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Expectativa de inflação para este ano passou de 4,40% para 4,43%. Previsão de alta do PIB de 2018 permaneceu em 1,34%. Pesquisa foi divulgada pelo BC nesta segunda (15).

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

15/10/2018

Os economistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação para este ano e também para 2019.

As expectativas constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o mercado financeiro elevou a estimativa de 4,40% para 4,43% para este ano. Foi a quinta alta seguida do indicador.

Mesmo assim, a expectativa do mercado ainda segue pouco abaixo da meta de inflação, que é de 4,5% neste ano, e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, os economistas das instituições financeiras aumentaram sua expectativa de inflação de 4,20% para 4,21%. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

ESTIMATIVAS DO RELATÓRIO FOCUS

PREVISÃO

2018

2019

Produto Interno Bruto (PIB)

1,34%

2,50%

Inflação

4,43%

4,21%

Taxa básica de juros (Selic)

6,50%

8%

Dólar

R$ 3,81

R$ 3,80

Balança comercial (saldo)

US$ 55 bilhões

US$ 45,5 bilhões

Investimento estrangeiro direto

US$ 68 bilhões

US$ 75,65 bilhões

Fonte: Banco Central

Produto Interno Bruto

Para o crescimento do PIB deste ano, a previsão do mercado financeiro permaneceu em 1,34% na semana passada.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continuou em 2,50%.

Os economistas dos bancos também não alteraram a previsão de expansão da economia para 2020 e para 2021 – que continuou em 2,5% para esses anos.

Outras estimativas

  • Taxa de juros - O mercado manteve estável em 6,50% ao ano a estimativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018 – atual patamar e piso histórico. Para o fim de 2019, a expectativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.
  • Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 recuou de R$ 3,89 para R$ 3,81 por dólar. Para o fechamento de 2019, caiu de R$ 3,83 para R$ 3,80 por dólar.
  • Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2018 ficou estável em US$ 55 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 46,3 bilhões para US$ 45,5 bilhões.
  • Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, cresceu de US$ 67,5 bilhões para US$ 68 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas caiu de US$ 76 bilhões para US$ 75,65 bilhões.
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Expectativa de inflação para este ano passou de 4,28% para 4,30%. Previsão de alta do PIB de 2018 permaneceu em 1,35%. Pesquisa foi divulgada pelo BC nesta segunda (1º).

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

01/10/2018

Os economistas de instituições financeiras elevaram a estimativa de inflação para os anos de 2018 e de 2019.

As expectativas constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o mercado financeiro elevou a estimativa de 4,28% para 4,30% para este ano. Foi a terceira alta seguida do indicador.

Com isso, a expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação, que é de 4,5% neste ano, e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018.

meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional(CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, os economistas das instituições financeiras elevaram a estimativa de inflação de 4,18% para 4,20%. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

ESTIMATIVAS DO RELATÓRIO FOCUS

PREVISÃO

2018

2019

Produto Interno Bruto (PIB)

1,35%

2,50%

Inflação

4,30%

4,20%

Taxa básica de juros (Selic)

6,50%

8%

Dólar

R$ 3,89

R$ 3,83

Balança comercial (saldo)

US$ 54,6 bilhões

US$ 45,6 bilhões

Investimento estrangeiro direto

US$ 67 bilhões

US$ 75,65 bilhões

Fonte: Banco Central

Produto Interno Bruto

Para o PIB deste ano, a previsão do mercado financeiro ficou estável em 1,35% na semana passada.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continuou em 2,50%. Os economistas dos bancos também não alteraram a previsão de expansão da economia para 2020 e para 2021 – que continuou em 2,5% para esses anos.

No fim do mês passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB brasileiro cresceu 0,2% no 2º trimestre de 2018, na comparação com os três meses anteriores.

O resultado foi sustentado pelo setor de serviços e pressionado por forte queda da indústria e dos investimentos, reforçando a leitura de perda de ritmo e recuperação ainda mais lenta da economia brasileira.

Outras estimativas

  • Taxa de juros - O mercado manteve estável em 6,50% ao ano a estimativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018 – atual patamar e piso histórico. Para o fim de 2019, a expectativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.
  • Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 caiu de R$ 3,90 para R$ 3,89 por dólar. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,80 para R$ 3,83 por dólar.
  • Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2018 caiu US$ 55 bilhões para US$ 54,6 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 47 bilhões para US$ 45,6 bilhões.
  • Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, permaneceu em US$ 67 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas subiu de US$ 75,3 bilhões para US$ 75,65 bilhões.
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Se juro básico permanecer em 6,5% ao ano, e câmbio em R$ 4,15, inflação ficaria acima da meta de 4,25% para o ano que vem, projetou o BC. Instituição informou, porém, que só tomará decisão sobre a taxa de juros em seu próximo encontro, no fim de outubro.

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

25/09/2018

O Banco Central avaliou que o cenário piorou nos últimos meses e indicou que pode ser necessário subir a taxa básica de juros da economia, atualmente em 6,5% ao ano, nos próximos meses para atingir a meta de inflação fixada para o ano de 2019.

A informação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando a taxa Selic foi mantida estável no menor nível da história pela quarta vez consecutiva. O documento foi divulgado nesta terça-feira (25).

A piora no cenário para a inflação está ligada, entre outros fatores, à disparada do dólar - que tem potencial para gerar pressões inflacionárias no Brasil. Isso porque os produtos, insumos e serviços importados ficam mais caros na medida em que o dólar se valoriza.

Além da moeda norte-americana, a cotação do petróleo também subiu nos últimos meses, pressionando os preços dos combustíveis.

"Os membros do Comitê pontuaram que nos últimos meses as diversas medidas de inflação subjacente se elevaram a partir de níveis julgados baixos, atingindo níveis apropriados – ou seja, de modo geral consistentes com as metas para a inflação", informou o BC.

E acrescentou: "Entretanto, os membros do Comitê reforçaram a importância de acompanhar a evolução da trajetória prospectiva da inflação [previsões] no médio e longo prazos, além da ancoragem das expectativas de inflação, visando avaliar o possível impacto mais perene de choques sobre a inflação [efeitos da alta do dólar sobre os preços]".

Como as decisões são tomadas

A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5% e, para 2019, é de 4,25%.

Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC reduz os juros; quando estão acima da trajtetória esperada, a taxa Selic é elevada.

O ano que vem começa a ganhar força na definição da taxa de juros, pois as decisões do Copom demoram cerca de seis meses para terem impacto pleno na economia.

Estimativas do BC para a inflação

Considerando as previsões do mercado para câmbio e juros nos próximos anos (dólar em R$ 3,83 no fim deste ano e em R$ 3,75 no fechamento de 2019, e aumento dos juros para 8% ao ano no fim do próximo ano), o BC avaliou que não haveria problemas para atingir as metas de inflação. A expectativa do BC para o IPCA, nesse cenário, é de 4,1% para 2018 e de 4% para 2019.

Porém, em um cenário sem aumento de juros, e com câmbio fixo em R$ 4,15 (que vigorou na semana anterior à última reunião do Copom), o Banco Central estimou que a inflação ficaria "em torno de 4,4% para 2018 e 4,5% para 2019".

A projeção do BC mostra que, sem aumento na taxa de juros e com o dólar alto, a inflação ficaria acima da meta central de 4,25% fixada para o ano que vem. Os modelos de inflação do BC sugerem, portanto, que, caso o dólar não recue, poderá ser necessário subir os juros básicos da economia para atingir a meta central de inflação no ano de 2019.

Repasse do dólar para os preços

Entretanto, os integrantes do Copom, colegiado que define o juro básico da economia, também avaliaram que, com exceção de alguns preços administrados (tarifas), o "nível de repasse" da alta do dólar para a inflação tem se mostrado "contido".

"Ponderaram, entretanto, que a intensidade do repasse de movimentos no câmbio para a inflação depende de vários fatores, como, por exemplo, do nível de ociosidade da economia e da ancoragem das expectativas de inflação" informou.

O Copom acrescentou ainda, em sua ata que foi divulgada nesta terça-feira, que "continuará acompanhando diferentes medidas de repasse cambial, inclusive para medidas de inflação subjacente".

BC não informou próximos passos

Apesar de ter avaliado que o cenário de inflação piorou do início de agosto para meados de setembro, entre as duas últimas reuniões do Copom, e ter indicado que pode eventualmente começar a subir os juros, o Banco Central não informou claramente quais serão os próximos passos na definição da taxa Selic.

Essa decisão, portanto, será debatida e tomada somente no próximo encontro do Copom, nos dias 30 e 31 de outubro, ou seja, depois do segundo turno das eleições presidenciais - marcado para 28 de outubro. Em 2014, o BC subiu os juros somente depois das eleições.

Segundo o BC, os integrantes do Copom "voltaram a ressaltar que os próximos passos na condução da política monetária [definição dos juros para atingir as metas de inflação predeterminadas] continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação".

Por fim, o Copom avaliou que "deve pautar sua atuação com foco na evolução das projeções e expectativas de inflação, do seu balanço de riscos e da atividade econômica".

"Choques que produzam ajustes de preços relativos [como a alta do dólar] devem ser combatidos apenas no impacto secundário que poderão ter na inflação prospectiva (na propagação a preços da economia não diretamente afetados pelo choque)", concluiu o BC, na ata do Copom.

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Expectativa de inflação para este ano passou de 4,09% para 4,28%. Previsão de alta do PIB de 2018 recuou de 1,36% para 1,35%. Pesquisa foi divulgada pelo BC nesta segunda (24).

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

24/09/2018

Analistas das instituições financeiras baixaram marginalmente a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e também passaram a prever uma inflação mais alta para 2018 e de 2019.

As expectativas constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o mercado financeiro elevou a estimativa de 4,09% para 4,28% para este ano. Foi a segunda alta seguida do indicador.

Com isso, a expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação, que é de 4,5% neste ano, e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida se o IPCA, a inflação oficial do país, ficar entre 3% e 6% em 2018.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, os economistas das instituições financeiras elevaram sua estimativa de inflação de 4,11% para 4,18%. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

ESTIMATIVAS DO RELATÓRIO FOCUS

PREVISÃO

2018

2019

Produto Interno Bruto (PIB)

1,35%

2,50%

Inflação

4,28%

4,18%

Taxa básica de juros (Selic)

6,50%

8%

Dólar

R$ 3,90

R$ 3,80

Balança comercial (saldo)

US$ 55 bilhões

US$ 47 bilhões

Investimento estrangeiro direto

US$ 67 bilhões

US$ 75,3 bilhões

Fonte: Banco Central

Produto Interno Bruto

Para o PIB deste ano, a previsão do mercado financeiro recuou de 1,36% para 1,35% na semana passada. Essa foi a quinta queda seguida do indicador.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continuou em 2,50%. Os economistas dos bancos também não alteraram a previsão de expansão da economia para 2020 e para 2021 – que continuou em 2,5% para esses anos.

No fim do mês passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB brasileiro cresceu 0,2% no 2º trimestre de 2018, na comparação com os três meses anteriores.

O resultado foi sustentado pelo setor de serviços e pressionado por forte queda da indústria e dos investimentos, reforçando a leitura de perda de ritmo e recuperação ainda mais lenta da economia brasileira.

Outras estimativas

  • Taxa de juros - O mercado manteve estável em 6,50% ao ano a estimativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018 – atual patamar e piso histórico. Para o fim de 2019, a expectativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

  • Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,83 para R$ 3,90 por dólar. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,75 para R$ 3,80 por dólar.

  • Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2018 continuou em US$ 55 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 48 bilhões para US$ 47 bilhões.
  • Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, caiu de US$ 67,5 bilhões para US$ 67 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas permaneceu inalterada em US$ 75,3 bilhões.
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Expectativa de inflação para esse ano passou de 4,17% para 4,16%. Pesquisa foi realizada pelo BC na semana passada e divulgada nesta segunda-feira.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

03/09/2018

Os economistas do mercado financeiro reduziram de 1,47% para 1,44% sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018.

A expectativa consta no mais recente boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continuou em 2,50%. Os economistas dos bancos não alteraram a previsão de expansão da economia para 2019, 2020 e para 2021, que continuou em 2,5% para todos estes anos.

Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB brasileiro cresceu 0,2% no 2º trimestre de 2018, na comparação com os três meses anteriores.

O resultado foi sustentado pelo setor de serviços e pressionado por forte queda da indústria e dos investimentos, reforçando a leitura de perda de ritmo e recuperação ainda mais lenta da economia brasileira.

ESTIMATIVAS DO RELATÓRIO FOCUS

PREVISÃO

2018

2019

Produto Interno Bruto (PIB)

1,44%

2,5%

Inflação

4,16%

4,11%

Taxa básica de juros (Selic)

6,50%

8%

Dólar

R$ 3,80

R$ 3,70

Balança comercial (saldo)

US$ 55 bilhões

US$ 47,1 bilhões

Investimento estrangeiro direto

US$ 67 bilhões

US$ 74 bilhões

Fonte: Banco Central

Inflação

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, os economistas do mercado financeiro reduziram sua estimativa de 4,17% para 4,16% para esse ano.

Com isso, a expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação, que é de 4,5% neste ano, e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida se o IPCA, a inflação oficial do país, ficar entre 3% e 6% em 2018.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, os economistas das instituições financeiras baixaram sua estimativa de inflação de 4,12% para 4,11%. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Outras estimativas

Taxa de juros - O mercado manteve estável em 6,50% ao ano sua estimativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018 – atual patamar e piso histórico. Para o fim de 2019, a expectativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 avançou de R$ 3,75 para R$ 3,80 por dólar. Para o fechamento de 2019, ficou estável em R$ 3,70 por dólar.

Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2018 recuou de US$ 55,7 bilhões para US$ 55 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 49,8 bilhões para US$ 47,1 bilhões.

Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, permaneceu estável em US$ 67 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou inalterada em US$ 74 bilhões.

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Presidente eleito herdará contas em crise e PIB modesto, mas juro básico no piso histórico e inflação comportada. Retomada do crescimento é o desafio e deve ser um dos principais temas da campanha.

Por Alexandro Martello, G1, Brasilia

19/08/2018

As soluções para a economia estarão entre os principais temas dos candidatos a presidente na campanha eleitoral iniciada na última quinta-feira (16). O maior desafio será a retomada do crescimento econômico, ainda em ritmo lento após a crise dos últimos anos.

O G1 compilou os principais indicadores na economia para mostrar o cenário que o novo presidente vai encontrar.

O rombo ainda elevado nas contas públicas é considerado por analistas como o "calcanhar de aquiles" da economia. Outros pontos fracos são o crescimento baixo do Produto Interno Bruto (PIB) e taxas de desemprego relativamente altas.

Ao mesmo tempo, o país tem bons números no setor externo, impulsionado pelo saldo positivo da balança comercial. Também tem reservas internacionais elevadas, que proporcionam proteção para a economia brasileira.

Outros pontos fortes são a taxa básica de juros no patamar mínimo histórico de 6,5% ao ano e uma inflação bem comportada.

Veja detalhes do cenário que o novo presidente deve encontrar na economia:

Contas públicas

Segundo números oficiais, as contas do governo vão registrar, em 2018, o quinto ano consecutivo de déficit. A meta fiscal para este ano é de um déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública) de até R$ 159 bilhões, o que representaria uma piora frente ao patamar de 2017 (-R$ 124 bilhões). Analistas apontam que o déficit fiscal pode ficar abaixo da meta fixada para este ano, em R$ 148 bilhões.

Dívida pública

Com a piora das contas públicas nos últimos anos, a dívida bruta do setor público consolidado (governo, estados, municípios e empresas estatais) apresentou crescimento nos últimos anos. Segundo dados do Banco Central, a dívida bruta atingiu o patamar de R$ 5,165 trilhões em junho, ou 77,2% do PIB, novo recorde histórico. De acordo com o critério utilizado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para comparação internacional – que considera os títulos emitidos pelo Tesouro Nacional na carteira do BC –, esse endividamento estava maior ainda em junho, atingindo 86,5% do PIB, bem acima da média dos países emergentes, de cerca de 50% do PIB.

Produto Interno Bruto

Depois de a economia ter saído da recessão com uma expansão de 1% em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,4% no 1º trimestre de 2018, na 5ª alta seguida na comparação com os três meses anteriores. Esse foi o último resultado oficial divulgado pelo Instituto rasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo assim, a recuperação econômica ainda segue em ritmo considerado lento pelos economistas.

Desemprego

A taxa de desemprego continua relativamente elevada. Somou 12,4% no trimestre encerrado em junho deste ano, o que equivale a 13 milhões de brasileiros desempregados. Embora tenha apresentado queda em relação ao recorde histórico de 13,7%, do primeiro trimestre de 2017, ainda segue bem acima da mínima histórica de 6,2% apurada nos três últimos meses de 2013. A série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem início em 2012.

Contas externas

Nas contas externas, os resultados têm sido positivos devido aos saldos da balança comercial brasileira (exportações menos importações). A conta de transações correntes, formada pela balança comercial, pelos serviços e rendas, vem apresentando déficits menores - que têm sido financiados integralmente pelo ingresso de investimentos estrangeiros diretos nos últimos anos. Além disso, o Brasil possui reservas internacionais de US$ 380 bilhões - que ajudam a conter crises cambiais.

Taxa básica de juros da economia

O país tem atualmente a menor taxa básica de juros da história. Depois de 12 cortes consecutivos, a taxa Selic está, atualmente, em 6,5% ao ano, o menor nível da série do Banco Central, que tem início em 1986. Entretanto, apesar de a Selic estar na mínima histórica, os juros bancários seguem elevados.

Inflação oficial

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2017 em 2,95%, abaixo do piso da meta fixada pelo governo, de 3%. Foi a primeira vez que isso acontece desde que o regime de metas foi implantado no país, em 1999. Em 12 meses até julho (último número), a taxa subiu para 4,48% por conta, principalmente, da influência da inflação de junho (que sofreu os efeitos da greve dos caminhoneiros). Mas os analistas seguem estimando inflação na meta neste ano e no próximo, respectivamente, em 4,15% e em 4,10%.

Dólar

A cotação da moeda norte-americana tem subido nos últimos anos, e disparou recentemente para um patamar próximo de R$ 4 com a corrida eleitoral, com a possibilidade de aumento dos juros nas economias mais maduras, com as tensões comerciais entre Estados Unidos e China e com a crise na Turquia. O dólar mais alto favorece as exportações, tornando-as mais rentáveis (os brasileiros recebem mais pelas vendas externas) mas, ao mesmo tempo, dificultam as viagens ao exterior, que ficam mais caras. A moeda norte-americana valorizada também pode ter impacto inflacionário, pois produtos e insumos importados se tornam mais onerosos.

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Mercado vê inflação abaixo da meta em 2018 e 2019; Selic deve subir para 8% no próximo ano

Neste ano, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%, neste ano. Para 2019, a previsão é 4,25%

 

Infomoney,

 

SÃO PAULO - A estimativa de instituições financeiras para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, este ano permanece em 4,11%. A informação está no boletim Focus, publicado semanalmente pelo Banco Central, com projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Para as instituições financeiras, o IPCA em 2019 será 4,10%, mesma estimativa há sete semanas; 4% em 2020; e 3,93 em 2021.

Essas estimativas estão abaixo da meta que deve ser perseguida pelo BC. Neste ano, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%, neste ano. Para 2019, a previsão é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

De acordo com as instituições financeiras, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano, e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Atividade econômica
A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – permaneceu em 1,5%. A previsão de crescimento do PIB para 2019 se mantém há cinco semanas em 2,5%. As instituições financeiras também projetam crescimento de 2,5% do PIB em 2020 e 2021.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar também permanece em 3,7 no fim deste ano e no fim de 2019. Para 2020, a estimativa cai para R$ 3,69. No final de 2021, a previsão sobe para R$ 3,75.

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Mercado mantem previsão de inflação para 2018 em 4,11% e alta de 1,5% no PIB

Para 2019, expectativa do mercado para o IPCA permaneceu em 4,10% e previsão de expansão da economia seguiu em 2,5%. Estimativas foram divulgadas pelo Banco Central.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

30/07/2018 08h31 Atualizado há menos de 1 minuto

Os economistas do mercado financeiro mantiveram estimativa de inflação para 2018 em 4,11% e previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) desse ano em 1,5%.

As expectativas dos analistas estão no mais recente boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Banco Central. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2018, de 4,11%, continua abaixo da meta de inflação que o Banco Central precisa perseguir neste ano, que é de 4,5% e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida pelo BC se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018.

Para 2019, o mercado financeiro manteve sua expectativa de inflação estável em 4,10%. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Produto Interno Bruto

Além de manter a estimativa de alta do PIB de 2018 em 1,5%, os economistas dos bancos também não alteraram sua previsão de expansão da economia para o próximo ano, que continuou em 2,5%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país.

Taxa de juros

Os analistas do mercado financeiro também mantiveram em 6,50% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018.

Com isso, o mercado estima que a taxa de juros fique estável no atual patamar de 6,50% ao ano na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para esta terça e quarta-feiras (31 e 1º).

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 permaneceu em R$ 3,70 por dólar. Para o fechamento de 2019, ficou estável também em R$ 3,70 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, subiu de US$ 57,5 bilhões para US$ 58 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 49,3 bilhões para US$ 49,15 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, ficou estável em US$ 67,5 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas caiu de US$ 80 bilhões para US$ 70 bilhões. 

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Analistas do mercado financeiro reduzem previsão de inflação para 2018, informa BC

Dados estão no relatório “Focus” do Banco Central. Estimativa de inflação para este ano caiu de 4,15% para 4,11%. Previsão de crescimento do PIB foi mantida em 1,50%.

Por Laís Lis, G1, Brasília

23/07/2018 08h40 Atualizado há menos de 1 minuto

Analistas do mercado financeiro reduziram pela segunda semana seguida a estimativa de inflação para este ano de 4,15% para 4,11%. As informações estão no informe de mercado, também conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central.

Já com relação ao Produto Interno Bruto (PIB), os analistas mantiveram em 1,50% a previsão de crescimento para este ano.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em seu último Relatório de Inflação, o BC reduziu a previsão oficial de crescimento da economia em 2018 de 2,6% para 1,6%.

Na sexta-feira (20), o governo também revisou a previsão de crescimento do PIB de 2018 de 2,5% para 1,6%. Assim, o mercado financeiro segue menos otimista que o governo com relação a previsão de crescimento da economia para este ano.

Na semana passada, os economistas de mercado ouvidos pelo BC não alteraram suas previsões de inflação e PIB para os próximos dois anos.

Para 2019, a previsão de inflação em 4,11% e a previsão de crescimento do PIB em 2,50%. Para 2020 o mercado estima uma inflação de 4% e manteve em 2,50% a previsão de crescimento da economia.

Já para 2021, os economistas reduziam a previsão da inflação de 4% para 3,95%, mas mantiveram a previsão de crescimento do PIB em 2,50%.

Taxa de juros

Os analistas do mercado financeiro também mantiveram, pela oitava semana seguida, em 6,50% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018.

Isso quer dizer que o mercado estima que a taxa de juros fique estável no atual patamar de 6,50% ao ano até o fechamento de 2018.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Com isso, os analistas preveem alta dos juros no ano que vem.

Já para 2020 e 2021 a previsão é de manutenção da taxa em 8% ao ano.

Câmbio, balança e investimentos

Os analistas ouvidos pelo relatório Focus também não mexeram na projeção da taxa de câmbio para o fim de 2018, que ficou estável em R$ 3,70 por dólar.

Para o fechamento de 2019, a previsão para o dólar subiu de R$ 3,68 para R$ 3,70. Já a previsão do dólar para o fechamento de 2020 subiu de R$ 3,64 para R$ 3,67. Para o fechamento de 2021 passou de R$ 3,70 para R$ 3,71 por dólar.

Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, os analistas estimaram uma leve redução na previsão de superávit de US$ 57,81 bilhões para US$ 57,50 bilhões.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado ficou estável em US$ 49,3 bilhões de superávit.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, caiu de US$ 70 bilhões para US$ 67,50 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas caiu de US$ 74,65 bilhões para US$ 70 bilhões.

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Mercado volta a derrubar projeções para PIB e elevar inflação para 2018, mostra BC

18 jun, 2018 08h41, Infomoney.

SÃO PAULO - Os economistas semanalmente consultados pelo Banco Central voltaram a rever para baixo suas projeções para o desempenho da economia brasileira em 2018. Segundo a mais recente edição do relatório Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira (18), a mediana das estimativas para o PIB (Produto Interno Bruto) recuou de alta de 1,94% para 1,76% no período. Para o ano seguinte, também houve revisão, de 2,80% para 2,70%.

Segundo a sondagem entre os economistas de mercado, a mediana das projeções para a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), também foi alterada na última semana. Agora, as expectativas são de que o índice acumule alta de 3,88% no ano, 6 pontos percentuais a mais do que projeções anteriores. Para o ano seguinte, a revisão foi de 3 pontos percentuais para cima, para 4,10%. As projeções para a taxa básica de juros, por sua vez, foram mantidas em 6,50% em 2018 e 8% no ano seguinte.

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