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S&P reafirma rating do Brasil em BB-, com perspectiva estável

Após as eleições tanto o futuro presidente quanto o Congresso "enfrentarão um cenário fiscal desafiador", segundo a 

 

O Estado de S. Paulo,

 

SÃO PAULO - A agência de classificação de risco S&P Global Ratings reafirmou a nota de crédito em moeda estrangeira do Brasil em BB- e manteve a perspectiva estável.

Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (9), a S&P apontou que, após as eleições gerais no País, tanto o futuro presidente quanto o Congresso "enfrentarão um cenário fiscal desafiador e a necessidade de implementar uma legislação significativa para corrigir a derrapagem fiscal estrutural e aumentar a dívida para reverter uma fraqueza dos ratings". De acordo com a agência, o atraso no avanço das medidas fiscais corretivas até o momento e a incerteza com a questão política "pesam sobre a credibilidade soberana do Brasil".

Apesar disso, a agência manteve a perspectiva estável ao apontar que o perfil externo comparativamente sólido do Brasil e a flexibilidade e credibilidade da política monetária e cambial do país "ajudaram a ancorar o rating de longo prazo em BB-". A S&P diz, ainda, que vê um crescimento lento e fraquezas fiscais como as principais restrições de crédito. "A economia diversificada saiu de uma forte contração de vários anos, mas esperamos que o crescimento permaneça abaixo de seus pares. Os altos déficits do governo persistem, com a dívida prevista para continuar a subir até 2021", afirma a agência.

"Apesar dos esforços do governo Temer, a falta de progresso e de apoio substancial em toda a classe política brasileira para medidas de correção fiscal mais fortes e mais rápidas exacerbaram as vulnerabilidades fiscais subjacentes do Brasil", aponta a agência. Para ela, isso representa um cenário "desafiador" para o próximo presidente e para o próximo Congresso. A S&P diz ter um cenário base de progresso nessa questão, "mas não necessariamente uma resposta robusta e rápida após as eleições, dados os riscos sobre a capacidade do novo presidente de formar uma coalizão coesa".

A agência acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil crescerá 1,6% em 2018, "um pouco menos que o esperado anteriormente". Entre 2019 e 2021, a S&P estima um crescimento em média de 2,3% e diz que as perspectivas de expansão da economia brasileira foram e continuarão a ser inferiores às de outros países em um estágio similar de desenvolvimento. Além disso, a S&P espera que a dívida do governo geral aumente de 57% do PIB em 2016 para 72% em 2021.

Além disso, a agência afirma que a inflação deve acelerar um pouco neste e no próximo ano, mas ressalta que os índices de preços permanecerão dentro das metas estabelecidas nesse período.

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Lucro líquido do BB sobe 22,3% e atinge R$ 3,24 bilhões no 2º trimestre de 2018

Resultado veio acima do esperado pelo consenso do mercado

SÃO PAULO - O Banco do Brasil (BBAS3 -2,8%) divulgou nesta quinta-feira (9) os resultados do segundo trimestre de 2018, com um lucro líquido ajustado de R$ 3,2 bilhões. O valor representa uma alta de 22,3% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 7,1% em relação ao primeiro trimestre deste ano. Segundo a Bloomberg, o número veio levemente acima do esperado, de R$ 3,14 bilhões. 

De acordo com o BB, o resultado positivo foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, controle das despesas administrativas e menores provisões de crédito. O banco também reportou um aumento do Retorno Sobre Patrimônio Líquido para 13,3% e um resultado de R$ 6,3 bilhões no semestre. 

A primeira metade do ano, segundo a instituição financeira, foi marcada por um crescimento das rendas de tarifas influenciadas principalmente pela linha de conta corrente, com aumento de 7,2% no período. Houve aumento também nas receitas com pacote de serviços e nas tarifas relacionadas à administração de fundos (+13,2%). 

O semestre foi marcado por uma melhora da qualidade de crédito. Ao final de junho, a carteira de crédito ampliada manteve desempenho positivo em R$ 685,4 bilhões - um crescimento de 1,5% em relação a março de 2018. No segmento de pessoa física, o BB apresentou alta de 2,2% tanto no segundo trimestre como na comparação anual. Já a carteira da pessoa jurídica encolheu 6,2% no último trimestre. Ao mesmo tempo, a carteira agronegócios ampliada teve alta de 2,1% em relação a março e o crédito rural cresceu 5,1% em comparação com o trimestre anterior. 

Com relação ao índice de inadimplência acima de 90 dias, este segue em queda pelo quarto trimestre consecutivo. Também recuou a provisão líquida de recuperação, que caiu 32% em relação ao mesmo período do ano passado. 

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Petrobras capta R$ 6,5 bilhões em crédito à exportação com BB

Empresa também liquidou notas de crédito de R$ 7,5 bilhões que venciam entre 2019 e 2021.

Por Reuters

07/03/2018 21h10 Atualizado há 11 horas

A Petrobras informou nesta quarta-feira (7) que assinou em 26 de fevereiro novo contrato para financiamento a exportações no valor de R$ 6,5 bilhões, com vencimento em 2024.

Segundo uma nota divulgada ao mercado, a Petrobras informou ainda que simultaneamente liquidou antecipadamente notas de crédito à exportação (NCEs) emitidas em favor do BB, cujo saldo devedor (principal) somava R$ 7,5 bilhões. Os contratos liquidados venciam entre 2019 e 2021.

A petroleira vem realizando um amplo trabalho em busca de melhorar o perfil da dívida, a maior do setor no mundo, reduzindo custos e alongando valores devidos no mercado.

A Petrobras prevê reduzir sua dívida líquida para US$ 77 bilhões até o fim deste ano, volume 12,6% menor que a registrada no terceiro trimestre de 2017, disse a petroleira em fevereiro.

A estatal afirmou ainda que as obrigações financeiras e não financeiras do novo contrato entre Petrobras e o BB estão de acordo com as práticas adotadas no mercado e nos demais contratos de dívida da estatal, e a precificação está em linha com o custo médio da dívida da companhia.

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