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Petrobras estuda distribuição trimestral de dividendos para seus acionistas

Conselho colocará tema em pauta e, caso aprovado, será encaminhado para deliberação dos acionistas

INFOMONEY, 15 mar, 2018 08h56

SÃO PAULO - Junto ao resultado do quatro trimestre, cujo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou abaixo do esperado pelo mercado, a Petrobras (PETR4) anunciou que estuda distribuição trimestral de dividendos. Caso aprovado pelo conselho, o estudo será encaminhado para deliberação dos acionistas.

O conselho da estatal determinou a realização de estudos para alterações no estatuto social com objetivo de estabelecer pagamentos trimestrais de dividendos ou de JCP (Juros sobre Capital Próprio), como pretende possibilitar o pagamento de dividendos intermediários à conta da reserva de lucros.

Por conta dos seguidos prejuízos, desde 2014 a Petrobras não distribui dividendos para seus acionistas, que também devem ficar sem a remuneração este ano, uma vez que a empresa reportou prejuízo de R$ 446 milhões no ano passado.

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Acionistas minoritários protocolam queixa na Anatel contra executivos da Oi

Associação questiona atuação da atual diretoria e fala em 'histórico de práticas ilegais dos atuais administradores'.

Por Valor Online

15/02/2018 17h51 Atualizado há 14 horas

A Associação dos Investidores Minoritários (Aidmin) informou nesta quinta-feira (15), por meio de nota, que protocolou notificação na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com queixa contra gestores da Oi por supostas práticas ilegais que teriam causado prejuízos à companhia, a seus acionistas e clientes.

A notificação cita especificamente o presidente da Oi, Eurico Teles; o diretor financeiro, Carlos Augusto Brandão; e o presidente do conselho de administração transitório da operadora, José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha.

O texto menciona uma suposta associação criminosa entre antigos acionistas, diretores, membros e ex-membros da administração da Oi, os quais teriam “de forma organizada, metódica e frequente praticado ao longo de anos atos ilegais” com a finalidade de obter vantagens.

Representantes da Aidmin estiveram presentes à reunião de acionistas realizada no Rio de Janeiro, em 7 de fevereiro, tendo votado pela abertura de processos de responsabilidade civil contra Teles e Brandão, em linha com o posicionamento da Pharol (ex-Portugal Telecom) e com o investidor Nelson Tanure. Tanto a Pharol como Tanure vêm se

Oi manifesta estanheza e diz que tomará medidas

Em comunicao, a Oi manifestou "estranheza as manifestações da Aidmin" e disse que tomará as devidas medidas para proteger sua reputação e seu negócio.

"Insatisfação em face do resultado de uma assembleia legítima homologada pela Justiça é uma coisa. Outra, bem distinta e injustificável, é proferir acusações desprovidas de fundamentos, lançadas por uma suposta entidade representativa de minoritários, de forma a tentar prejudicar pessoas e desviar o foco que se tem de dar ao processo de Recuperação Judicial e ao soerguimento das recuperandas", afirmou

No último dia 8, o juiz Ricardo Laffayete Campos, da 7ª Vara Empresarial do Rio, concedeu liminar suspendendo os efeitos de todas as deliberações da assembleia de acionistas que elegeu diretores substitutos, incluindo um novo presidente para operadora.

O juiz acolheu pedido da própria Oi, que afirmou que a assembleia realizada por acionistas minoritários foi ilegal e afrontou decisão judicial que homologou o plano de recuperação, afetando a credibilidade do grupo no mercado e dificultando o prosseguimento de negócios em curso.

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Acionistas da Eletrobras aprovam privatização de 6 distribuidoras do Norte e Nordeste

Para viabilizar leilão, acionistas aprovaram ainda que Eletrobras assuma dívidas dessas distribuidoras que podem chegar a R$ 19,7 bilhões. Reunião foi marcada por protestos.

Por Laís Lis, G1, Brasília

08/02/2018 18h34 Atualizado há 13 horas

Acionistas da Eletrobras aprovaram, em assembleia realizada nesta quinta-feira (8), em Brasília, a privatização de 6 distribuidoras de energia administradas pela estatal e que ficam em estados do Norte e do Nordeste.

Na assembleia, os acionistas aprovaram ainda a proposta de que a Eletrobras assuma R$ 11,2 bilhões em dívidas das distribuidoras com a própria estatal, além de outros R$ 8,5 bilhões em créditos e obrigações que essas empresas têm com fundos do setor elétrico.

Caso os R$ 8,5 bilhões acabem virando dívida, a Eletrobras assumirá um passivo de R$ 19,7 bilhões.

As seis distribuidoras que serão colocadas à venda são: Amazonas Distribuidora de Energia, que atende ao estado do Amazonas; Boa Vista Energia, que atende Roraima; Centrais Elétricas de Rondônia, que atende Rondônia; Companhia de Eletricidade do Acre, que atende aos consumidores do Acre; Companhia Energética de Alagoas, que atua em Alagoas; e Companhia de Energia do Piauí.

O governo pretende fazer o leilão das distribuidoras ainda no primeiro semestre de 2018.

Protesto

A assembleia de acionistas que analisou a privatização das seis distribuidoras começou com cerca de 3 horas de atraso, devido a um protesto contra a privatização da estatal, anunciada pelo governo no ano passado, e prevista para ocorrer ainda em 2018.

A assembleia estava prevista para começar às 14h, mas isso só aconteceu por volta das 17h15.

Com faixas e camisetas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), os manifestantes bloquearam a entrada do prédio onde a reunião estava prevista para acontecer, na região central de Brasília.

Diante do bloqueio da entrada do prédio, os acionistas que ficaram do lado de fora foram para uma outra torre, onde também funciona uma sala da Eletrobras, e participam da assembléia à distância, por teleconferência.

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Acionistas da Usiminas fecham acordo para encerrar disputa iniciada em 2014

Acerto inclui a indicação do presidente do conselho e do presidente executivo da companhia de forma alternada e o compromisso de encerrar ações judiciais de forma amigável.

Por G1

08/02/2018 20h50 Atualizado há 11 horas

Os acionistas controladores da Usiminas, a ítalo-argentino Ternium e a japonesa Nippon Steel, anunciaram um acordo para encerrar disputas sobre a gestão da Usiminas que se arrastam desde 2014. A informação está em comunicado a investidores divulgado na noite desta quinta-feira (8).

O acerto inclui um pacto de governança, que prevê a indicação do presidente do conselho e do presidente executivo da companhia de forma alternada por cada um dos grupos. Ele também prevê mecanismos de saídas dos acionistas do capital da empresa e um compromisso de que vão encerrar as disputas judiciais envolvendo a empresa de forma amigável.

Desavenças

A disputa entre os sócios da Usiminas começou em 2014, quando a empresa anunciou a destituição do então presidente, Julián Eguren, e outros dois diretores, após votação no conselho de adminisitração. Eguren era ligado ao grupo Ternium e como seu substituto foi escolhido o executivo Rômel de Souza, mais próximo ao grupo Nippon. Por sua vez, Souza foi destituído da presidência em março do ano passado.

As empresas entraram em uma sequência de disputas de poder pela gestão da companhia, que desencadearam uma série de ações na Justiça. A solução do impasse era considerada tão difícil que até mesmo a cisão da companhia foi considerada, embora não avançou.

Nesse contexto, a Usiminas enfrentou uma grave crise e teve de fazer uma reestruturação financeira para evitar a recuperação judicial. 

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