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Mercado mantem previsão de inflação para 2018 em 4,11% e alta de 1,5% no PIB

Para 2019, expectativa do mercado para o IPCA permaneceu em 4,10% e previsão de expansão da economia seguiu em 2,5%. Estimativas foram divulgadas pelo Banco Central.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

30/07/2018 08h31 Atualizado há menos de 1 minuto

Os economistas do mercado financeiro mantiveram estimativa de inflação para 2018 em 4,11% e previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) desse ano em 1,5%.

As expectativas dos analistas estão no mais recente boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2018, de 4,11%, continua abaixo da meta de inflação que o Banco Central precisa perseguir neste ano, que é de 4,5% e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida pelo BC se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018.

Para 2019, o mercado financeiro manteve sua expectativa de inflação estável em 4,10%. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Produto Interno Bruto

Além de manter a estimativa de alta do PIB de 2018 em 1,5%, os economistas dos bancos também não alteraram sua previsão de expansão da economia para o próximo ano, que continuou em 2,5%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país.

Taxa de juros

Os analistas do mercado financeiro também mantiveram em 6,50% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018.

Com isso, o mercado estima que a taxa de juros fique estável no atual patamar de 6,50% ao ano na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para esta terça e quarta-feiras (31 e 1º).

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 permaneceu em R$ 3,70 por dólar. Para o fechamento de 2019, ficou estável também em R$ 3,70 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, subiu de US$ 57,5 bilhões para US$ 58 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 49,3 bilhões para US$ 49,15 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, ficou estável em US$ 67,5 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas caiu de US$ 80 bilhões para US$ 70 bilhões. 

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Analistas do mercado financeiro reduzem previsão de inflação para 2018, informa BC

Dados estão no relatório “Focus” do Banco Central. Estimativa de inflação para este ano caiu de 4,15% para 4,11%. Previsão de crescimento do PIB foi mantida em 1,50%.

Por Laís Lis, G1, Brasília

23/07/2018 08h40 Atualizado há menos de 1 minuto

Analistas do mercado financeiro reduziram pela segunda semana seguida a estimativa de inflação para este ano de 4,15% para 4,11%. As informações estão no informe de mercado, também conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central.

Já com relação ao Produto Interno Bruto (PIB), os analistas mantiveram em 1,50% a previsão de crescimento para este ano.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em seu último Relatório de Inflação, o BC reduziu a previsão oficial de crescimento da economia em 2018 de 2,6% para 1,6%.

Na sexta-feira (20), o governo também revisou a previsão de crescimento do PIB de 2018 de 2,5% para 1,6%. Assim, o mercado financeiro segue menos otimista que o governo com relação a previsão de crescimento da economia para este ano.

Na semana passada, os economistas de mercado ouvidos pelo BC não alteraram suas previsões de inflação e PIB para os próximos dois anos.

Para 2019, a previsão de inflação em 4,11% e a previsão de crescimento do PIB em 2,50%. Para 2020 o mercado estima uma inflação de 4% e manteve em 2,50% a previsão de crescimento da economia.

Já para 2021, os economistas reduziam a previsão da inflação de 4% para 3,95%, mas mantiveram a previsão de crescimento do PIB em 2,50%.

Taxa de juros

Os analistas do mercado financeiro também mantiveram, pela oitava semana seguida, em 6,50% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018.

Isso quer dizer que o mercado estima que a taxa de juros fique estável no atual patamar de 6,50% ao ano até o fechamento de 2018.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Com isso, os analistas preveem alta dos juros no ano que vem.

Já para 2020 e 2021 a previsão é de manutenção da taxa em 8% ao ano.

Câmbio, balança e investimentos

Os analistas ouvidos pelo relatório Focus também não mexeram na projeção da taxa de câmbio para o fim de 2018, que ficou estável em R$ 3,70 por dólar.

Para o fechamento de 2019, a previsão para o dólar subiu de R$ 3,68 para R$ 3,70. Já a previsão do dólar para o fechamento de 2020 subiu de R$ 3,64 para R$ 3,67. Para o fechamento de 2021 passou de R$ 3,70 para R$ 3,71 por dólar.

Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, os analistas estimaram uma leve redução na previsão de superávit de US$ 57,81 bilhões para US$ 57,50 bilhões.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado ficou estável em US$ 49,3 bilhões de superávit.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, caiu de US$ 70 bilhões para US$ 67,50 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas caiu de US$ 74,65 bilhões para US$ 70 bilhões.

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Mercado reduz novamente previsão de crescimento do PIB para 2018

Analistas do mercado também elevaram pela oitava semana consecutiva previsão de inflação para 2018, que agora está em 4,17%.

Por Laís Lis, G1, Brasília

09/07/2018 08h55 Atualizado há menos de 1 minuto

Os analistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e elevaram a previsão de inflação para 2018.

No mais recente relatório de mercado, também conhecido como "Focus", divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, os economistas reduziram a previsão de crescimento da economia deste ano de 1,55% para 1,53%.

No relatório divulgado na semana passada, os analistas haviam mantido estável a previsão de crescimento do PIB.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em seu último Relatório de Inflação, o BC reduziu sua previsão oficial de crescimento da economia em 2018 de 2,6% para 1,6%.

Inflação

Pela oitava semana consecutiva os analistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação para 2018, passando de de 4,03% para 4,17%.

Para 2019 os economistas mantiveram a previsão de inflação em 4,1% e em 4% para 2020 e 2021.

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Previsão de relator sobre Previdência frustra Planalto

Arthur Maia defendeu que o texto seja votado neste mês ou retirado da pauta

Folha de São Paulo, 5.fev.2018 às 18h59

O discurso do relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), sobre a conclusão de um texto final para a proposta frustrou as expectativas do Palácio do Planalto.

A duas semanas da data marcada para o início da discussão da reforma no plenário da Câmara, as possíveis mudanças não estão fechadas.

Após uma série de reuniões no fim de semana, o relator reconheceu que pretendia mostrar uma nova versão da mudança nas regras de aposentadoria ao presidente Michel Temer nesta segunda, mas argumentou que não seria possível devido ao impasse nas negociações com as bancadas dos partidos aliados.

Mesmo com a dificuldade em conseguir os 308 votos necessários para fazer avanças a proposta no Congresso, Arthur Maia defendeu que o texto seja votado neste mês ou retirado da pauta da Câmara.

"Estamos em um momento decisivo. Não há como esperar. Ou vota ou tira e acaba com essa conversa. Se não votarmos em fevereiro, não há mais o que ser feito. É a minha opinião", afirmou.

Nesta segunda, a Folha revelou que, caso o governo não conseguir reunir o apoio suficiente para aprovar a reforma em 20 de fevereiro --para quando está marcada a votação --, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), quer tirar a proposta da pauta e deixar o texto como "um legado" para 2019, sob a apreciação de um novo presidente da República.

Minutos após a fala de Arthur Maia, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo), responsável pela articulação política do Planalto, disse que "o ideal" seria divulgar a versão final da proposta até o fim desta semana, antes do feriado de Carnaval.

Para o ministro, é importante que o texto seja conhecido pelos parlamentares --a maior parte ainda refratária à aprovação das mudanças nas regras de aposentadoria -- antes do início da discussão em plenário, marcada para o dia 19 de fevereiro.

"Não chega a ser uma frustração [caso o novo texto não seja apresentado nesta semana]. Realmente é nosso desejo termos já nesta semana o nosso texto definido. Sei também que esse é o pensamento do relator, então ele deve estar trabalhando nesse sentido. Vou conversar com ele", afirmou Marun.

O ministro admitiu, porém, que nos últimos dias ainda não chegaram até ele propostas de flexibilização no texto "corroboradas do compromisso de votos".

A resistência de Marun começa a se tornar um foco isolado no governo, diante do pessimismo dos principais ministros e auxiliares de Temer e do próprio presidente da Câmara quando ao avanço da medida no Congresso.

Em reunião na semana passada, segundo a Folha apurou, ministros do núcleo político do presidente, como Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) já corroboravam a tese de Maia de que, caso não haja apoio suficiente para a reforma no dia 20, é melhor que o texto saia da pauta.

TRANSIÇÃO

Na previsão de Arthur Maia, se a discussão da reforma em plenário começar no dia 19, a votação só deve ocorrer, de fato, na semana seguinte, após um longo processo de debates. A apresentação formal da emenda aglutinativa só ocorrerá quando a discussão tiver início.

Apesar de ter afirmado que não há mudanças fechadas até agora, o relator defendeu flexibilização nas regras de transição. "É muito melhor ceder nas regras transitórias e garantir as permanentes", disse.

Um dos pontos em discussão é o acúmulo de pensão e aposentadoria. De acordo com a última versão, uma pessoa só pode receber os dois benefícios até o limite de dois salários mínimos.

Arthur Maia disse que não é "razoável" permitir o acúmulo sem um limite, mas reconheceu a possibilidade de alterar essa regra de alguma forma.

"Existe proposta que permite acumulação e tem decréscimo percentual a cada ano que passa, para que haja acomodação financeira de um casal de aposentados. Tudo isso está no campo das hipóteses."

Outro trecho da reforma pode ser alterado para atender funcionários públicos. Os servidores que assumiram até 2003 vêm brigando por uma transição mais benéfica. Pela última proposta, eles teriam que esperar até os 65 anos (homem) e 62 (mulher) para ter direito à integralidade do benefício e paridade (reajuste igual ao de servidores da ativa).

Arthur Maia defendeu novamente que sejam feitas mudanças que garantam votos a favor do texto e repetiu que só não é possível mudar a imposição de uma idade mínima para a aposentadoria e a extinção de privilégios.

"Temos que aprovar uma reforma que caiba dentro da condição política que o Congresso Nacional vive neste momento."

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Mercado baixa estimativa de inflação e eleva previsão de alta do PIB para 2018

Analistas também mantiveram expectativa de que o Comitê de Política Monetária, do BC, baixará os juros básicos da economia de 7% para 6,75% ao ano nesta semana, novo piso histórico.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

05/02/2018 08h30 Atualizado há 20 minutos

Os economistas do mercado financeiro revisaram para baixo a estimativa para a inflação neste ano, ao mesmo tempo em que subiram a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2018.

As expectativas do mercado constam no relatório de mercado, também conhecido como "Focus", feito com base em pesquisa realizada na semana passada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, e divulgado nesta segunda-feira (5).

Para a inflação de 2018, a previsão do mercado recuou de 3,95% para 3,94% na semana passada. Com isso, a expectativa dos analistas continua abaixo da meta central de 4,5%, mas dentro do intervalo de tolerância (entre 3% e 6%).

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que, para alcançá-la, eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, o mercado financeiro manteve sua expectativa de inflação estável em 4,25%. A estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%).

Produto Interno Bruto

Para a expansão do PIB de 2018, os economistas dos bancos elevaram sua estimativa de crescimento de 2,66% para 2,70%. Para o ano que vem, a estimativa do mercado para expansão da economia subiu de 2,99% para 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,6%, mas voltou a registrar alta neste ano. No terceiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 0,1%.

Taxa básica de juros

Os analistas do mercado também mantiveram a previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 6,75% ao ano para o final de 2018. Atualmente, a taxa está em 7% ao ano.

Ou seja, o mercado continua estimando redução dos juros nesta semana, quando se reúne o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Se o nível de 6,75% ao ano for atingido, a mínima histórica será renovada.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para os juros básicos da economia continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em R$ 3,30 por dólar. Para o fechamento de 2019, permaneceu inalterado em R$ 3,40 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, caiu de US$ 54,5 bilhões para US$ 54 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 46 bilhões para US$ 45 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, continuou em US$ 80 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável também em US$ 80 bilhões. 

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Previsão de aumento real nos salários do Brasil em 2018 é maior que a média global, diz pesquisa

O índice brasileiro é de 3,3%, mais alto do que a média global, que tem previsão de ganho de 1,5% nos salários reais.

Por Marta Cavallini, G1

10/01/2018 06h01 Atualizado há 2 horas

Os brasileiros devem ter aumentos salariais significativos em 2018, com uma previsão de crescimento real (descontada a inflação) de 3,3%, segundo pesquisa da Korn Ferry, por meio da divisão Hay Group. O levantamento leva em conta a previsão de inflação de 4% para 2018.

O índice é melhor do que o de 2017, quando houve previsão de aumento de 0,4% no salário real.

O índice brasileiro é mais alto do que a média global, que tem previsão de ganho de 1,5% nos salários reais. O índice global vem caindo – em 2017 foi de 2,3%, e em 2016 ficou em 2,5%.

Com a inflação subindo na maior parte do mundo, estamos vendo um corte em aumentos do salário real pelo globo”, disse Bob Wesselkamper, líder global de remunerações e benefícios da Korn Ferry. “A porcentagem de aumento ou diminuição do salário variará por cargo, setor, país e região, mas uma coisa é clara: em média, os funcionários não verão um aumento no pagamento como aconteceu há um ano", ressalta.

América Latina

Funcionários na América Latina devem ver um aumento de 6,2% nos salários e, com a inflação diminuindo na região, os aumentos de salário real chegarão a 2,1%, mais do que o índice de 1,1% do ano passado, segundo o levantamento.

A Argentina é o país do levantamento com a maior previsão de aumento real no salário – 7,3%. A previsão de inflação é de 14,6%.

Na Colômbia, espera-se que a inflação seja de 2,7% em 2018. Com um aumento de salário projetado em 5,3%, isso aumenta os salários reais na Colômbia em 2,6%.

O destaque negativo é a Venezuela, com previsão de redução em 1021,2% nos salários reais – no entanto, devido à inflação extremamente alta, o país foi excluído da média regional e global.

EUA

Nos Estados Unidos, prevê-se um aumento de remuneração de 3%, o mesmo do ano passado. Com a correção da taxa de inflação, prevista em 2%, o aumento do salário real é de 1% – menos do que os 1,9% do ano anterior.

No mundo

A Ásia tem países com aumento real bastante significativo nos salários. As maiores evoluções estão previstas para a Índia (4,7%), o Vietnã (4,6%), a Tailândia (4,5%) e a China (4,2%).

Na Europa Ocidental, o destaque ficou com Chipre, que deverá ter aumento real de 2,4%, com a Irlanda (2%), Itália (1,8%) e Bélgica (1,3%). Reino Unido (-0,5%) e Finlândia (-0,2%) foram os destaques negativos.

No Oriente Médio, os destaques ficam com o Reino do Bahrain (1,9%), Líbano (1,8%), Jordânia (1,6%) e Iraque (1%).

Gana (5,9%), Zâmbia (5,4%) e Moçambique (3,5%) se destacaram com maiores aumentos reais na África.

Estudo

Os dados foram coletados na ferramenta de pagamento da Korn Ferry, o PayHub, que contém dados de mais de 20 milhões de funcionários em 25 mil organizações em mais de 110 países.

O levantamento mostra previsões de aumentos de salários feitas por departamentos globais de RH para 2018 e as compara com as previsões feitas no ano anterior para 2017. A comparação é feita ainda com dados sobre inflação da unidade de inteligência da Economist

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