA, a tendência é que investidores retirem recursos de países emergentes e apliquem em títulos dos EUA, o que no mercado financeiro é chamado de "flight to quality".

Segundo ele, essa saída de recursos do Brasil para os títulos dos Estados Unidos (T-Bonds) ainda não começou a acontecer, mas tende a ser registrada nos próximos meses. Para evitar perdas com a possível alta futura do dólar, os investidores já começaram a contratar "hedge" - pressionando a cotação do dólar no mercado futuro e contaminando o mercado à vista.

O economista não vê problemas de falta de dólares na economia brasileira, uma vez que as reservas internacionais estão acima de US$ 380 bilhões (e podem ser usadas nos chamados "leilões de linha", ou seja, venda pelo BC com compromisso de recompra no futuro).

Entretanto, ele avalia que as eleições tendem a continuar pressionando o dólar nos próximos meses e a moda norte-americana pode chegar a R$ 3,75 em agosto, quando o cenário eleitoral estará mais acirrado.

Acordo EUA e Irã

Além da busca por proteção pelos investidores, a alta da moeda norte-americana, nas últimas semanas e dias, também está ligada ao cenário externo mais conturbado.

Nesta terça-feira (7), o presidente norte-americano, Donald Trump, retirou os Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã e anunciou sanções econômicas ao país. Isso alimentou temores de que a produção e exportação de petróleo iraniano sejam afetadas, o que elevaria os preços da commodity.

Preços mais caros de petróleo impactam a inflação e podem levar o banco central dos Estados Unidos, o Fed, a subir mais os juros no país. Com taxas mais altas, os EUA se tornariam um destino mais atraente para investimentos aplicados em outros mercados, como o Brasil, o que pode provocar fuga de dólares e gerar uma valorização da moeda americana.

Ao mesmo tempo em que há temores de que o Fed eleve ainda mais os juros nos EUA, há expectativa de que o Banco Central brasileiro reduza a taxa básica de juros, a Selic, na próxima semana para nova mínima histórica, a 6,25% ao ano. Com uma diferença maior entre as taxas, os investidores tendem a migrar para a maior economia do mundo atrás de rendimentos com baixíssimo risco.

Atuação do BC

Em entrevista à Globonews na terça-feira (8), o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, explicou que a alta do dólar é um movimento global e não exclusivo ao Brasil, mas garantiu que a autoridade está monitorando o mercado para seu bom fundamento e intervirá quando necessário.

Neste mês, o BC entrou com mais força no mercado de câmbio e, nesta sessão, realiza novo leilão de até 8,9 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de junho.

+ Entenda o que é o swap cambial

Se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, o BC terá rolado integralmente os US$ 5,650 bilhões que vencem no mês que vem e terá colocado o equivalente a US$ 2,8 bilhões de adicionais.

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Relatório de fechamento Fundo de Investimento em Ações Amaril Franklin do mês de abril de 2018 para que vocês possam conhecer mais uma opção para diversificação das suas aplicações financeiras.

 

Confira abaixo o comparativo de rentabilidade do mês de Março e a Evolução da Carteira do Fundo nos últimos 36 meses e baixe o relatório completo clicando aqui.

 

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Resultado foi o segundo melhor para o mês, inferior apenas ao saldo positivo de US$ 6,963 bilhões de abril de 2017

Eduardo Rodrigues, O Estado de S.Paulo

02 Maio 2018 | 15h49

BRASÍLIA-   Mesmo com queda nas exportações e aumento nas importações, a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 6,142 bilhões em abril, de acordo com dados divulgados na quarta-feira, 02, pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

O resultado foi o segundo melhor para o mês na série histórica (iniciada em 1989), só atrás do saldo positivo de US$ 6,963 bilhões de abril de 2017.

As exportações no mês passado somaram US$ 19,932 bilhões, uma queda de 3,4% na média diária em relação ao mesmo mês do ano passado. Já as importações cresceram 10,3% na mesma comparação, totalizando US$ 13,790 bilhões em abril. 

O diretor de estatísticas e apoio às exportações do MDIC, Herlon Brandão, explicou que a queda média diária das exportações de abril em relação ao mesmo mês do ano passado foi causada, em parte, pela menor quantidade de dias úteis. “Além disso, a safra de soja está sendo escoada mais cedo este ano. Em abril de 2017, foram embarcadas 10,4 milhões de toneladas ante 10,26 milhões de toneladas no mês passado”, destacou.

Brandão citou ainda a queda de 15% no preço do minério de ferro ante abril de 2017, mas ponderou que o preço do produto vem se recuperando ao longo dos últimos meses. “Há também queda na exportação de açúcar em bruto pelo aumento da oferta mundial, e por isso há inclusive uma tendência de aumento da produção de etanol.”

Por outro lado, o aumento do preço internacional do barril de petróleo mais que compensou a redução do volume exportado pelo Brasil de janeiro a abril deste ano. No primeiro quadrimestre, a quantidade exportada de petróleo em bruto caiu 7%, mas o preço subiu 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado, o que resultou em aumento de 24,2% no valor vendido. 

Pelo lado das importações, ele afirmou que em abril continuou a trajetória de crescimento das compras do exterior, puxada pelo aquecimento da atividade econômica. Mas a valorização do dólar, encarecendo as compras, traz dúvidas se a entrada de importados no Brasil manterá a cadência nos próximos meses, diz o economista da Tendências Silvio Campos Neto.

Espera-se que as importações cresçam mais. Mas agora temos de começar a avaliar que impacto poderá acontecer nas importações se essa mudança na taxa de câmbio for definitiva. Pode haver uma moderação no ritmo de importação", afirma o analista.

No ano, o superávit comercial soma US$ 20,090 bilhões. Em 2017, o resultado nos quatro primeiros meses do ano foi positivo em US$ 21,365 bilhões. /COLABOROU EDUARDO LAGUNA

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Confiança do consumidor recua em abril, aponta FGV

Segundo a pesquisa, tanto as avaliações sobre a situação atual quanto as expectativas em relação aos próximos meses pioraram.

Por G1

24/04/2018 08h19 Atualizado há menos de 1 minuto

O Índice de Confiança do Consumidor da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 2,6 pontos em abril, recuando de 92 para 89,4 pontos. Em relação ao mesmo período do ano passado, entretanto, o índice avançou 7,2 pontos.

A queda da confiança em abril é uma devolução de mais da metade da alta do mês anterior. Consumidores de todas as classes de rendas se sentem menos otimistas em relação à situação econômica nos próximos meses, influenciados em parte, pela redução das suas expectativas sobre o mercado de trabalho”, afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem do Consumidor.

O Brasil vem mostrando dificuldade em engatar um ritmo consistente de recuperação no início deste ano, mesmo em um ambiente de inflação e juros baixos, o que afeta os consumidores em meio ao desemprego ainda elevado.

No trimestre até fevereiro, a taxa de desemprego avançou a 12,6% e o número de empregados com carteira de trabalho assinada atingiu o menor nível desde 2012, de acordo com dados do IBGE.

A pesquisa coletou informações de 1612 domicílios entre os dias 2 e 18 de abril.

Em abril, tanto as avaliações sobre a situação atual quanto as expectativas em relação aos próximos meses pioraram. O Índice de Situação Atual (ISA) caiu 2,3 pontos, para 76,3 pontos . Já o Índice de Expectativas (IE) recuo 2,5 pontos, para 99,0 pontos.

Em relação à avaliação dos consumidores sobre o momento, o indicador que mede o grau de satisfação atual com a economia recuou 1,1 ponto, para 83,3 pontos enquanto o indicador que mede a situação financeira das famílias caiu 3,4 pontos, para 69,8 pontos.

Segundo a FGV, o nível de confiança recuou em abril em todas as classes de renda, exceto para as famílias com renda mensal entre R$ 2.100 e R$ 4.800. A maior queda foi verificada nas famílias com renda até R$2.100, cujo índice caiu 14,1 pontos. "Para esses consumidores houve piora da satisfação sobre a situação financeira no momento e redução do otimismo em relação à economia, às finanças pessoais, intenção de compra de bens duráveis e emprego", destaca a pesquisa.

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Balança tem superávit de US$ 1,829 bilhão na 2ª semana de abril

No ano, a balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 17,276 bilhões

Infomoney, 16 abr, 2018 16h16

A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 1,829 bilhão na segunda semana de abril (9 a 15). De acordo com os números divulgados nesta segunda-feira, 16, pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), as exportações somaram US 5,244 bilhões no período e as importações, US$ 3,415 bilhões.

Com esse resultado da semana, no mês de abril, até o dia 15, a balança comercial acumula superávit de US$ 3,328 bilhões, resultado de exportações de US$ 9,806 bilhões menos importações de US$ 6,478 bilhões registradas no período.

No ano, a balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 17,276 bilhões. As exportações no ano somam US$ 64,173 bilhões e as importações, US$ 46,897 bilhões.

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Confiança do comércio atinge maior nível desde abril de 2014

Alta vem com expressivo avanço dos indicadores de satisfação com a situação atual, retratando um quadro de recuperação de vendas.

Por G1

27/02/2018 08h20 Atualizado há 22 minutos

A confiança do comércio cresceu 0,4 ponto em fevereiro, para 95,5 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (97,8), segundo informou nesta terça-feira (27) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Um aspecto positivo dos resultados do primeiro bimestre de 2018 é o expressivo avanço dos indicadores de satisfação com a situação atual, retratando um quadro de recuperação de vendas e margens. No extremo oposto, o retorno do indicador de expectativas a um patamar inferior aos 100 pontos sugere que a recuperação continuará ocorrendo de maneira gradual”, avalia Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE.

A alta ocorreu em 8 dos 13 segmentos pesquisados e foi determinada pela melhora no índice de situação atual, que avançou 4,8 pontos, atingindo 92,8 pontos, maior resultado desde agosto de 2014 (93,1). Já o índice de expectativas caiu 4 pontos no mês, para 98,4 pontos.

Segundo a FGV, a melhora do índice de situação atual é reforçada pela melhora no indicador que retrata o desconforto do comércio, construído a partir da soma das proporções de empresas que apontam fatores limitativos à melhoria dos negócios tipicamente relacionados ao desconforto empresarial, como demanda insuficiente, custo financeiro e acesso a crédito bancário. A relação entre os dois indicadores (alta de um e queda de outro) tem sido historicamente forte, o que reforça a sinalização de recuperação gradual do setor.

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