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Confiança do comércio cai e retorna ao nível de novembro de 2017

Para coordenador da FGV, após as altas consistentes no começo do ano, a queda em maio sinaliza que o setor já percebe uma desaceleração no ritmo de crescimento das vendas.

Por G1

24/05/2018 09h41 Atualizado há menos de 1 minuto

O índice de confiança do comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 4,1 pontos em maio, ao passar de 96,7 para 92,6 pontos, retornando ao mesmo nível de novembro de 2017.

Para Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE, após as altas consistentes no começo do ano, a queda em maio sinaliza que o setor já percebe uma desaceleração no ritmo de crescimento das vendas.

Chama atenção, por exemplo, o fato de que pela primeira vez no ano a confiança do resiliente segmento de duráveis também recuou no mês. A queda da percepção atual sugere que a recuperação das vendas deve continuar de forma gradual e sujeita a tropeços ao longo do ano.”, avalia

Em maio, 11 dos 13 segmentos pesquisados recuaram. O Índice de Situação Atual caiu 4,7 pontos, registrando 89,4, menor nível desde janeiro (88 pontos). Já o Índice de Expectativas caiu 3,2 pontos para 96,2 pontos, menor valor desde setembro de 2017 (95,6 pontos).

Piora da percepção atual disseminada

Após quatro meses de altas consecutivas, a satisfação do setor comercial diminuiu no mês e também em médias móveis trimestrais.

O resultado negativo atingiu tanto os segmentos de revendedores de bens duráveis quanto de bens não duráveis, que vinha apresentando uma recuperação mais tímida nos últimos meses.

A novidade negativa em maio foi a queda do índice de situação atual de duráveis, que vinha apresentando uma recuperação mais consistente influenciada, principalmente, pela redução das taxas de juros e pela fraca base de comparação, segundo a FGV.

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Comércio global tem forte crescimento, mas está ameaçado por tensões comerciais, diz OMC

Progresso pode ser rapidamente prejudicado se os governos recorrerem a políticas comerciais restritivas, afirma o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo.

Por Reuters

12/04/2018 07h56 Atualizado há menos de 1 minuto

O comércio mundial de bens crescerá 4,4% neste ano, mantendo uma recuperação rápida que pode, no entanto, desandar se as tensões comerciais se agravarem ainda mais, afirmou a Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta quinta-feira (12).

O crescimento do comércio mundial esteve estagnado por uma década após a crise financeira, com média de 3% ao ano. Mas no ano passado cresceu 4,7% - muito acima dos 3,6% estimados em setembro - e um aumento de 4% é esperado para 2019, segundo a OMC.

"No entanto, este importante progresso pode ser rapidamente prejudicado se os governos recorrerem a políticas comerciais restritivas, especialmente em um processo retaliatório que poderia levar a um agravamento incontrolável", disse o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, em comunicado.

"Um ciclo de retaliação é a última coisa que a economia mundial precisa. Peço aos governos que mostrem moderação e resolvam suas diferenças através do diálogo e do envolvimento sério".

Os Estados Unidos e a China têm ameaçado uns aos outros com dezenas de bilhões de dólares em tarifas nas últimas semanas, levando a preocupações de que Washington e Pequim podem se envolver em uma guerra comercial de larga escala que possa prejudicar o crescimento global e afetar os mercados.

A previsão da OMC para 2018 coloca o crescimento do comércio mundial no topo das expectativas anteriores, uma vez que a Organização disse em setembro passado que esperava um crescimento na faixa de 1,4% a 4,4%, provavelmente em torno de 3,2%.

A última previsão eleva essa faixa para 3,1% a 5,5% com base nas previsões atuais do Produto Interno Bruto, mas "uma escalada contínua de políticas restritivas ao comércio pode levar a um número significativamente menor", disse a OMC.

"Essas previsões, repito, não levam em conta a possibilidade de um agravamento dramático das restrições ao comércio", disse Azevêdo em entrevista coletiva.

"Não é possível mapear com precisão os efeitos de um grande agravamento, mas claramente eles podem ser sérios", disse. "Os países mais pobres poderiam perder mais".

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Confiança do comércio atinge maior nível desde abril de 2014

Alta vem com expressivo avanço dos indicadores de satisfação com a situação atual, retratando um quadro de recuperação de vendas.

Por G1

27/02/2018 08h20 Atualizado há 22 minutos

A confiança do comércio cresceu 0,4 ponto em fevereiro, para 95,5 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (97,8), segundo informou nesta terça-feira (27) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Um aspecto positivo dos resultados do primeiro bimestre de 2018 é o expressivo avanço dos indicadores de satisfação com a situação atual, retratando um quadro de recuperação de vendas e margens. No extremo oposto, o retorno do indicador de expectativas a um patamar inferior aos 100 pontos sugere que a recuperação continuará ocorrendo de maneira gradual”, avalia Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE.

A alta ocorreu em 8 dos 13 segmentos pesquisados e foi determinada pela melhora no índice de situação atual, que avançou 4,8 pontos, atingindo 92,8 pontos, maior resultado desde agosto de 2014 (93,1). Já o índice de expectativas caiu 4 pontos no mês, para 98,4 pontos.

Segundo a FGV, a melhora do índice de situação atual é reforçada pela melhora no indicador que retrata o desconforto do comércio, construído a partir da soma das proporções de empresas que apontam fatores limitativos à melhoria dos negócios tipicamente relacionados ao desconforto empresarial, como demanda insuficiente, custo financeiro e acesso a crédito bancário. A relação entre os dois indicadores (alta de um e queda de outro) tem sido historicamente forte, o que reforça a sinalização de recuperação gradual do setor.

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Após dois anos, comércio volta a crescer e fecha 2017 em alta de 2%

Resultado foi influenciado pelo aumento das vendas de móveis e eletrodomésticos, segundo o IBGE.

Por G1

09/02/2018 09h00 Atualizado há menos de 1 minuto

O comércio varejista brasileiro cresceu 2% em 2017, após dois anos de fortes quedas. O resultado foi influenciado pelas vendas de móveis e eletrodomésticos, que voltaram a aumentar com a queda das taxas de juros. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9).

O setor de hipermercados também vendeu mais em 2017, 1,4%, e ajudou o varejo brasileiro a dar sinais de recuperação.

Apesar do avanço, o IBGE pondera que que ainda é cedo para falar em recuperação total. “2017 rompe um período de dois anos de queda nas vendas nacionais, mas ainda está longe de recuperar a perda de 10,2% acumulada nesse período”, disse Isabella Nunes, gerente da pesquisa do IBGE.

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