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Barril de petróleo Brent supera US$ 80 pela 1ª vez desde 2014

Disparada nos preços acontece em meio às incertezas a respeito da produção do Irã e da Venezuela.

Por G1

17/05/2018 08h37 Atualizado há 20 minutos

O barril de petróleo do tipo Brent superou nesta quinta-feira (17) a barreira de 80 dólares, uma cotação que não registrava desde novembro de 2014, em um mercado tenso pela incerteza a respeito da produção do Irã e da Venezuela.

O preço do barril alcançou US$ 80,18 por volta das 6h50 de Brasília, uma alta de 90 centavos na comparação com o fechamento de quarta-feira, antes de voltar a ser negociado abaixo de US$ 80.

Nos EUA, o barril de "light sweet crude" (WTI) para entrega em junho era negociado, às 7h15 de Brasília, a US$ 72,07, uma alta de 58 centavos na comparação com a véspera.

Alta de 51% em 1 ano

O petróleo subiu 51% no último ano, impulsionado por cortes coordenados na produção e, neste mês, pela preocupação com a oferta do Irão, depois dos Estados Unidos dizerem que voltarão a impor sanções sobre Teerão por causa das suas atividades nucleares.

A francesa Total alertou na quarta-feira que poderia abandonar um projeto multibilionário de gás no Irã se não conseguisse garantir uma suspensão das sanções dos EUA, lançando mais dúvidas sobre os esforços liderados pela Europa para salvar o acordo nuclear.

"O barulho geopolítico e os temores crescentes estão aqui para ficar", disse Norbert Rücker, chefe da Macro & Commodity Research do banco suíço Julius Baer.

Além disso, os estoques globais de petróleo e produtos refinados caíram acentuadamente nos últimos meses devido à demanda robusta e aos cortes de produção dos principais países produtores do mundo.

Para a Agência Internacional de Energia (IEA), a procura global por petróleo deverá moderar neste ano, já que o preço do barril se aproximou dos US$ 80 e muitos países importadores não oferecem mais subsídios generosos aos combustíveis.

A IEA, com sede em Paris, reduziu a sua previsão de crescimento da procura global para 1,4 milhões de barris por dia em 2018, ante uma estimativa anterior de 1,5 milhões de bpd.

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Petróleo atinge maior nível desde 2014, antes de decisão dos EUA sobre Irã

Trump deve anunciar decisão final sobre a postura de Washington em relação ao histórico acordo internacional de 2015 que restringe o programa nuclear iraniano; insatisfeito, Trump vem ameaçando restaurar sanções ao Irã

Dow Jones Newswires

07 Maio 2018 | 09h14

Os mercados futuros de petróleo operam em alta significativa nesta manhã, renovando máximas em três anos e meio, ainda sustentados por expectativas em torno do que os EUA irão decidir sobre o acordo nuclear do Irã.

No próximo sábado (12), o presidente dos EUA, Donald Trump, deverá anunciar decisão final sobre a postura de Washington em relação ao histórico acordo internacional de 2015 que restringe o programa nuclear iraniano. Insatisfeito com o pacto, Trump vem ameaçando restaurar sanções ao Irã.

Para a chefe de estratégia de commodities da BC Capital Markets, Helima Croft, é altamente provável que Trump decida retirar os EUA do acordo do Irã, apesar de recentes esforços de líderes europeus para revisar o pacto.

Com a queda da produção na Venezuela e integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) restringindo sua oferta desde o início do ano passado, uma possível redução nos embarques de petróleo do Irã, caso Washington restaure sanções ao país, seria mais um fator a compensar a produção dos EUA, que está em níveis recordes, dizem analistas.

Às 7h41 (de Brasília), o barril do Brent para julho subia 0,88% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 75,53, enquanto o do WTI para junho era negociado acima da barreira psicológica de US$ 70, avançando 0,96% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 70,39. Os níveis são os maiores desde novembro de 2014.

O petróleo se mantém forte apesar da valorização nos negócios da manhã do índice DXY do dólar, fator que tende a pesar nos preços da commodity.

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Preços do petróleo rondam máxima de 2014 com tensão no Oriente Médio, apesar de oferta dos EUA

EUA e seus aliados consideram ataques aéreos contra as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, após ataque com gás venenoso na Síria.

Por Reuters

11/04/2018 09h08 Atualizado há 30 minutos

Os preços do petróleo avançavam nesta quarta-feira (11), mantendo-se próximo de máximas em quase três anos, sustentados pela tensão política no Oriente Médio, embora o aumento da oferta nos Estados Unidos tenha atenuado os ganhos.

O petróleo Brent subia US$ 0,79 dólar, ou 1,11%, a US$ 71,83 por barril, às 9h02 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava US$ 0,75, ou 1,14%, a US$ 66,26 por barril.

Os Estados Unidos e seus aliados estão considerando ataques aéreos contra as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, após um suspeito ataque com gás venenoso no último final de semana.

A Síria não é um produtor de petróleo significativo, mas qualquer sinal de conflito na região tende a desencadear preocupações sobre uma possível ruptura nos fluxos de petróleo em todo o Oriente Médio, onde estão alguns dos maiores produtores do mundo.

Há também preocupações de que os Estados Unidos possam renovar as sanções contra o Irã.

"O foco agora é definitivamente um possível ataque militar contra a Síria", disse o chefe de pesquisa de commodities do Commerzbank, Eugen Weinberg.

"Achamos que os fundamentos não justificam o preço atual, mas, infelizmente, o mercado está se concentrando mais na política e ignorando alguns dos sinais de alerta, especialmente a alta na produção de petróleo dos EUA."

Os estoques de petróleo nos EUA subiram 1,8 milhão de barris na semana até 6 de abril, para 429,1 milhões, de acordo com um relatório do Instituto Americano de Petróleo na terça-feira, comparado com expectativas dos analistas de uma queda de 189 mil barris.

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Confiança do comércio atinge maior nível desde abril de 2014

Alta vem com expressivo avanço dos indicadores de satisfação com a situação atual, retratando um quadro de recuperação de vendas.

Por G1

27/02/2018 08h20 Atualizado há 22 minutos

A confiança do comércio cresceu 0,4 ponto em fevereiro, para 95,5 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (97,8), segundo informou nesta terça-feira (27) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Um aspecto positivo dos resultados do primeiro bimestre de 2018 é o expressivo avanço dos indicadores de satisfação com a situação atual, retratando um quadro de recuperação de vendas e margens. No extremo oposto, o retorno do indicador de expectativas a um patamar inferior aos 100 pontos sugere que a recuperação continuará ocorrendo de maneira gradual”, avalia Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE.

A alta ocorreu em 8 dos 13 segmentos pesquisados e foi determinada pela melhora no índice de situação atual, que avançou 4,8 pontos, atingindo 92,8 pontos, maior resultado desde agosto de 2014 (93,1). Já o índice de expectativas caiu 4 pontos no mês, para 98,4 pontos.

Segundo a FGV, a melhora do índice de situação atual é reforçada pela melhora no indicador que retrata o desconforto do comércio, construído a partir da soma das proporções de empresas que apontam fatores limitativos à melhoria dos negócios tipicamente relacionados ao desconforto empresarial, como demanda insuficiente, custo financeiro e acesso a crédito bancário. A relação entre os dois indicadores (alta de um e queda de outro) tem sido historicamente forte, o que reforça a sinalização de recuperação gradual do setor.

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Acionistas da Usiminas fecham acordo para encerrar disputa iniciada em 2014

Acerto inclui a indicação do presidente do conselho e do presidente executivo da companhia de forma alternada e o compromisso de encerrar ações judiciais de forma amigável.

Por G1

08/02/2018 20h50 Atualizado há 11 horas

Os acionistas controladores da Usiminas, a ítalo-argentino Ternium e a japonesa Nippon Steel, anunciaram um acordo para encerrar disputas sobre a gestão da Usiminas que se arrastam desde 2014. A informação está em comunicado a investidores divulgado na noite desta quinta-feira (8).

O acerto inclui um pacto de governança, que prevê a indicação do presidente do conselho e do presidente executivo da companhia de forma alternada por cada um dos grupos. Ele também prevê mecanismos de saídas dos acionistas do capital da empresa e um compromisso de que vão encerrar as disputas judiciais envolvendo a empresa de forma amigável.

Desavenças

A disputa entre os sócios da Usiminas começou em 2014, quando a empresa anunciou a destituição do então presidente, Julián Eguren, e outros dois diretores, após votação no conselho de adminisitração. Eguren era ligado ao grupo Ternium e como seu substituto foi escolhido o executivo Rômel de Souza, mais próximo ao grupo Nippon. Por sua vez, Souza foi destituído da presidência em março do ano passado.

As empresas entraram em uma sequência de disputas de poder pela gestão da companhia, que desencadearam uma série de ações na Justiça. A solução do impasse era considerada tão difícil que até mesmo a cisão da companhia foi considerada, embora não avançou.

Nesse contexto, a Usiminas enfrentou uma grave crise e teve de fazer uma reestruturação financeira para evitar a recuperação judicial. 

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