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Indicador que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil voltou ao nível registrado em dezembro de 2016.

Por Reuters

08/11/2018

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) recuou em outubro pelo oitavo mês seguido, indicando elevada incerteza no mercado de trabalho, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, registrou em outubro queda de 0,2 ponto sobre o mês anterior e chegou a 90,8 pontos, voltando ao nível registrado em dezembro de 2016.

O IAEmp "teve mais um recuo mostrando a continuação do processo de ajuste de expectativas. O recuo do IAEmp mostra a reversão do otimismo quanto ao dinamismo da atividade econômica que teve desempenho abaixo do esperado em 2018. Além disso, ainda existe a incerteza quanto ao crescimento em 2019", explicou o economista da FGV/Ibre Fernando de Holanda Barbosa Filho em nota.

O Indicador Coincidente de Emprego (ICD), que capta a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho, mostrou no mês avanço de 2,6 pontos em outubro, para 100,2 pontos, voltando ao nível de dezembro de 2017, quando atingiu 100,3 pontos.

"O aumento do ICD mostra um mercado de trabalho ainda bastante difícil para o trabalhador. O recuo suave das taxas de desemprego ainda não foi suficiente para fazer com que o trabalhador sinta uma melhora na situação atual do mercado de trabalho", acrescentou Barbosa Filho.

O mercado de trabalho do Brasil continuou em lenta recuperação no terceiro trimestre com queda na taxa de desemprego a 11,9% em relação aos três meses anteriores, porém ainda marcado pelo desânimo dos trabalhadores e pela informalidade.

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IGP-M subiu 0,89% em outubro. Em 12 meses, alta acumulada é de 10,79%.

Por G1

30/10/2018

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta e ficou em 0,89% em outubro, depois de subir 1,52% em setembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (30).

Com este resultado, o índice acumula alta de 9,25% no ano e de 10,79% em 12 meses.

Em outubro de 2017, o índice havia subido 0,20% e acumulava queda de 1,41% em 12 meses.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis. Em 2018, o índice tem subido bem acima da inflação oficial do país, medida pelo IPCA. Mas com o mercado imobiliário ainda desaquecido e os preços dos imóveis ainda em queda, especialistas apontam que há espaço para negociação com os proprietários.

O IGP-M sofre uma influência considerável das oscilações do dólar, além das cotações internacionais de produtos primários, como as commodities e metais.

Atacado e varejo

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede os preços no atacado e que responde a 60% no cálculo do IGP-M, desacelerou de 2,19% em setembro para 1,11% em outubro. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa de variação passou de 0,19% para 0,91%, no mesmo período.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas caiu 0,11% em outubro, após subir 3,53% em setembro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), relativo aos preços no varejo, que responde a 30% do cálculo, subiu 0,51% em outubro, ante 0,28% em setembro. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,01% para 0,70%), com destaque para o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou -5,61% para 10,13%.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que também é usado para calcular o IGP-M, mas com peso menor do que os outros subíndices, subiu 0,33% em setembro, contra 0,17% em agosto.

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Índice retornou a nível próximo ao de maio, mas ainda se mantém em patamar baixo em termos históricos. Segundo FGV, fim do período eleitoral gera expectativas de melhora.

Por G1

24/10/2018

Após duas quedas mensais seguidas, a confiança do consumidor brasileiro cresceu em outubro, em meio às expectativas sobre o desfecho das eleições e redução da incerteza política, informou nesta quarta-feira (24) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em outubro, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas avançou para 86,1 pontos, ante 82,1 pontos em setembro, retornando a nível próximo a maio deste ano (86,9 pontos), se mantendo ainda em patamar baixo em termos históricos.

“O resultado mostra que, apesar de ainda não ter o resultado das urnas, o consumidor está esperançoso e otimista em relação aos próximos meses. O fim do período eleitoral diminui a incerteza política e gera expectativa de mudanças na condução da política econômica para o início do novo governo. O efeito 'lua de mel' é esperado, mas a continuidade desses ganhos na confiança dependerá de ações efetivas do próximo presidente”, afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem do Consumidor.

Segundo a FGV, o subíndice que mais contribuiu para o avanço da confiança em outubro foi o de ímpeto de compras. O indicador que mede a intenção de compras de bens duráveis subiu 12 pontos atingindo 90,7 pontos, maior nível desde outubro de 2014 (92,9).

Segundo a FGV, houve aumento da confiança em todas as classes de renda, exceto para as famílias com renda entre R$ 4.800 e R$ 9.600. O maior avanço foi na classe de renda com menor poder aquisitivo (renda familiar até R$ 2.100 mensais), cujo índice subiu 9,3 pontos.

O levantamento coletou informações de 1944 domicílios entre os dias 01 e 20 de outubro.

Em outubro, o Índice de Situação Atual (ISA) registrou queda de 0,4 ponto, para 71,9 pontos. Mas esse resultado foi compensado pelo ganho de 6,9 pontos no Índice de Expectativas (IE), que foi a 96,6 pontos, o maior nível desde abril de 2018.

O indicador sobre as perspectivas para a situação econômica nos seis meses seguintes registrou avanço de 6,1 pontos, para 106,1 pontos, o patamar mais elevado desde maio de 2018.

O cenário no Brasil é de ritmo fraco de crescimento da atividade econômica aliada a um desemprego ainda elevado e incertezas acentuadas com o cenário eleitoral, o que vem contendo o ímpeto de consumo e de investimentos.

Segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, a expectativa do mercado é que a economia cresça 1,34% em 2018, menos da metade do que era esperado do começo do ano.

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Índice chegou ao menor patamar desde setembro do ano passado.

Por G1

01/10/2018

A confiança dos empresários caiu pelo sexto mês seguido, um recuo de 1,9 ponto em setembro. Assim, o índice chegou ao menor patamar desde setembro do ano passado, a 89,5 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) nesta segunda-feira (1) .

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança de quatro setores: indústria, serviços, comércio e construção.

Apenas o confiança no setor de construção avançou em relação ao mês anterior, ao subir 0,9 ponto em setembro. Já a confiança da Indústria, que variou negativamente em 3,6 pontos, exerceu a maior contribuição para a queda do índice.

Situação atual e expectativas

A percepção dos empresários sobre o momento presente da economia também piorou no último mês, segundo a FGV. O Índice de Situação Atual caiu 0,8 ponto em setembro, ao atingir 88,4 pontos.

Já o Índice de Expectativas (IE-E), que mede a perspectiva dos empresários para o futuro, recuou pelo terceiro mês consecutivo, em 1,3 ponto, para 95,4 pontos.

Em setembro, a disseminação de alta da confiança recuou para 37% dos 49 segmentos que integram o ICE. No mês passado esta parcela havia sido de 51%.

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Índice voltou a cair em setembro depois de esboçar uma melhora no mês anterior, o que indica que os empresários ainda estão preocupados e incertos com o rumo da economia.

Por Reuters

26/09/2018

A confiança do comércio no Brasil caiu em setembro e atingiu o menor nível em cerca de um ano diante das incertezas em relação à economia, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (26).

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 1,2 ponto e chegou a 88,7 pontos em setembro, atingindo o menor valor desde agosto de 2017 (84,4 pontos).

"A nova queda da confiança do Comércio em setembro parece refletir a incerteza em relação ao ritmo esperado para a economia nos últimos meses do ano", explicou em nota o coordenador da FGV/IBRE, Rodolpho Tobler.

O levantamento de setembro mostrou que a confiança do comércio ocorreu em nove dos 13 segmentos pesquisados.

A FGV informou que o Índice de Expectativas (IE-COM) recuou 2,4 pontos, para 92,2 pontos, influenciado principalmente pela piora do indicador da tendência dos negócios nos seis meses seguintes.

Já o Índice da Situação Atual (ISA-COM) permaneceu estável em 85,7 pontos, após quatro quedas seguidas

"O Índice de Expectativas voltou a cair depois de esboçar uma melhora no mês anterior, sugerindo que os empresários ainda estão preocupados e incertos com o rumo da economia", completou Tobler.

O momento agora no país é de incertezas e preocupações com o cenário eleitoral, em um ambiente de economia ainda em ritmo fraco de crescimento e desemprego em dois dígitos que freia os gastos dos consumidores.

Nesta semana, a FGV informou que seu índice de confiança do consumidor brasileiro diminuiu em setembro pelo segundo mês seguido também devido a piora das expectativas para os próximos meses em meio à frustração com a recuperação lenta do mercado de trabalho.

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Índice voltou ao nível de junho, quando a confiança havia sido abalada pela greve dos caminhoneiros.

Por Reuters

24/09/2018

A confiança do consumidor brasileiro diminuiu em setembro pelo segundo mês seguido devido a piora das expectativas para os próximos meses em meio à frustração com a recuperação lenta do mercado de trabalho, informou nesta segunda-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com queda de 1,7 ponto em relação a agosto, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) chegou em setembro a 82,1 pontos, voltando ao nível de junho, quando a confiança havia sido abalada pela greve dos caminhoneiros do mês anterior.

"O resultado parece estar diretamente relacionado à situação financeira das famílias e à lenta recuperação do mercado de trabalho. Apesar de adicionar dúvidas, o cenário político-eleitoral não parece ser o principal fator para a queda do indicador em setembro", disse a coordenadora da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt, em nota.

A atividade econômica no Brasil atualmente vem apresentando um ritmo fraco de crescimento, marcada pelo desemprego em dois dígitos e ampla capacidade ociosa.

Apesar de uma leve melhora das avaliações sobre a situação atual, o resultado de setembro teve como base a piora das expectativas para os próximos meses.

O Índice de Situação Atual (ISA) avançou 0,9 ponto, para 72,3 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuou 3,3 pontos, para 89,7 pontos, registrando o menor nível desde fevereiro de 2017.

Segundo a FGV, o indicador que mede o grau de satisfação com a economia no momento caiu 1,1 ponto em setembro, retornando ao nível de junho de 77,5 pontos). Já o indicador que mede o otimismo com relação à evolução da economia recuou 3,4 pontos, chegando a 100,0 pontos, o patamar mais baixo desde maio de 2016.

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Indicador reforça leitura de perda de fôlego da recuperação da economia em 2018.

 

Por Reuters

18/09/2018

 

A intenção de investimentos da indústria no Brasil voltou a cair no terceiro trimestre e atingiu o nível mais baixo em um ano, devido ao quadro de incertezas e fraco crescimento econômico, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (18).

 

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria recuou para 113,0 pontos no terceiro trimestre, queda de 3,1 pontos sobre os três meses anteriores, de acordo com a FGV, no nível mais baixo desde o terceiro trimestre do ano passado (105,1 pontos).

 

O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas.

 

"A redução do ímpeto de investimentos industriais no terceiro trimestre é mais um sinal de perda de fôlego da economia em 2018. A contínua elevação das incertezas e o baixo crescimento da economia continuarão contendo uma retomada mais firme dos investimentos até o final deste ano", afirmou, em nota, o superintendente de estatísticas públicas da FGV IBRE, Aloisio Campelo Jr.

 

Mas embora tenha sofrido a segunda queda seguida, o indicador de intenção de investimentos permanece acima de 100 pontos, nível em que a proporção de empresas que prevê aumentar o volume de investimentos produtivos nos 12 meses seguintes é superior à das que projetam reduzir os investimentos, destacou a FGV.

 

No terceiro trimestre, a proporção de empresas que estavam certas quanto à execução do plano de investimentos era de 27,5%, ante 31,9% de empresas incertas.

 

A economia brasileira vem mostrando um ritmo lento de crescimento, com avanço do Produto Interno Bruto (PIB) de apenas 0,2 por cento no segundo trimestre sobre o período anterior, segundo dados do IBGE, em meio ao desemprego ainda alto e às incertezas às vésperas da eleição presidencial de outubro.

 

Para este ano, os economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central vêm reduzindo suas projeções para o PIB, e preveem agora um crescimento de 1,36 por cento.

 

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Segundo pesquisador, índice sinaliza uma recuperação moderada na atividade para os próximos meses.

Por Reuters

29/08/2018

 

As expectativas dos empresários para os próximos meses melhorou e a confiança do setor de serviços apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) atingiu em agosto o nível mais alto em quatro meses, apontando para uma recuperação moderada na atividade.

Os dados divulgados nesta quarta-feira mostraram que o Índice de Confiança de Serviços (ICS) registrou em agosto alta de 1,5 ponto e foi a 89,0 pontos, segunda alta seguida e maior patamar desde abril.

"O novo aumento da confiança dos serviços em agosto sugere que a fase de queda deste indicador, observada desde o início do segundo trimestre, pode estar chegando ao fim, reforçando que talvez o momento seja de estabilização da curva de confiança do setor", explicou em nota o consultor da FGV Silvio Sales.

O Índice de Expectativas (IE-S) foi o responsável pelo resultado do mês ao avançar 2,9 pontos, para 91,5 pontos, depois de ter registrado cinco meses consecutivos de queda, com destaque para o indicador que mede a demanda para os próximos três meses.

O Índice da Situação Atual (ISA-S), por sua vez, se manteve estável em agosto, em 86,7 pontos.

"As expectativas apresentam, pela primeira vez em cinco meses, um avanço na margem em agosto. Com isso, permanece a sinalização de uma recuperação moderada na atividade para os próximos meses", completou Sales.

A confiança de serviços acompanha a alta registrada no sentimento do comércio brasileiro, embora no setor industrial e de construção a confiança tenha recuado em agosto, bem como entre os consumidores. 

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Segundo a FGV, a escassez de boas notícias e bons resultados, e o elevado nível de incerteza mantido por questões internas e externas tornam a recuperação da confiança mais distante.

Por G1

28/08/2018

O índice de confiança da indústria recuou 0,4 ponto em agosto, para 99,7 pontos, menor desde janeiro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo Tabi Thuler Santos, coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV IBRE, a fragilidade da recuperação industrial, retratada ao longo do ano, culmina em agosto com o índice registrando nível inferior aos 100 pontos, que retrata baixa confiança pela primeira vez desde janeiro.

"A escassez de boas notícias e bons resultados, e o elevado nível de incerteza mantido por questões internas e externas tornam a recuperação da confiança mais distante no horizonte temporal”, afirma.

O índice da situação atual caiu 1,1 ponto, para 97,9 pontos. Mantendo-se acima do nível neutro, o índice de expectativas subiu 0,3 ponto, para 101,4 pontos.

A queda do índice da situação atual atingiu 12 dos 19 segmentos, enquanto a melhora das expectativas atingiu menos da metade dos segmentos (9 de 19).

O nível dos estoques foi o único componente a piorar dentre as percepções sobre a situação atual e, portanto, foi determinante para a queda em agosto. O percentual de empresas com estoques excessivos subiu de 7,6% para 9,3%. A parcela de empresas com estoques insuficientes também subiu, mas em menor proporção, ao passar de 4,3% para 4,8% do total.

As expectativas com a evolução do pessoal ocupado nos três meses seguintes foram a principal influência na melhora em agosto. Após forte queda no mês anterior, o indicador das expectativas subiu 2,1 pontos, para 97,7 pontos. Houve diminuição da proporção de empresas prevendo aumento do quadro de pessoal, de 17,4% para 17,1%. A parcela das que esperam redução caiu em maior proporção, de 15% para 12,6% do total.

O nível de utilização da capacidade instalada avançou 0,3 ponto percentual em agosto, para 76%, resultado insuficiente para compensar as quedas registradas nos dois meses anteriores.

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Já o comércio registrou a primeira alta no índice de confiança da Fundação Getulio Vargas, após uma sequência de quatro quedas

Vinicius Neder, O Estado de S.Paulo

24 Agosto 2018

RIO - A confiança do consumidor caiu 0,4 ponto em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, informou na manhã desta sexta-feira, 24, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) passou de 84,2 pontos em julho para 83,8 pontos em agosto. Em julho, houve alta de 2,1 pontos ante junho.

"Diante da lenta recuperação do mercado de trabalho, do alto nível de incerteza, do risco de aceleração da inflação e das dificuldades de se alcançar o equilíbrio orçamentário familiar, os consumidores mantêm uma postura conservadora e cautelosa quanto aos gastos discricionários", diz Viviane Seda Bittencourt, coordenadora da Sondagem do Consumidor, em nota. Para a FGV, o desânimo dos consumidores "terá um efeito redutor sobre o consumo das famílias ao longo do segundo semestre".

Em agosto, o Índice de Situação Atual (ISA) caiu 2,7 pontos, para 71,4 pontos, devolvendo a alta do mês anterior. Já o Índice de Expectativas (IE) avançou 1,1 ponto em relação ao mês anterior, para 93,0 pontos, o segundo aumento consecutivo desse indicador.

O indicador que mede a satisfação dos consumidores com a situação atual da economia variou 0,5 ponto entre julho e agosto, para 78,6 pontos. "Apesar disso, o índice se mantém abaixo do nível anterior à greve dos caminhoneiros", diz a nota da FGV. O indicador de satisfação com a situação financeira familiar foi o que mais contribuiu para a queda do ICC em agosto, ao recuar 5,9 pontos e atingir 64,8 pontos, o menor patamar desde agosto de 2017.

O indicador que mede o otimismo com relação à situação econômica nos próximos seis meses subiu 1,1 ponto em agosto, para 103,4 pontos, interrompendo a tendência de queda dos quatro meses anteriores. Já o indicador sobre as expectativas em relação à situação financeira subiu 3,2 pontos para 95,4 pontos, o maior nível desde abril (96,4).

O ICC tem ainda um indicador que mede a intenção de compras de bens duráveis. Esse índice recuou 0,9 ponto, para 81,2 pontos em agosto, menor nível desde outubro de 2017.

Ao desagregar os dados conforme as faixas de renda, o ICC recuou em todas as classes de renda, exceto para os consumidores de renda familiar entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800,00. Para essa faixa, o índice avançou pelo segundo mês consecutivo, com crescimento acumulado de 1,6 ponto, "o que ainda não foi o suficiente para compensar as perdas de junho de 2018", diz a FGV. Para as famílias de renda inferior à R$ 2.100,00, a confiança diminuiu 1,2 ponto entre julho e agosto, a maior queda entre as classes de renda analisadas.

A Sondagem do Consumidor coletou informações de 1.933 domicílios em sete capitais, com entrevistas entre os dias 1 e 21 de agosto.

Comércio

Já o Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 1,1 ponto na passagem de julho para agosto, atingindo 89,9 pontos, na primeira alta após uma sequência de quatro quedas seguidas. Nessas quatro quedas, o índice havia perdido 8,0 pontos no acumulado.

"A reação da confiança do Comércio em agosto é tímida diante dos resultados negativos recentes. As empresas continuam avaliando a situação atual de forma desfavorável, mas já esboçam uma melhora nas expectativas em relação aos próximos meses. A combinação de resultados sinaliza que o setor continua se recuperando lentamente, sujeito aos níveis elevados de incerteza e da também lenta evolução do mercado de trabalho", diz Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio.

A alta da confiança em agosto ocorreu em 10 dos 13 segmentos pesquisados na sondagem da FGV. O Índice de Expectativas (IE-COM) subiu 2,8 pontos, para 94,6 pontos, "influenciado tanto pela melhora do indicador de vendas previstas, que avançou 2,3 pontos para 93,4 pontos, quanto pelo indicador de tendência dos negócios para os próximos seis meses, que subiu 3,2 pontos, para 96,0 pontos", diz a nota da entidade.

Já o Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou 0,8 ponto, para 85,7 pontos, o menor nível desde dezembro de 2017 (85,6 pontos). Entre os componentes do ISA-COM, o indicador de percepção dos empresários com o volume da demanda no momento recuou 0,4 ponto, para 85,9 pontos e o indicador de situação atual dos negócios caiu 1,2 ponto, atingindo 85,9 pontos.

A coleta de dados para a edição de agosto da Sondagem do Comércio foi realizada entre os dias 1 e 22 do mês e obteve informações de 1.206 empresas.

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