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Lucro líquido do BB sobe 22,3% e atinge R$ 3,24 bilhões no 2º trimestre de 2018

Resultado veio acima do esperado pelo consenso do mercado

SÃO PAULO - O Banco do Brasil (BBAS3 -2,8%) divulgou nesta quinta-feira (9) os resultados do segundo trimestre de 2018, com um lucro líquido ajustado de R$ 3,2 bilhões. O valor representa uma alta de 22,3% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 7,1% em relação ao primeiro trimestre deste ano. Segundo a Bloomberg, o número veio levemente acima do esperado, de R$ 3,14 bilhões. 

De acordo com o BB, o resultado positivo foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, controle das despesas administrativas e menores provisões de crédito. O banco também reportou um aumento do Retorno Sobre Patrimônio Líquido para 13,3% e um resultado de R$ 6,3 bilhões no semestre. 

A primeira metade do ano, segundo a instituição financeira, foi marcada por um crescimento das rendas de tarifas influenciadas principalmente pela linha de conta corrente, com aumento de 7,2% no período. Houve aumento também nas receitas com pacote de serviços e nas tarifas relacionadas à administração de fundos (+13,2%). 

O semestre foi marcado por uma melhora da qualidade de crédito. Ao final de junho, a carteira de crédito ampliada manteve desempenho positivo em R$ 685,4 bilhões - um crescimento de 1,5% em relação a março de 2018. No segmento de pessoa física, o BB apresentou alta de 2,2% tanto no segundo trimestre como na comparação anual. Já a carteira da pessoa jurídica encolheu 6,2% no último trimestre. Ao mesmo tempo, a carteira agronegócios ampliada teve alta de 2,1% em relação a março e o crédito rural cresceu 5,1% em comparação com o trimestre anterior. 

Com relação ao índice de inadimplência acima de 90 dias, este segue em queda pelo quarto trimestre consecutivo. Também recuou a provisão líquida de recuperação, que caiu 32% em relação ao mesmo período do ano passado. 

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Sexta, 03 Agosto 2018 12:58

Indústria encolhe 2,5% no 2º trimestre

Indústria encolhe 2,5% no 2º trimestre

Em junho, produção industrial teve alta recorde de 13,1% na comparação com maio, mas não foi suficiente para encerrar o trimestre no azul

Daniela Amorim, O Estado de S.Paulo

02 Agosto 2018 | 09h46

RIO - Prejudicada pela greve de caminhoneiros que se prolongou por 11 dias em maio, a indústria deve contribuir negativamente para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no segundo trimestre do ano. O setor encolheu 2,5% em relação ao primeiro trimestre, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados nesta quinta-feira, 02, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em junho, a produção industrial teve alta recorde de 13,1% em relação a maio, resultado mais do que suficiente para se recuperar do tombo de 11% registrado no mês anterior, quando os bloqueios de estradas prejudicaram o transporte de cargas. O bom desempenho do mês, porém, não foi suficiente para um trimestre no azul. A queda fez alguns analistas considerarem a possibilidade de o PIB do período também ficar negativo.

Pode ficar mais perto de zero, mas não dá para descartar queda”, avaliou a economista-chefe da ARX Investimentos, Solange Srour Chachamovitz. “A recuperação (da indústria) ainda é muito gradual. Alguns indicadores de julho não só da indústria, mas do comércio e de serviços têm mostrado alta modesta”, completou.

Em junho, todas as categorias de uso da indústria tiveram o maior avanço da série histórica, iniciada em 2002. Nove das 26 atividades pesquisadas obtiveram crescimento recorde em relação a maio, com destaque para a fabricação de alimentos e bebidas, mas foi o salto de 47,1% no setor de veículos que mais impulsionou a média global.

Para André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, o resultado positivo de junho precisa ser visto com cautela. Os níveis de confiança de consumidores e empresários ainda baixos e o cenário de incertezas elevadas, por conta também de indefinições eleitorais, trazem ressalvas. Para ele, a indústria tem sido beneficiada pelo avanço das exportações e alguma melhora do mercado doméstico, mas ainda é necessário que o mercado de trabalho reduza o número de desempregados no País.

Claro que a situação já foi pior, mas tem um caminho importante a ser percorrido para que recupere as perdas do passado. Existe melhora (na produção industrial), mas ainda está abaixo do patamar registrado no final do ano passado. É como se, passados seis meses, a produção ainda estivesse ali no mesmo patamar do fim de 2017”, ilustrou Macedo.

Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial(Iedi), a recuperação ainda é gradual, com perda de dinamismo em 2018. O quadro é preocupante, porque uma aceleração na produção se faz necessária para superar o estrago provocado pela crise e também para potencializar a contribuição da indústria no ritmo de recuperação, explicou Rafael Cagnin, economista-chefe do Iedi.

Se a indústria não ganha velocidade, o resto da economia também não ganha velocidade. A indústria é o setor que estabelece o maior número de relações com outros setores, como a agropecuária, os serviços. Se ela não cresce, isso acaba reduzindo a possibilidade de uma aceleração do PIB como um todo”, concluiu Cagnin.

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Pequenos e médios empresários estão menos otimistas no terceiro trimestre, mostra pesquisa

Recuo pode ser explicado pela manifestação de maio dos caminhoneiros e pela incerteza com o quadro eleitoral.

Por Luiz Guilherme Gerbelli, G1

17/07/2018 06h00 Atualizado há 3 horas

Os pequenos e médios empresários brasileiros estão menos otimistas neste terceiro trimestre. A confiança desse grupo recuou 3,09%, de 70,65 pontos para 68,46 pontos, na comparação com o levantamento que contemplava o período de abril a junho.

A queda no Índice de Confiança dos Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN), medido pelo Centro de Estudos em Negócios do Insper e pelo banco Santander, marca uma interrupção da melhora do ambiente de negócios observada ao longo deste ano. A confiança melhorou no primeiro e segundo trimestres.

O recuo pode ser explicado pela manifestação de maio dos caminhoneiros, que prejudicou todos os setores da economia, e pela incerteza com o quadro eleitoral.

"Antes do episódio da greve dos caminhoneiros, já havia um ambiente de menor otimismo", afirma o professor do Insper responsável pela pesquisa, Gino Olivares. "Com o episódio dos caminhoneiros, houve uma piora do cenário e os analistas revisaram para baixo as estimativas de crescimento."

Na passagem do segundo semestre para o terceiro, a maior queda na confiança ocorreu no Nordeste (-7,86%), seguido pelas regiões Sul (-6,39%) e Norte (-6,11%). O indicador na região Sudeste (-0,10%) ficou praticamente estável e no Centro-Oeste houve uma melhora (0,73%).

Os índices de confiança estão sendo analisados de perto pelos economistas. Eles funcionam como um indicador antecedente e, portanto, sinalizam como deve ser o desempenho da economia no futuro e, dessa forma, se o estrago causado pela greve dos caminhoneiros vai ser recuperado.

Vendas devem ficar estáveis

A pesquisa também apurou que a maioria dos pequenos e médios empresários espera pouca mudança no quadro das vendas no terceiro trimestre.

Para 46% dos empresários consultados, haverá estabilidade nas vendas, enquanto 42% esperam aumento ou aumento signficativo e 13% redução ou redução significativo nas vendas.

Os dados do IC-PMN são coletados por meio de entrevistas telefônicas com 1.356 pequenos e médios empresários de todo o País, dos setores da indústria, comércio e serviços.

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'Prévia' do PIB do Banco Central indica que economia brasileira recuou 0,13% no 1º trimestre

Resultado negativo é o primeiro, na comparação com trimestre anterior, desde o 4º trimestre de 2016. IBC-Br foi criado para tentar antecipar resultado do PIB, que é divulgado pelo IBGE.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

16/05/2018 08h34 Atualizado há menos de 1 minuto

A economia brasileira registrou retração no primeiro trimestre deste ano, informou o Banco Central nesta quarta-feira (16), por meio do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), uma espécie de "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB).

Entre janeiro e março de 2018, o indicador apresentou queda de 0,13% quando comparado com o quarto trimestre de 2017 (outubro a dezembro). O número foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes de um ano.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, porém, houve uma alta de 0,86% (indicador sem ajuste sazonal).

Segundo a série histórica do indicador, essa foi a primeira queda do nível de atividade, contra os três meses anteriores, desde o quatro trimestre de 2016 - quando foi registrada uma retração de 0,78%.

O IBC-BR é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números oficiais do PIB do terceiro trimestre serão divulgados no dia 30 de maio.

Ano de 2017 e expectativas

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2017, o PIB teve uma alta de 1%, após dois anos consecutivos de retração.

Os indicadores do primeiro trimestre, porém, revelaram um desempenho pior do que o esperado, o que fez com que economistas baixassem projeção para o desempenho do PIB no período.

Para todo este ano, o governo ainda mantém a estimativa de aumento de 3% para o PIB, mas pode revisar para baixo este número na próxima semana, por meio do relatório de receitas e despesas do orçamento. O documento será divulgado até 22 de maio.

O mercado financeiro, por sua vez, tem baixado sistematicamente sua previsão de alta nas últimas semanas. Recentemente, revisou a estimativa de crescimento de 2018 de 2,70% para 2,51%.

Março e resultado em 12 meses

Os dados do BC mostram que, somente em março, o IBC-Br registrou queda de 0,74%, contra fevereiro. Neste caso, a comparação foi feita após ajuste sazonal, considerada mais apropriada por analistas.

Quando a comparação é feita com março do ano passado (sem ajuste sazonal, pois são períodos iguais), houve uma queda de 0,66%, de acordo com o Banco Central.

Na parcial de 12 meses até março, a prévia do PIB do Banco Central registrou crescimento de 1,05%. O Banco Central divulga esse indicador somente sem ajuste sazonal.

O que é o IBC-Br?

Embora o cálculo seja um pouco diferente, o IBC-Br foi criado para tentar ser um "antecedente" do PIB. O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos. Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB, divulgados pelo IBGE.

O indicador é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros (Selic) do país. O crescimento ou desaceleração da economia influenciam na inflação, que o Banco Central busca controlar por meio da taxa Selic.

Para 2018 e 2019, a meta central de inflação é de 4,5% e de 4,25%, respectivamente, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida, e entre 2,75% e 5,75%.

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Confira os Resultados divulgados no 1º Trimestre de 2018. Clique aqui para realizar o download da planilha.

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Segunda, 02 Abril 2018 11:07

RESULTADOS DIVULGADOS: 4º TRIMESTRE 2017

Confira os Resultados divulgados do 4º TRIMESTRE 2017. Clique aqui para realizar o download da planilha.

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Quarta, 21 Março 2018 11:48

RESULTADOS DIVULGADOS: 4º TRIMESTRE 2017

Confira os Resultados divulgados do 4º TRIMESTRE 2017. Clique aqui para realizar o download da planilha.

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Lucro da BR Distribuidora salta 921% no 4º trimestre

No acumulado em 2017, o lucro líquido da empresa foi de R$ 1,151 bilhão, revertendo prejuízo de R$ 315 milhões em 2016; empresa pagará R$1 bi em dividendos.

Por Reuters

13/03/2018 21h09 Atualizado há 10 horas

A BR Distribuidora, empresa de combustíveis controlada pela Petrobras, teve lucro líquido de R$ 531 milhões no quarto trimestre de 2017, alta de 921,2% ante o mesmo período do ano anterior, informou a empresa ao mercado nesta terça-feira (13).

Foi a primeira vez que a BR Distribuidora, líder no mercado de distribuição de combustíveis e lubrificantes no país, publicou seus resultados após abrir o seu capital em dezembro na bolsa paulista B3, com a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Mas a líder no mercado de distribuição de combustíveis e lubrificantes no país também reportou uma melhora nas margens de comercialização na primeira vez em que publicou seus resultados trimestrais após abrir o seu capital em dezembro na bolsa paulista B3, com uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Em 2017, o lucro líquido da empresa foi de R$ 1,151 bilhão, revertendo prejuízo de R$ 315 milhões em 2016, "com a melhora de margens em todos os segmentos e também em função das menores perdas e provisões para processos judiciais e administrativos".

"Os números refletem melhora no desempenho operacional da companhia, em linha com a estratégia de recuperação de rentabilidade apresentada ao mercado durante a abertura de capital, realizada em 15 de dezembro de 2017", disse a empresa, em nota.

Já o resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da BR Distribuidora foi de R$ 883 milhões nos últimos três meses do ano passado, alta de 7,7% ante um ano antes, principalmente em função da redução das despesas operacionais, que compensou a redução do lucro bruto no período.

Em 2017, o Ebitda ajustado alcançou R$ 3,067 bilhões, alta de 2,4% ante 2016, refletindo a melhora nas margens de comercialização e a redução das despesas operacionais, com destaque para a queda das despesas com pessoal em relação a 2016.

Receita caiu 2,4% em 2017

A receita líquida alcançou R$ 23,2 bilhões no quarto trimestre (alta de 9,6%), em função dos maiores preços médios de realização de produtos. Em 2017, a receita líquida foi de R$ 84,6 bilhões, queda de 2,4% devido a menores volumes vendidos em relação a 2016, parcialmente compensados pelo aumento dos preços médios de venda de produtos.

A Rede de Postos apresentou no quarto trimestre volume de vendas 0,9% inferior ao mesmo período do ano passado. Na comparação anual, o volume de vendas em 2017 foi 4,4% inferior a 2016.

"A redução do volume vendido é atribuível à manutenção da política de preservação das margens de comercialização, priorizando a rentabilidade da companhia através de uma maior seletividade das vendas", disse a companhia.

Empresa anuncia pagamento de R$ 1 bilhão em dividendos

O fluxo de caixa livre da BR foi de R$ 984 milhões em 2017, próximo ao lucro líquido de R$ 1,15 bilhão, o que permitirá o pagamento de R$ 1,09 bilhão em dividendos aos acionistas, o que equivale a aproximadamente 95% do lucro líquido de 2017, afirmou a empresa em nota.

No quarto trimestre, o fluxo de caixa livre foi de R$ 755 milhões, uma alta de aproximadamente 37% em relação ao mesmo período de 2016.

A reestruturação de capital da companhia possibilitou, segundo a BR, a redução da alavancagem, medida pelo indicador dívida líquida/Ebitda ajustado, de 3,2 em 2016 para 1,3 vez em 2017.

Em agosto de 2017, a Petrobras decidiu aportar R$ 6,3 bilhões na BR, em meio a um processo de limpeza do balanço que buscou atrair investidores para o planejado IPO da empresa.

A dívida líquida caiu 59% ante 2016, para R$ 3,885 bilhões.

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Terça, 13 Março 2018 11:13

RESULTADOS DIVULGADOS: 4º TRIMESTRE 2017

Confira os Resultados divulgados do 4º TRIMESTRE 2017. Clique aqui para realizar o Download da planilha.

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