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Comissão Europeia reduz previsão de crescimento da Eurozona por tensão comercial com EUA

Os 19 países da moeda única devem registrar no conjunto um crescimento de 2,1% do PIB em 2018, após um avanço de 2,4% no ano passado.

Por France Presse

12/07/2018 08h52 Atualizado há 30 minutos

A Comissão Europeia reduziu a previsão de crescimento para a Eurozona em 2018, apontando a tensão comercial com os Estados Unidos como um dos fatores que prejudicam a moderada recuperação da economia do euro.

Os 19 países da moeda única devem registrar no conjunto um crescimento de 2,1% do PIB em 2018, após um avanço de 2,4% no ano passado, de acordo com os números publicados pelo Executivo comunitário, que reduz em dois décimos as previsões divulgadas em maio.

"A leve revisão reflete o impacto na confiança das tensões comerciais e da incerteza política, assim como o aumento dos preços da energia", explicou o comissário Assuntos Econômicos, Pierre Moscovici.

A União Europeia (UE) aumentou em junho as tarifas de uma série de produtos americanos em resposta à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de sobretaxar as exportações de aço e alumínio dos sócios do bloco.

Trump ameaçou impor novas tarifas aos veículos europeus, uma decisão que afetaria principalmente a Alemanha, a maior economia da zona do euro e uma potência do setor automotivo.

Bruxelas, que mantém a previsão de crescimento da Eurozona em 2% para 2019, adverte que "em caso de aumento das tensões, isto afetaria negativamente o comércio e o investimento, e reduziria o bem-estar em todos os países afetados".

A Comissão Europeia reduziu em quase meio ponto a previsão de crescimento da Alemanha para 2018 (2,3% em maio para 1,9%) e em dois décimos a projeção para 2019, que agora está em 1,9%.

Para o conjunto dos 28 países da UE, a Comissão reduziu a previsão de crescimento este ano de 2,3% para 2,1%. A estimativa para 2019 permanece em 2%.

A Comissão Europeia aumentou levemente a previsão de inflação na zona do euro a 1,7% para 2018 (+0,2% na comparação com maio) e para 2019 (+0,1%).

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Balança comercial registra superávit de US$ 1 bilhão na primeira semana de julho

Informação foi divulgada nesta segunda (9) pelo MDIC e abrange período de 1º e 8 de julho. No acumulado deste ano, exportações superam importações em quase R$ 31 bilhões.

Por Laís Lis, G1, Brasília

09/07/2018 15h14 Atualizado há 18 horas

Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) informou nesta segunda-feira (9) que a balança comercial registrou superávit de US$ 1,034 bilhão na primeira semana de julho, período que do dia 1º ao dia 8.

Isso significa que, nesse período, as exportações brasileiras superaram as importações em US$ 1,034 bilhão.

Ao todo, informou o MDIC, as exportações de 1 a 8 de julho somam US$ 4,352 bilhões e, as importações, US$ 3,318 bilhões.

A média diária das exportações da primeira semana de julho caiu 2,6% se comparada à média diária da primeira semana de julho de 2017, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-29,3%) e semimanufaturados (-11,6%). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos básicos (26,5%).

Nas importações, a média diária da 1ª semana de julho de 2018 foi 11,7% maior que a registrada na primeira semana de julho de 2017.

Segundo o MDIC, cresceram, principalmente, os gastos com cereais e produtos da indústria da moagem, farmacêuticos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos e inorgânicos, combustíveis e lubrificantes.

Acumulado do ano

Na parcial deste ano, de janeiro a 8 de julho, a balança comercial registra superávit de US$ 30,967 bilhões.

O resultado é 16,9% menor do que o verificado no mesmo período de 2017 (US$ 37,251 bilhões).

No acumulado do ano, as exportações somaram US$ 118,064 bilhões e, as importações, US$ 87,097 bilhões.

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China nega que tenha oferecido pacote de US$ 200 bi para reduzir déficit comercial dos EUA

Vice-primeiro-ministro chinês está em Washington nesta semana para retomar negociações com os EUA com o objetivo de evitar uma guerra comercial.

 

Por Reuters

18/05/2018 07h56  Atualizado há 30 minutos

A China negou nesta sexta-feira (18) que tenha oferecido um pacote para reduzir o déficit comercial dos EUA em até US$ 200 bilhões, horas depois de ter desistido de uma investigação antidumping sobre as importações de sorgo norte-americanas em um gesto conciliatório no momento em que os principais negociadores se encontram em Washington.

Autoridades dos EUA disseram na quinta-feira que a China estava propondo concessões comerciais e aumento das compras de bens norte-americanos com o objetivo de reduzir o déficit comercial dos EUA com a China em até 200 bilhões de dólares por ano.

"Esse rumor não é verdade. Isso eu posso confirmar para vocês", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, em entrevista à imprensa.

"No meu entender, as consultas relevantes estão em andamento e elas são construtivas", disse ele, acrescentando que não poderia dar mais detalhes sobre as negociações.

O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, está em Washington nesta semana para discussões com autoridades dos EUA lideradas pelo secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, com o objetivo de evitar uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

Nesta sexta-feira, a China anunciou que estava encerrando sua investigação sobre sorgo, o que efetivamente suspendeu um comércio no valor de cerca de US$ 1,1 bilhão no ano passado e afetou os mercados globais de grãos e provocou preocupações sobre o aumento dos custos internamente.

OS EUA são a fonte dominante da China de sorgo importado. Ao explicar o fim da investigação, o Ministério do Comércio chinês disse que ela "teria um impacto generalizado sobre os custos de vida dos consumidores, e não está de acordo com o interesse público".

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EUA e China negociam para acalmar a tensão comercial, afirma secretário geral da OCDE

'Ainda não aconteceu nenhum aumento nas tarifas adotadas por nenhuma das partes', destacou Ángel Gurría.

 

Por France Presse

13/04/2018 08h20 Atualizado há menos de 1 minuto

Estados Unidos e China estão negociando nos bastidores para acalmar a tensão comercial, afirmou nesta sexta-feira (13) o secretário-geral da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE), antes de ressaltar que "ninguém ganha" em um cenário de guerra comercial.

Ángel Gurría disse em uma entrevista coletiva em Tóquio que as autoridades chinesas informaram esta semana que estavam em contato com os colegas americanos, apesar dos desmentidos oficiais.

"Todo mundo está muito alarmado com os anúncios (sobre tarifas de importação), mas ao mesmo tempo estão conversando (...) parece que há uma série de conversações em curso", completou Gurría.

Na quinta-feira, o porta-voz do ministro chinês do Comércio, Gao Feng, disse que "até agora China e Estados Unidos não realizaram nenhuma negociação, em nenhum nível, sobre as divergências comerciais".

A China advertiu que vai responder às medidas protecionistas anunciadas pelo presidente americano Donald Trump que custariam bilhões de dólares em tarifas para os produtos chineses.

"Ainda não aconteceu nenhum aumento nas tarifas adotadas por nenhuma das partes", destacou Gurría.

"Ninguém ganha em uma guerra quando as maiores economias do mundo estão envolvidas", disse o mexicano, que também alertou para os efeito colaterais negativos. "Não seriam apenas eles os que seriam afetados", advertiu.

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Presidente da China promete 'abertura econômica' e cortar tarifas neste ano diante de risco de guerra comercial

Xi Jinping discursou durante 'Davos chinês' e diz que a China 'não está tentando obter um excedente comercial'.

Por G1

10/04/2018 03h37 Atualizado há 2 horas

O presidente da China, Xi Jinping, prometeu nesta terça-feira abrir mais a economia do país e reduzir tarifas de importação sobre produtos como carros, em um discurso visto como uma tentativa de acalmar a disputa comercial com os Estados Unidos.

"A China vai entrar em uma nova fase de abertura", declarou Xi em discurso para altos dirigentes internacionais reunidos no Fórum de Boao para a Ásia, uma conferência conhecida como o "Davos chinês".

"A China não está tentando obter um excedente comercial", garantiu Xi, no momento em que os Estados Unidos acumulam um imenso déficit com o gigante asiático, que totalizou US$ 375 bilhões em 2017, um dos principais motivos de queixa do presidente americano, Donald Trump, a respeito de Pequim.

"A globalização econômica é uma tendência irreversível no momento", declarou Xi no fórum.

"A porta da China está se abrindo e não se fechando, e se abrirá mais e mais", acrescentou.

Embora a maior parte das promessas sejam reiterações de reformas anunciadas anteriormente, as declarações de Xi fizeram as ações e o dólar subirem por expectativas de um acordo que possa evitar uma guerra comercial.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,93%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,67%, o melhor desempenho diário em sete semanas.

Xi afirmou que a China vai ampliar o acesso ao mercado para investidores estrangeiros, uma importante reclamação dos parceiros comerciais do país e um ponto de discórdia para o governo dos Estados Unidos, que ameaçou com bilhões de dólares em tarifas sobre produtos chineses.

O discurso no Fórum Boao para a Ásia já era esperado como uma das principais declarações de Xi em um ano em que o Partido Comunista marca o 40º aniversário de suas reformas econômicas e abertura sob o comando do ex-líder Deng Xiaoping.

O presidente americano Donald Trump acusa Pequim de práticas comerciais desleais, especialmente de "roubo de propriedade intelectual" e pela "transferência forçada de tecnologia", que resultaram no colossal déficit comercial, acusações rejeitadas por Pequim.

China sinaliza redução de tarifas

Sem responder diretamente a Trump, Xi prometeu que a China reduziria as tarifas para os carros e outros bens, sem apresentar detalhas ou revelar uma data para a entrada em vigor da reforma.

Xi disse que a China vai elevar o limite de propriedade estrangeira nos setores de automóveis, construção naval e de aeronaves "o mais rápido possível", e avançar com medidas anunciadas anteriormente para abrir o setor financeiro.

"Neste ano, vamos reduzir consideravelmente as tarifas de importação de automóveis, e ao mesmo tempo reduzir as tarifas de importação de alguns outros produtos", disse Xi.

O presidente chinês também prometeu medidas específicas para proteger a propriedade intelectual.

"Este ano, vamos reorganizar a Agência Estatal de Propriedade Intelectual para fortalecer a aplicação da lei", afirmou.

Ele também disse que a "mentalidade da Guerra Fria" e arrogância se tornaram obsoletas e serão repudiadas. O discurso dele não mencionou especificamente os EUA ou suas políticas comerciais.

  • Com Reuters e France Presse
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Guerra comercial favorece carne brasileira

Sobretaxa da China à carne suína dos EUA abre espaço Brasil ampliar mercado no país asiático

3.abr.2018 às 2h00

Daniel Camargos

Folha de São Paulo

A guerra comercial entre Estados Unidos e China abre espaço para empresas exportadoras de carne suína no Brasil, avalia a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). O país asiático é o maior consumidor de carne do porco do mundo: são 56 milhões de toneladas por ano. A título de comparação, o Brasil consome 3 milhões de toneladas anualmente.

Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobretaxar a importação de aço e alumínio, mirando essencialmente a China, e questionar a ação do país em empresas de tecnologia, Pequim respondeu no domingo (1°) elevando tarifas de 128 produtos. As sobretaxas variam entre 15% e 25%. A carne suína americana foi taxada pelo teto.

O vice-presidente e diretor de mercados da ABPA, Ricardo Santin, vê essa sobretaxa como uma oportunidade para as 11 empresas brasileiras habilitadas a exportarem para China. "O efeito psicológico já começou", diz Santin.

O representante do setor entende que os trâmites para exportação não devem gerar novos contratos imediatos, mas que a condição do exportador brasileiro ficou mais vantajosa. "Podem negociar até melhores preços", afirma.

Os chineses importaram 275 mil toneladas de carne suína dos EUA em 2017, o que gerou receita de US$ 488 milhões. No mesmo período, o Brasil exportou 48,9 mil toneladas para a China, com receita de US$ 100,6 milhões.

AUMENTO

Os chineses já estavam importando mais carne de porco brasileira. O motivo, segundo Santin, foi o excedente gerado pelo embargo da Rússia à carne suína brasileira em vigor desde novembro.

A restrição russa se deve a presença do aditivo ractopamina em alguns carregamentos enviados ao país, alegação que os grupos setoriais de carnes do Brasil negam.

Tanto a Rússia quanto a China exigem que a carne suína não tenha o aditivo. O vice-presidente da ABPA garante que após o embargo russo os exportadores brasileiros estão preparados, pois não usam o aditivo, o que, segundo ele, facilita as negociações com o mercado chinês.

Nos dois primeiros meses de 2018 foram 25,5 mil toneladas, o que representa um aumento de 140% se comparado ao mesmo período de do ano passado. Graças a esse avanço, os russos foram ultrapassados pelos chineses, que assumiram a liderança dos negócios brasileiros, comprando 28,4% do total vendido pelo Brasil.

O governo dos EUA divulgará nesta semana a lista de importações chinesas que serão objeto de tarifas. A lista de US$ 50 bilhões a US$ 60 bilhões em importações anuais deverá ser direcionada a produtos de alta tecnologia.

O escritório do Representante de Comércio dos EUA precisa apresentar a lista de produtos até sexta-feira, de acordo com o decreto tarifário contra a China que Trump assinou em 22 de março.

As tarifas visam a forçar mudanças nas políticas do governo chinês que, segundo o USTR, resultam na transferência "não econômica" da propriedade intelectual dos EUA para empresas chinesas.

A investigação da agência autorizando as tarifas alega que a China tem sistematicamente tentado se apropriar indevidamente da propriedade intelectual dos EUA por meio de exigências de joint venture, regras injustas de licenciamento de tecnologia, compras de empresas de tecnologia dos EUA com financiamento estatal e até roubo.

A China negou que suas leis exijam transferências de tecnologia e ameaçou retaliar quaisquer tarifas norte-americanas com sanções comerciais.

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China adota tarifas sobre produtos dos EUA e tensão comercial aumenta

País asiático elevou tarifas em até 25% sobre 128 produtos, de carne suína congelada e vinho a certas frutas e nozes.

Por G1

02/04/2018 07h32 Atualizado há menos de 1 minuto

A China cumpriu a ameaça e anunciou nesta segunda-feira (2) novas tarifas sobre 128 produtos dos Estados Unidos, de carne suína congelada e vinho a certas frutas e nozes, ampliando a disputa entre as duas maiores economias do mundo em resposta à tarifas norte-americanas sobre as importações de aço e alumínio.

As taxas, que entrarão em vigor nesta segunda-feira (2), foram anunciadas no final de domingo pelo Ministério das Finanças da China e correspondem a uma lista de tarifas potenciais sobre até US$ 3 bilhões de produtos dos EUA publicada pela China em 23 de março.

O contra-ataque acontece após várias semanas de tensões bilaterais, que alimentam os temores de um conflito comercial aberto entre os dois gigantes mundiais.

Pouco depois do anúncio, um editorial no tablóide chinês Global Times alertou que se os EUA imaginavam que a China não retaliaria ou adotaria medidas apenas simbólicas, pode agora "dizer adeus a essa ilusão".

"Embora a China e os EUA não tenham dito publicamente que estão em uma guerra comercial, as faíscas de tal guerra já começaram a voar", disse o editorial.

O Ministério do Comércio da China afirmou que estava suspendendo suas obrigações com a Organização Mundial do Comércio (OMC) de reduzir tarifas sobre 120 produtos dos EUA, incluindo frutas e etanol. As tarifas sobre esses produtos serão elevadas em mais 15%.

Oito outros produtos, incluindo carne suína e resíduos de alumínio, estarão sujeitos agora a tarifas adicionais de 25%, completou, com as medidas entrando em vigor a partir de 2 de abril.

"A suspensão pela China de suas concessões tarifárias é uma ação legítima adotada sobre as regras da OMC para proteger os interesses da China", disse o Ministério das Finanças chinês.

A China está agindo rapidamente com medidas retaliatórias em meio ao aumento das tensões comerciais entre Pequim e Washington, o que afetou os mercados financeiros globais na última semana com os investidores temendo uma disputa comercial em larga escala entre os dois países.

Entenda o caso

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 22 de março que seu governo iria impor novas tarifas sobre uma série de produtos chineses, aumentando temores de uma guerra comercial entre os dois gigantes econômicos.

Segundo a Reuters, Trump está preparando tarifas de mais de US$ 50 bilhões sobre produtos chineses com a intenção de punir Pequim diante das acusações dos EUA de que a China se apropriou incorretamente de propriedade intelectual norte-americana, alegações que Pequim nega.

Trump sempre menciona o colossal déficit comercial dos Estados Unidos com a China, de US$ 375,2 bilhões em 2017, para justificar as medidas protecionistas.

O presidente americano também acusa Pequim de beneficiar-se do sistema fiscal para as empresas estrangeiras que se instalam na China para roubar as inovações tecnológicas americanas.

A China, em resposta, afirma que os Estados Unidos devem acabar com a "intimidação econômica", mas até o momento evitara atacar produtos agrícolas importantes, como a soja, ou empresas industriais de grande peso, como a Boeing, setores que podem ser afetados agora pelas novas tarifas.

As tarifas para a importação de aço (25%) e alumínio (10%) foram anunciadas por Trump em nome da "segurança nacional", argumento que o ministério chinês do Comércio chamou de "abuso" das normas da OMC.

Diante das críticas internacionais à medida de Trump, vários países - da União Europeia, México e Brasil, entre outros - ficaram isentos da nova medida, mas não a China.

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