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Mercado vê inflação mais baixa em 2018 e estima crescimento maior do PIB

Previsão para o IPCA deste ano passou de 3,81% para 3,73%. Já a estimativa para o crescimento da economia subiu de 2,80% para 2,89%.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

26/02/2018 08h28 Atualizado há menos de 1 minuto

Os analistas das instituições financeiras baixaram sua estimativa para a inflação deste ano e também elevaram sua previsão para o crescimento da economia brasileira em 2018.

As previsões do mercado constam no relatório de mercado, também conhecido como "Focus", feito com base em pesquisa realizada na semana passada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (26).

Para a inflação de 2018, a previsão do mercado recuou de 3,81% para 3,73%. Foi a quarta queda seguida do indicador.

A expectativa dos analistas continua abaixo da meta central de 4,5% para a inflação, que deve ser perseguida pelo Banco Central neste ano. Mas está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, e que prevê que a meta terá sido cumprida pelo BC se o IPCA ficar entre 3% e 6%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, o mercado financeiro manteve sua expectativa de inflação estável em 4,25%. A estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%).

Produto Interno Bruto

Para a expansão do PIB de 2018, os economistas dos bancos elevaram sua estimativa de crescimento de 2,80% para 2,89%. Foi a segunda alta seguida deste indicador. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continuou em 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%, mas voltou a registrar alta neste ano. No terceiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 0,1%.

Taxa básica de juros

Os analistas do mercado também mantiveram a previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 6,75% ao ano para o final de 2018. Atualmente, a taxa está neste patamar. Ou seja, o mercado continua estimando manutenção dos juros no resto deste ano.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para os juros básicos da economia continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em R$ 3,30 por dólar. Para o fechamento de 2019, permaneceu em R$ 3,39 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, recuou de US$ 54,6 bilhões para US$ 54,3 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit permaneceu estável em US$ 45 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, continuou em US$ 80 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável também em US$ 80 bilhões. 

Publicado em Notícia

Mercado baixa estimativa de inflação e eleva previsão de alta do PIB para 2018

Analistas também mantiveram expectativa de que o Comitê de Política Monetária, do BC, baixará os juros básicos da economia de 7% para 6,75% ao ano nesta semana, novo piso histórico.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

05/02/2018 08h30 Atualizado há 20 minutos

Os economistas do mercado financeiro revisaram para baixo a estimativa para a inflação neste ano, ao mesmo tempo em que subiram a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2018.

As expectativas do mercado constam no relatório de mercado, também conhecido como "Focus", feito com base em pesquisa realizada na semana passada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras, e divulgado nesta segunda-feira (5).

Para a inflação de 2018, a previsão do mercado recuou de 3,95% para 3,94% na semana passada. Com isso, a expectativa dos analistas continua abaixo da meta central de 4,5%, mas dentro do intervalo de tolerância (entre 3% e 6%).

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que, para alcançá-la, eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, o mercado financeiro manteve sua expectativa de inflação estável em 4,25%. A estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%).

Produto Interno Bruto

Para a expansão do PIB de 2018, os economistas dos bancos elevaram sua estimativa de crescimento de 2,66% para 2,70%. Para o ano que vem, a estimativa do mercado para expansão da economia subiu de 2,99% para 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,6%, mas voltou a registrar alta neste ano. No terceiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 0,1%.

Taxa básica de juros

Os analistas do mercado também mantiveram a previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 6,75% ao ano para o final de 2018. Atualmente, a taxa está em 7% ao ano.

Ou seja, o mercado continua estimando redução dos juros nesta semana, quando se reúne o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Se o nível de 6,75% ao ano for atingido, a mínima histórica será renovada.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para os juros básicos da economia continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em R$ 3,30 por dólar. Para o fechamento de 2019, permaneceu inalterado em R$ 3,40 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, caiu de US$ 54,5 bilhões para US$ 54 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 46 bilhões para US$ 45 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, continuou em US$ 80 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável também em US$ 80 bilhões. 

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