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Após dois anos, comércio volta a crescer e fecha 2017 em alta de 2%

Resultado foi influenciado pelo aumento das vendas de móveis e eletrodomésticos, segundo o IBGE.

Por G1

09/02/2018 09h00 Atualizado há menos de 1 minuto

O comércio varejista brasileiro cresceu 2% em 2017, após dois anos de fortes quedas. O resultado foi influenciado pelas vendas de móveis e eletrodomésticos, que voltaram a aumentar com a queda das taxas de juros. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9).

O setor de hipermercados também vendeu mais em 2017, 1,4%, e ajudou o varejo brasileiro a dar sinais de recuperação.

Apesar do avanço, o IBGE pondera que que ainda é cedo para falar em recuperação total. “2017 rompe um período de dois anos de queda nas vendas nacionais, mas ainda está longe de recuperar a perda de 10,2% acumulada nesse período”, disse Isabella Nunes, gerente da pesquisa do IBGE.

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Mercado baixa estimativa de inflação e eleva previsão de alta do PIB para 2018

Analistas também mantiveram expectativa de que o Comitê de Política Monetária, do BC, baixará os juros básicos da economia de 7% para 6,75% ao ano nesta semana, novo piso histórico.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

05/02/2018 08h30 Atualizado há 20 minutos

Os economistas do mercado financeiro revisaram para baixo a estimativa para a inflação neste ano, ao mesmo tempo em que subiram a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2018.

As expectativas do mercado constam no relatório de mercado, também conhecido como "Focus", feito com base em pesquisa realizada na semana passada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, e divulgado nesta segunda-feira (5).

Para a inflação de 2018, a previsão do mercado recuou de 3,95% para 3,94% na semana passada. Com isso, a expectativa dos analistas continua abaixo da meta central de 4,5%, mas dentro do intervalo de tolerância (entre 3% e 6%).

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que, para alcançá-la, eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, o mercado financeiro manteve sua expectativa de inflação estável em 4,25%. A estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%).

Produto Interno Bruto

Para a expansão do PIB de 2018, os economistas dos bancos elevaram sua estimativa de crescimento de 2,66% para 2,70%. Para o ano que vem, a estimativa do mercado para expansão da economia subiu de 2,99% para 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,6%, mas voltou a registrar alta neste ano. No terceiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 0,1%.

Taxa básica de juros

Os analistas do mercado também mantiveram a previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 6,75% ao ano para o final de 2018. Atualmente, a taxa está em 7% ao ano.

Ou seja, o mercado continua estimando redução dos juros nesta semana, quando se reúne o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Se o nível de 6,75% ao ano for atingido, a mínima histórica será renovada.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para os juros básicos da economia continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em R$ 3,30 por dólar. Para o fechamento de 2019, permaneceu inalterado em R$ 3,40 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, caiu de US$ 54,5 bilhões para US$ 54 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 46 bilhões para US$ 45 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, continuou em US$ 80 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável também em US$ 80 bilhões. 

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Petrobras chega a 50% de alta em um mês com rumores sobre balanço e venda da Braskem

13/04/2015 17:26

Estatal fica entre os maiores ganhos do Ibovespa com novo fluxo de notícias positivas e chega a disparar 8% apenas nesta sessão

SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3; PETR4) voltou a ser destaque nesta segunda-feira (13) e ajudou o Ibovespa a evitar um dia de queda em meio a um noticiário agitado para a estatal. As ações da companhia ficaram entre as maiores do índice após uma série de novidades, incluindo a informação sobre a possível venda da participação da petrolífera na Braskem (BRKM5).

Os papéis ordinários da estatal subiram 4,99%, para R$ 12,42 - chegando a subir 8,45% na máxima do dia -, enquanto os preferenciais avançaram 3,81%, a R$ 12,27, após baterem 7,87% de valorização na máxima do pregão. Com isso, os ganhos acumulados pelos ativos nos últimos 30 dias supera os 50%. No último mês, as ações ON já se valorizaram 52,39%, enquanto as PN acumulam alta de 47,83%.
O noticiário para a Petrobras segue movimentado entre notícias sobre possível nova emissão de ações, expectativa sobre divulgação de resultados e possíveis mudanças no regime de partilha De acordo com o estrategista-chefe da XP Investimentos, Celson Plácido, não há muitas novidades, mas uma série de boas notícias faz os papéis da companhia dispararem, apesar da alta ser considerada "exagerada" por ele.
Em primeiro lugar, o fluxo dos estrangeiros após a abertura da Bolsa americana influencia positivamente o índice, em meio ao cenário de maior "calmaria" política, com a relação amistosa entre Dilma Rousseff e Joaquim Levy, enquanto os protestos de domingo se mostraram mais fracos em relação aos de março, o que deve dar maior tempo para o governo responder aos protestos.
Soma-se a isso a notícia do Broadcast que a Petrobras pretende vender a participação que detém na Braskem, controlada pela estatal em conjunto com a Odebrecht, como parte do plano de desinvestimentos da ordem de US$ 13,7 bilhões. Caso encontre interessado, o que não será fácil, poderá obter cerca de R$ 2,8 bilhões, correspondentes à fatia de 36,1% que possui na petroquímica. Este valor pode ser acrescido de 30% por um prêmio de controle, o que elevaria o total a ser embolsado pela Petrobras para R$ 3,6 bilhões.
Além disso, segundo informações da Bloomberg, cada vez mais, deputados e senadores tanto da oposição quanto aliados do governo concordam em abrir a exploração das áreas do pré-sal a petrolíferas estrangeiras. Segundo eles, o escândalo de corrupção da Petrobras e a enorme quantia de dívida da estatal limitam sua capacidade de desenvolver estas áreas. Há pelo menos 3 projetos de lei em comissões do Congresso que propõem a mudança do modelo de partilha ou eliminam exigência de que Petrobras participe de todos os leilões do pré-sal.
Enquanto isso, olhando para os resultados, a companhia reconhece que as perdas contábeis ainda estão sendo avaliadas, e ainda não há data para divulgação do balanço. Já as indicações dos jornais são de que o resultado pode sair entre o dia 17 e o dia 20.
E, com a alta do dólar, o mercado espera nova emissão de ações da Petrobras, segundo a Folha de S. Paulo. A discussão, sempre latente, voltou à mesa depois da empresa ter obtido empréstimo com a China, no valor de US$ 3,5 bilhões, há duas semanas. A estatal não se pronunciou sobre o assunto.
Segundo o mesmo jornal, o dólar ameaça o ganho da Petrobras com sobrepreço de combustíveis. Após quatro anos de perdas com defasagens nos preços de combustíveis, que lhe causou rombo estimado em até R$ 90 bilhões, a companhia conseguiu recuperar R$ 6,4 bilhões na venda de gasolina e diesel com a queda de 60% na cotação do óleo entre julho e janeiro. Contudo, a alta do dólar está eliminando o benefício. Segundo o CBIE, outro aumento dos preços é urgente, uma vez que a oportunidade com a defasagem positiva esta definitivamente acabando.
Por fim, o acionista da Petrobras, BRAM (Bradesco Asset Management), onde Joaquim Levy atuava, indicou dois nomes para o Conselho de Administração da companhia: Eduardo Bunker Gentil para membro pelos ordinaristas minoritários e Otávio Yazbek como membro pelos preferencialistas.

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Por Rodrigo Tolotti Umpieres

Fonte: InfoMoney

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