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Presidente da China promete 'abertura econômica' e cortar tarifas neste ano diante de risco de guerra comercial

Xi Jinping discursou durante 'Davos chinês' e diz que a China 'não está tentando obter um excedente comercial'.

Por G1

10/04/2018 03h37 Atualizado há 2 horas

O presidente da China, Xi Jinping, prometeu nesta terça-feira abrir mais a economia do país e reduzir tarifas de importação sobre produtos como carros, em um discurso visto como uma tentativa de acalmar a disputa comercial com os Estados Unidos.

"A China vai entrar em uma nova fase de abertura", declarou Xi em discurso para altos dirigentes internacionais reunidos no Fórum de Boao para a Ásia, uma conferência conhecida como o "Davos chinês".

"A China não está tentando obter um excedente comercial", garantiu Xi, no momento em que os Estados Unidos acumulam um imenso déficit com o gigante asiático, que totalizou US$ 375 bilhões em 2017, um dos principais motivos de queixa do presidente americano, Donald Trump, a respeito de Pequim.

"A globalização econômica é uma tendência irreversível no momento", declarou Xi no fórum.

"A porta da China está se abrindo e não se fechando, e se abrirá mais e mais", acrescentou.

Embora a maior parte das promessas sejam reiterações de reformas anunciadas anteriormente, as declarações de Xi fizeram as ações e o dólar subirem por expectativas de um acordo que possa evitar uma guerra comercial.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,93%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,67%, o melhor desempenho diário em sete semanas.

Xi afirmou que a China vai ampliar o acesso ao mercado para investidores estrangeiros, uma importante reclamação dos parceiros comerciais do país e um ponto de discórdia para o governo dos Estados Unidos, que ameaçou com bilhões de dólares em tarifas sobre produtos chineses.

O discurso no Fórum Boao para a Ásia já era esperado como uma das principais declarações de Xi em um ano em que o Partido Comunista marca o 40º aniversário de suas reformas econômicas e abertura sob o comando do ex-líder Deng Xiaoping.

O presidente americano Donald Trump acusa Pequim de práticas comerciais desleais, especialmente de "roubo de propriedade intelectual" e pela "transferência forçada de tecnologia", que resultaram no colossal déficit comercial, acusações rejeitadas por Pequim.

China sinaliza redução de tarifas

Sem responder diretamente a Trump, Xi prometeu que a China reduziria as tarifas para os carros e outros bens, sem apresentar detalhas ou revelar uma data para a entrada em vigor da reforma.

Xi disse que a China vai elevar o limite de propriedade estrangeira nos setores de automóveis, construção naval e de aeronaves "o mais rápido possível", e avançar com medidas anunciadas anteriormente para abrir o setor financeiro.

"Neste ano, vamos reduzir consideravelmente as tarifas de importação de automóveis, e ao mesmo tempo reduzir as tarifas de importação de alguns outros produtos", disse Xi.

O presidente chinês também prometeu medidas específicas para proteger a propriedade intelectual.

"Este ano, vamos reorganizar a Agência Estatal de Propriedade Intelectual para fortalecer a aplicação da lei", afirmou.

Ele também disse que a "mentalidade da Guerra Fria" e arrogância se tornaram obsoletas e serão repudiadas. O discurso dele não mencionou especificamente os EUA ou suas políticas comerciais.

  • Com Reuters e France Presse
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2019 será o ano da verdade para o Brasil’

Estrategista afirma que cenário é otimista para a Bolsa brasileira, mas que eleição tem potencialpara gerar incertezas

Entrevista com

Emy Shayo, estrategista para América Latina e Brasil do JP Morgan

Fábio Alves, O Estado de S.Paulo

27 Março 2018 | 05h00

A Bolsa brasileira caminha para ter um desempenho muito positivo em 2018, apesar da volatilidade que as eleições presidenciais podem causar, na visão de Emy Shayo, estrategista para América Latina e Brasil do banco americano JP Morgan. Ela tem uma recomendação de compra da Bolsa brasileira, baseada num cenário externo benigno e na perspectiva de um crescimento forte nos lucros das empresas brasileiras. No seu cenário mais otimista, o Ibovespa pode chegar a 97.100 pontos ao fim de 2018. A seguir, os principais trechos da entrevista.

O JP Morgan tem uma recomendação de compra para a Bolsa brasileira? Por quê?

No JP Morgan, gostamos de dizer que os investidores em mercados emergentes são turistas do crescimento. Temos observado que as economias emergentes têm crescido acima das dos países desenvolvidos. Onde entra o Brasil nisso? Entre todos os países emergentes, principalmente os mais relevantes, o Brasil está apresentando o maior delta de crescimento: o PIB cresceu 1% no ano passado e deve crescer 3% neste ano, que é a nossa estimativa. Essa diferença de 2 pontos torna o Brasil muito atraente em termos de investimentos. Comparando com outros mercados emergentes, a Bolsa brasileira oferece a maior perspectiva de crescimento de lucros das empresas.

Como as eleições presidenciais podem afetar a Bolsa ao longo deste ano?

A corrida presidencial pode afetar a Bolsa em particular pelo grande nível de incerteza. Não sabemos quem pode chegar ao segundo turno nem ao menos quem são os candidatos hoje. Mas uma mensagem importante é a seguinte: os investidores estrangeiros acreditam que as pessoas no Brasil já entenderam que as reformas são necessárias. E mesmo os principais candidatos têm, de uma forma ou de outra, uma plataforma reformista. Pode-se dizer que, obviamente levando em conta as diferenças entre os candidatos, de um jeito ou de outro, o resultado das eleições será um que estará no caminho das reformas.

O que vai pesar mais na Bolsa, o cenário externo ou fatores locais, como as eleições?

Até a metade do ano, no mínimo, as questões globais ainda vão ter um peso importante, exatamente por esse nível elevado de incertezas em torno das eleições presidenciais.

Em março, até o dia 20, os investidores estrangeiros já haviam retirado quase R$ 4,5 bilhões da Bolsa brasileira. Como explica isso?

Assim como a nossa recomendação para a Bolsa, os investidores estrangeiros estão com uma posição de compra ou “overweight” no Brasil, isto é, tem uma alocação maior do que recomendaria o índice. O que talvez esteja acontecendo é que os investidores estrangeiros talvez estejam retirando dinheiro do mercado ativo, isto é, de compras diretas de ações, como se pode observar nos dados reportados pela B3, porém estão com uma carteira mais balanceada, uma vez que estamos observando uma certa criação de ETFs. Não ameniza esse grande fluxo que estamos vendo de saída na B3, mas não acho que seja preocupante, pois estamos vendo um fluxo forte para fundos de mercados emergentes. Em 2018, já entraram US$ 41 bilhões em fundos de mercados emergentes. Em 2017, foram US$ 80 bilhões. O Brasil corresponde a 7,5% do índice de mercados emergentes. Então não é possível que dinheiro esteja entrando nos mercados emergentes e não chegue ao Brasil.

Nos últimos dias, o Ibovespa tem tido muita dificuldade de subir e superar a resistência dos 87 mil pontos. Mas após as reuniões de política monetária do Fed e do Copom, que foram favoráveis aos ativos de risco, até onde o Ibovespa pode chegar?

No JP Morgan, trabalhamos com bandas para a Bolsa. Aos 87 mil pontos, o Ibovespa está no cenário base (86.400 pontos) que traçamos em novembro passado. Jamais imaginei que em março a Bolsa já atingiria o nosso cenário base. O que aconteceu? O crescimento da economia mundial foi melhor que o esperado, levando a um aumento dos preços de commodities. E o Ibovespa tem um peso importante de commodities, mesmo comparado aos outros mercados emergentes. A Bolsa brasileira é a que tem maior peso de commodities no índice, mais do que a Rússia até. O nosso cenário otimista para o Ibovespa é de 97.100 pontos no fim deste ano. O pessimista é em torno de 65.300 pontos. Fazemos uma revisão dos nossos “targets” (alvos ou metas) duas vezes ao ano, em novembro e em junho, e acredito que teremos uma revisão para cima, exatamente pelo desempenho dos preços de commodities, os quais não estavam no nosso tabuleiro quando traçamos as expectativas para este ano.

Tudo indica que 2018 será um ano positivo em termos de desempenho da Bolsa. E para 2019? Sem aprovar a reforma da Previdência, é possível a Bolsa manter o fôlego de alta?

2019 será o ano da verdade para o Brasil. Precisamos ter alguém que venha e confirme que o País vai cuidar das suas contas fiscais. O que está em jogo nesta eleição é o Brasil poder manter esse ciclo de juros estruturalmente baixos. É normal se houver um aperto monetário de, digamos, 1 ou 2 pontos porcentuais, o que é normal no ciclo de negócios. O importante é não voltarmos a ter juros elevados como havia antes. Para isso acontecer, tem que mexer no fiscal. O Brasil não vai tolerar passar 2019 sem ter mudanças importantes na área fiscal. Por isso, a reforma da Previdência é essencial. Apesar de termos falado sobre ela em 2017 inteiro, puxamos esse tema para frente, entendo que não houve acordo político para sua votação num ano eleitoral, mas isso vai ser cobrado no dia seguinte à votação do segundo turno das eleições.

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Bradesco estuda fechar até 200 agências este ano, diz presidente

Segundo Lazari, depois de conseguir grandes economias de custos com a aquisição do HSBC Brasil, o Bradesco está agora focado em ampliar receita.

Por Reuters

13/03/2018 21h16 Atualizado há 10 horas

O Bradesco está estudando o fechamento de até 200 agências este ano em meio a uma revisão de sua rede de 4.750 pontos de atendimento, disse nesta terça-feira(13) o novo presidente-executivo do segundo maior banco privado do país, Octavio Lazari.

Após a aquisição de 800 agências brasileiras do HSBC Brasil em 2016, por US$ 5,2 bilhões, o Bradesco fechou por volta de 565 agências no ano passado.

Depois de conseguir grandes economias de custos com a aquisição, o Bradesco está agora focado em ampliar receita, disse Lazari, que assumiu o comando do banco na segunda-feira.

"Grande parte do aumento das receitas virá do maior número de produtos vendidos por cliente", disse o executivo à Reuters em entrevista na sede do Bradesco, em Osasco (SP).

O Bradesco quer elevar o número médio de produtos vendidos de 1,6 atualmente para 2 por cliente até o final deste ano, disse Lazari. Ele acrescentou que o banco tem usado ferramentas de análise de dados para identificar quais produtos devem ser oferecidos a cada um de seus 30 milhões de clientes.

Lazari, 54 anos, foi indicado para a presidência-executiva do Bradesco em fevereiro, em substituição a Luiz Carlos Trabuco Cappi, que passou a presidente do conselho de administração da instituição. As nomeações marcam uma mudança de geração para o Bradesco. O ex-presidente do conselho, Lázaro Brandão, de 91 anos, deixou o posto em outubro.

O novo presidente afirmou que o Bradesco está concentrado em expandir serviços digitais não apenas por meio do banco online Next, lançado no final de outubro e com apelo entre clientes mais jovens, mas também trabalhando conjuntamente com startups de tecnologia financeira, as fintechs.

O novo presidente do Bradesco afirmou que o Next tem atualmente cerca de 80 mil clientes.

Lazari comentou que o orçamento do Bradesco em 2018 prevê um retorno sobre patrimônio estável com a performance de cerca de 18% do ano passado, que ficou abaixo do nível alcançado pelo Itaú Unibanco .

"Apostamos num Brasil que ia dar certo, mas que infelizmente não deu ainda", disse o executivo. "Mas não perdemos a crença de que ainda vai dar certo."

Lazari afirmou que o setor bancário precisa "apreender a conviver com juros baixos" e acrescentou que "não espera que os juros voltem a níveis elevados".

O novo presidente do Bradesco também disse que a holding Bradespar não tem intenção de vender sua participação na mineradora Vale no curto prazo.

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"Gringos" voltam às compras na bolsa e fluxo acumulado no ano ultrapassa R$ 6 bilhões

Estrangeiros compraram R$ 529,7 milhões na última quarta-feira

Infomoney, 23 fev, 2018 17h13

SÃO PAULO - Retomando o caminho das compras, os investidores estrangeiros compraram R$ 529,7 milhões na bolsa na última quarta-feira (21), segundo dados publicados pela B3 nesta sexta-feira (23). Com isso a retomada, o fluxo negativo dos "gringos" no mês reduziu de R$ 3,91 bilhões para R$ 3,38 bilhões, resultado de R$ 82,78 bilhões na venda e R$ 79,4 bilhões na ponta compradora. 

Com a melhora, o saldo positivo dos estrangeiros em 2018 saiu de R$ 5,64 bilhões para R$ 6,2 bilhões. Com 47% de participação nas negociações na bolsa brasileira, acompanhar as movimentações dos estrangeiros sempre foi um bom indicativo sobre a tendência do Ibovespa, tendo em vista que cerca de metade de todas as transações efetuadas partem desses investidores.

Na mesma onda dos estrangeiros, o segmento pessoa física, que estava com saldo positivo no mês até o começo da semana, agora está negativo em R$ 683 milhões, com as posições vendidas em ações somando R$ 28,83 bilhões, enquanto as compradas R$ 28,15 bilhões. Do outro lado, os investidores institucionais seguem comprados e acumulam até a última quarta-feira fluxo positivo de R$ 3,91 bilhões. Vale lembrar que o saldo divulgado pela B3 tem atraso de 2 dias.

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Copom se reúne nesta quarta e deve baixar juro para 6,75% ao ano

Se confirmado, será o 11º corte seguido na Selic. Expectativa de economistas ouvidos pelo Banco Central é de que, após este corte, taxa ficará estável até o início de 2019, quando voltará a subir.

Por Alexandro Martello e Yvna Sousa, G1 e TV Globo, Brasília

07/02/2018 06h00 Atualizado há 1 hora

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne pela primeira vez no ano nesta quarta-feira (7) e deve baixar a taxa básica de juros de 7% para 6,75% ao ano, de acordo com expectativa do mercado financeiro. A decisão do colegiado será divulgada após as 18h.

Se confirmada a previsão dos economistas, a Selic será reduzida pela 11ª vez consecutiva e alcançará o menor patamar desde a adoção do regime de metas para a inflação, em 1999. Também será a menor taxa de juros de toda a série histórica do BC, iniciada em 1986.

A expectativa do mercado financeiro é colhida semanalmente pelo Banco Central, que depois a disponibiliza por meio do relatório Focus. De acordo com o mais recente relatório, os analistas esperam que o corte nesta quarta será o primeiro e o último de 2018, e que a Selic permanecerá no patamar de 6,75% até o começo de 2019.

A partir daí, preveem os economistas, os juros devem voltar a subir e atingiriam 8% ao ano no fechamento do ano que vem.

Como o BC define a Selic

A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%. Para 2019, é de 4,25%. O sistema, porém, prevê uma margem de tolerância, para cima e para baixo. Isso significa, por exemplo, que a meta não seria descumprida pelo Banco Central caso a inflação neste ano ficasse entre 2,5% e 6,5%.

Normalmente, quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic. A expectativa é que a subida da taxa também eleve os juros cobrados pelos bancos, ou seja, que o crédito fique mais caro, e com isso freie o consumo, fazendo a inflação cair. Essa medida, porém, afeta a economia e gera desemprego.

Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas predeterminadas pelo CMN, o BC reduz os juros. É o que está acontecendo neste momento. Para 2018 e 2019, o mercado estima um IPCA de 3,94% e de 4,25%, respectivamente.

Tensões nos mercados

A reunião do Copom acontece em um momento de maior tensão nos mercados financeiros, que reagem a dados, divulgados na semana passada, de que os salários avançaram 2,9% nos Estados Unidos em janeiro - a maior alta anual em 9 anos.

Essa variação pode indicar que as pressões inflacionárias estão mais fortes nos EUA e influenciar as futuras decisões do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) sobre a taxa de juros americana, que, segundo analistas, pode acabar subindo mais do que os 0,75 ponto percentual esperado até o momento para 2018.

Uma eventual alta maior dos juros influencia negativamente o mercado de ações do país e de outras nações. Isso porque esse aumento representaria mais juros pagos nos títulos públicos dos EUA, atraindo recursos de todo mundo, inclusive do Brasil.

Uma das consequências para a economia brasileira pode ser a pressão de alta sobre o dólar, o que não é bom para a tendência da inflação nos próximos meses, pois os produtos e insumos importados ficariam mais caros. Quando isso acontece, geralmente há repasse para os preços internos.

Rendimento da poupança

Se confirmado o novo recuo da Selic nesta quarta, o rendimento da poupança também deverá cair a partir desta quinta (8).

Isso porque a regra atual, em vigor desde maio de 2012, prevê corte nos rendimentos da poupança sempre que a Selic estiver abaixo de 8,5%.

Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a um percentual equivalente a 70% da Selic, mais a Taxa Referencial, calculada pelo BC. A norma vale apenas para depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012.

A medida visa evitar que a poupança fique mais atrativa que os demais investimentos, cujos rendimentos caem junto com a Selic. Sem o redutor, a poupança passaria a atrair recursos de grandes poupadores, que deixariam de comprar títulos públicos.

Se o juro básico da economia recuar para 6,75% ao ano, a partir desta quinta a correção da poupança passará a ser de 70% desse valor - o equivalente a 4,725% ao ano, mais Taxa Referencial. 

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FT: Premiê da China diz que não será fácil alcançar crescimento de 7%
16/04/2015 07:38

"É verdade que nossa economia ainda está sob pressão", disse ele em entrevista ao jornal. "Não será fácil alcançar outro crescimento de 7 por cento este ano"
PEQUIM - Não será fácil para a China crescer 7 por cento neste ano, afirmou o premiê do país, Li Keqiang, segundo o jornal Financial Times desta quarta-feira, mas ele descartou a desvalorização cambial para promover a expansão através de exportações.
"É verdade que nossa economia ainda está sob pressão", disse ele em entrevista ao jornal. "Não será fácil alcançar outro crescimento de 7 por cento este ano."
Li disse também ao jornal que a China não pode contar com a desvalorização de sua moeda para impulsionar as exportações.
"Não queremos ver mais desvalorização da moeda chinesa porque não podemos contar com a desvalorização de nossa moeda para aumentar as exportações", disse Li.
Ele também afirmou, segundo a entrevista, que a China não quer ver "importantes economias tropeçarem uma na outra para desvalorizar suas moedas", já que isso levaria a uma "guerra cambial".
Li disse que embora a China esteja exposta à deflação devido à queda dos preços globais de commodities, o país não está em deflação.
Ele acrescentou que a China vai comemorar um crescimento estável em seu mercado imobiliário, mas que o governo vai proteger contra bolhas imobiliárias.

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Por: Reuters

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