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Mercado volta a derrubar projeções para PIB e elevar inflação para 2018, mostra BC

18 jun, 2018 08h41, Infomoney.

SÃO PAULO - Os economistas semanalmente consultados pelo Banco Central voltaram a rever para baixo suas projeções para o desempenho da economia brasileira em 2018. Segundo a mais recente edição do relatório Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira (18), a mediana das estimativas para o PIB (Produto Interno Bruto) recuou de alta de 1,94% para 1,76% no período. Para o ano seguinte, também houve revisão, de 2,80% para 2,70%.

Segundo a sondagem entre os economistas de mercado, a mediana das projeções para a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), também foi alterada na última semana. Agora, as expectativas são de que o índice acumule alta de 3,88% no ano, 6 pontos percentuais a mais do que projeções anteriores. Para o ano seguinte, a revisão foi de 3 pontos percentuais para cima, para 4,10%. As projeções para a taxa básica de juros, por sua vez, foram mantidas em 6,50% em 2018 e 8% no ano seguinte.

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Economistas do mercado preveem mais inflação e alta menor do PIB em 2018

Relatório do Banco Central aponta que previsão do mercado financeiro para a inflação deste ano passou de 3,60% para 3,65%, e a de alta do PIB recuou de 2,37% para 2,18% em 2018.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

04/06/2018 08h29 Atualizado há menos de 1 minuto

Os analistas do mercado financeiro elevaram sua estimativa de inflação para 2018 e passaram a prever uma alta menor do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.

As expectativas estão no mais recente relatório de mercado, também conhecido como Relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Banco Central.

O relatório é resultado de levantamento efetuado na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

A expectativa do mercado para a inflação em 2018 avançou de 3,60%, na semana retrasada, para 3,65% na última semana.

O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5% e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema – a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%.

Para 2019, o mercado financeiro elevou sua expectativa de inflação de 4% para 4,01%. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

A estimativa para a Selic em 2019 continuou em 8% ao ano. Desse modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

PIB

Para o resultado do PIB em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 2,37% para 2,18%.

Foi a quinta queda seguida do indicador. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país.

A revisão ocorre após a greve dos caminhoneiros, que teve impacto em vários setores da economia brasileira. A paralisação provocou desabastecimento em várias áreas e deve prejudicar o crescimento do país no segundo trimestre, avaliam economistas ouvidos pelo G1.

Taxa de juros

Os analistas do mercado financeiro também mantiveram em 6,50% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018.

Com isso, o mercado estima que a taxa de juros fique estável no atual patamar de 6,50% ao ano até o fechamento deste ano.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,48 para R$ 3,50 por dólar. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,47 para R$ 3,50 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, caiu de US$ 57,15 bilhões para US$ 57 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 49,80 bilhões para US$ 49,30 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, permaneceu em US$ 75 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em US$ 80 bilhões.

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Mercado vê recuperação mais lenta e projeções apontam para PIB 'frustrante' no 1º trimestre

Resultado oficial será divulgado na quarta-feira (30) pelo IBGE. Analistas revisaram estimativas para baixo e projetam alta entre 0,1% e 0,5%.

Por Darlan Alvarenga, G1

28/05/2018 06h00 Atualizado há 30 minutos

Os indicadores de atividade econômica dos primeiros meses do ano decepcionaram, apontando para uma recuperação mais lenta do que o esperado. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) passaram a ser revisadas seguidamente para baixo, e o próprio governo reduziu de 2,97% para 2,5% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2018.

Levantamento do G1 com 10 bancos, consultorias e institutos aponta para uma alta entre 0,1% e 0,5% do PIB no 1º trimestre, na comparação com o 4º trimestre, o que sugere uma perda de fôlego da economia neste início de ano, em meio ao elevado desemprego e incerteza política, que têm afetando a confiança e o consumo.

Apesar da surpresa provocada pelo resultado do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, espécie de "prévia" do PIB, que apontou retração de 0,13% no 1º trimestre, a maioria do mercado ainda aposta em PIB acima de zero nos 3 primeiros meses de 2018.

Os números oficiais do PIB do primeiro trimestre serão divulgados nesta quarta-feira (30).

Para 2018, o mercado baixou previsão de alta do PIB para 2018 de 2,50% para 2,37%, segundo pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira (28).

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2017, o PIB teve uma alta de 1%, após dois anos consecutivos de retração. A variação trimestre a trimestre no ano passado foi de 1,3%, 0,6%, 0,2% e 0,1%, do primeiro para o quarto trimestre, respectivamente.

O que mais decepcionou

A economista Alessandra Ribeiro, da Tendências, trabalha com a estimativa de alta de 0,2% do PIB no 1º trimestre. Segundo ela, a perda de velocidade da atividade econômica fica mais explícita na projeção de alta de 1% estimada para a comparação anual, ante o avanço de 2,1% observado no último trimestre de 2017.

"O menor crescimento esperado está calcado, sobretudo, na redução do consumo das famílias, o que interromperia a sequência de quatro altas consecutivas. Tal projeção está associada à desaceleração na trajetória de crescimento da massa de rendimentos, influenciada, principalmente, pelo menor ritmo de geração de vagas no mercado de trabalho, apesar da ampliação da concessão de crédito às pessoas físicas", afirma.

A economista Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro/Ibre, da FGV, reduziu a projeção para o PIB do 1º trimestre, de alta de 0,3% para 0,2%. Para a analista, "a maior frustação" foi em serviços e na construção civil. "Já estava ruim e não melhorou no primeiro trimestre. Continuou contraindo", destaca.

O Ibre/FGV estima queda de 0,5% no PIB da indústria, alta de 0,2% em serviços e avanço de 1,6% na agropecuária.

A Tendência, por sua vez, projeta PIB negativo para indústria (-0,2%) e serviços (-0,3%), e alta de 1,3% da agropecuária.

"A frustração quanto ao ritmo de crescimento esperado coloca viés de baixa para expectativa do ano", afirma Ribeiro, que aguarda a divulgação dos números do IBGE para revisar novamente as projeções da consultoria para o PIB em 2018.

As projeções apontam também para uma perda do ritmo de recuperação dos investimentos, que seguem em patamares críticos. A Tendência estima alta de 0,4%, ante avanço de 2% no trimestre anterior. Para o Ibre/FGV, a estimativa é mais baixa, de 0,2%.

"A sensação, que vai ficar mais claro com o resultado do PIB, é que a perda de ímpeto da atividade foi um tanto quanto generalizada. Isso é reflexo da recuperação lenta do consumo das famílias e dos investimentos, que apesar da queda expressiva da taxa Selic, ainda não reagiram como o esperado", afirma Luiz Castelli, economista da consultoria GO Associados

Entre os principais fatores que ajudam a explicar o ritmo mais fraco da economia, os economistas citam as incertezas políticas e falta de avanço das reformas, o cenário externo menos favorável, o custo do crédito ainda alto mesmo com a queda forte da taxa básica de juros e, sobretudo, o alto desemprego e os 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados.

O economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, destaca que o número de brasileiros ocupados aumentou, mas com características que não sugerem recuperação consistente. Ele cita quatro motivos para isso:

  1. A ocupação tem crescido nas atividades por conta própria e nas atividades informais.
  2. A contratação com carteira assinada continua caindo.
  3. O rendimento da ocupação que está crescendo é mais baixo do que o da que está caindo.
  4. Os indicadores sugerem que as empresas não estão convencidas de que devem contratar.

"A soma de tudo, adicionada ao excesso de capacidade quase que generalizado, explica o fraco desempenho do investimento, mesmo com taxas de juros reais bastante baixas para nossos padrões", 

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Mercado vê alta menor do PIB e inflação mais alta em 2018

Previsão de analistas para a alta do PIB recuou de 2,51% para 2,50%. Na semana passada, indicador do BC apontou que economia encolheu 0,13% no primeiro trimestre.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

21/05/2018 08h28 Atualizado há menos de 1 minuto

O mercado financeiro reduziu, de 2,51% para 2,50%, sua estimativa para o crescimento da economia em 2018.

A previsão está no mais recente relatório de mercado, também conhecido como Focus, divulgado nesta segunda-feira (21 pelo Banco Central. Foi a terceira queda seguida no indicador.

Para produzir o Focus, o BC ouve mais de 100 instituições financeiras. O documento é divulgado normalmente às segundas e aponta as estimativas do mercado financeiro na semana anterior à sua divulgação.

Portanto, a previsão dos economistas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2018 era de 2,51% na semana retrasada e foi reduzida para 2,50% na semana passada.

PIB do primeiro trimestre

A revisão ocorre após o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), uma espécie de "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado pelo Banco Central na semana passada, apontar que a economia registrou retração de 0,13% no primeitro trimestre deste ano.

O recuo de 0,13% entre janeiro e março deste ano foi verificado na comparação com o quarto trimestre de 2017 (outubro a dezembro). O número foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes de um ano.

O IBC-BR é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do PIB, que é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números oficiais do PIB do primeiro trimestre serão divulgados no dia 30 de maio.

Inflação e juros

A expectativa do mercado para a inflação em 2018 avançou de 3,45%, na semana retrasa, para 3,50% na semana passada.

O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. Entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%.

As metas de inflação são fixadas todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-las, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Os analistas do mercado mantiveram em 6,25% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2018. Na semana passada, o BC contrariou as expectativas do mercado e manteve a taxa em 6,50% ao ano.

A decisão do Banco Central de mater os juros estáveis, após 12 cortes seguidos, ocorre em meio à disparada da cotação do dólar, que deve encarecer os produtos importados e, consequentemente, pressionar a inflação para cima.

Para 2019, o mercado financeiro subiu sua expectativa de inflação de 4% para 4,01%. A meta central do próximo ano é de 4,25% e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%. Já a estimativa para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,40 para R$ 3,43 por dólar. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,40 para R$ 3,45 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, subiu de US$ 55,6 bilhões para US$ 56,1 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit cresceu de US$ 46 bilhões para US$ 47,6 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, permaneceu em US$ 75 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em US$ 80 bilhões.

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Apesar de alta do dólar, mercado prevê que Copom fará novo corte nos juros, para 6,25% ao ano

Recente valorização do dólar encarece produtos e serviços importados e pode pressionar os preços no Brasil. Se novo corte for confirmado, Selic atingirá nova mínima histórica.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

16/05/2018 05h00 Atualizado há 4 horas

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve promover, nesta quarta-feira (16), um novo corte no juro básico da economia, a Selic, de 6,5% ao ano para 6,25% ao ano, de acordo com aposta que é quase consenso entre os analistas do mercado financeiro.

A previsão dos economistas no novo corte ocorre apesar da disparada do dólar nas últimas semanas, que pode pressionar a inflação no Brasil (leia mais abaixo neste texto).

Se a estimativa se confirmar, a taxa Selic atingirá novo piso da série histórica do Banco Central, que tem início em 1986. A decisão será anunciada após as 18h desta quarta.

Além de apostar na nova redução, o mercado também prevê que deve ser a última do atual ciclo, que começou em outubro de 2016. Nesse período, o Copom promoveu 12 cortes seguidos na Selic, em um cenário de recuperação lenta da atividade econômica que tem resultado em inflação bem comportada.

O mercado financeiro avalia ainda que os juros devem permanecer em 6,25% ao ano até o fim de 2018. Para o fim de 2019, porém, a estimativa dos economistas para os juros básicos está em 8% ao ano. Ou seja, a expectativa é de alta nos juros no ano que vem.

Alta do dólar e decisões do Copom

A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5%.

Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC reduz os juros - é o que vem acontecendo nos últimos meses. Para 2018, o mercado estima um IPCA de 3,45%.

A recente alta do dólar, porém, tem potencial para gerar pressões inflacionárias no Brasil. Isso porque os produtos, insumos e serviços importados ficam mais caros conforme a moeda norte-americana se valoriza.

Se a inflação está alta e foge da meta ou as estimativas indicam isso, o BC tende a elevar a Selic. A expectativa é que os juros cobrados pelos bancos também subam e que isso leve as pessoas a consumir menos, o que normalmente gera queda da inflação (além de afetar a economia e gerar desemprego).

O professor da Universidade de São Paulo (USP) Heron do Carmo, especialista em inflação, observou que, apesar da recente alta do dólar, há números que indicam que a inflação deve continuar baixa no Brasil, o que justifica a aposta do mercado no novo corte da Selic.

Carmo apontou que a inflação em 12 meses até abril ficou em 2,76%, bem abaixo do piso da meta de inflação do Banco Central para este ano, que é de 3%. Além disso, avaliou ele, a recuperação da economia brasileira, que também poderia pressionar a alta dos preços, ocorre de maneira "muito lenta", e o chamado repasse da alta do dólar para a inflação é pequeno.

"Atualmente, em uma conta grosseira, 100% de alta do dólar deve dar menos de 5% de inflação. E também precisa ver se esse movimento [de valorização] do dólar se mantém", disse Carmo.

O professor da USP lembrou que o próprio Banco Central tem instrumentos para tentar conter a alta da moeda norte-americana, como os contratos de "swap cambial" - que funcionam como uma venda de moeda no mercado futuro, com reflexos no mercado à vista -, além de leilões de linha (venda de dólar no mercado, com compromisso de recompra).

Por fim, Carmo observou que o IPCA, índice utilizado no sistema de metas de inflação brasileiro, é menos sensível ao dólar.

"No IPCA, a participação maior é de serviços. E temos um desemprego muito grande na economia brasileira", concluiu ele.

Rendimento da poupança

Se confirmado o novo recuo da Selic nesta quarta, o rendimento da poupança também deverá cair a partir desta quinta-feira (17).

Isso porque a regra atual, em vigor desde maio de 2012, prevê corte nos rendimentos da poupança sempre que a Selic estiver abaixo de 8,5%.

Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a um percentual equivalente a 70% da Selic, mais a Taxa Referencial, calculada pelo BC. A norma vale apenas para depósitos feitos a partir de 4 de maio de 2012.

A medida visa evitar que a poupança fique mais atrativa que os demais investimentos, cujos rendimentos caem junto com a Selic. Sem o redutor, a poupança passaria a atrair recursos de grandes poupadores, que deixariam de comprar títulos públicos.

Se o juro básico da economia recuar para 6,25% ao ano, a partir desta quinta a correção da poupança passará a ser de 70% desse valor - o equivalente a 4,375% ao ano, mais Taxa Referencial.

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Analistas do mercado reduzem estimativa de inflação e de alta do PIB em 2018

Expectativa de inflação do mercado passou de 3,49% para 3,45% neste ano, e previsão de alta do PIB recuou de 2,70% para 2,51% em 2018.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

14/05/2018 08h29 Atualizado há menos de 1 minuto

Os economistas do mercado financeiro reduziram sua estimativa de inflação para este ano e para o próximo, e também baixaram fortemente sua previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018.

As expectativas estão no relatório de mercado, também conhecido como "Focus", feito com base em pesquisa da semana passada feita pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (14).

A expectativa do mercado para a inflação em 2018 recuou de 3,49% para 3,45% na semana passada.

O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. Entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, o mercado financeiro baixou sua expectativa de inflação inalterada de 4,03% para 4%. A meta central do próximo ano é de 4,25% e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

PIB e taxa de juros

Para o resultado do PIB em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 2,70% para 2,51%. Foi a segunda queda seguida do indicador. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país.

Os analistas do mercado mantiveram em 6,25% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, nesta semana - quando se reúne o Comitê de Política Monetária (Copom). O encontro acontece nesta terça e quarta-feiras (15 e 16 de maio). Atualmente, a taxa está em 6,50% ao ano.

A previsão do mercado é de que, depois dessa queda, a taxa permaneça estável em 6,25% ao ano até o fim de 2018. Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,37 para R$ 3,40 por dólar. Para o fechamento de 2019, ficou estável em R$ 3,40 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, subiu de US$ 55 bilhões para US$ 55,6 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit permaneceu em US$ 46 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, permaneceu em US$ 75 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em US$ 80 bilhões.

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Mercado financeiro reduz estimativa de crescimento do PIB em 2018

Expectativa dos analistas dos bancos de alta do PIB passou de 2,75% para 2,70% em 2018. Para a inflação deste ano, previsão ficou estável em 3,49%.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

07/05/2018 08h28 Atualizado há 30 minutos

Os economistas do mercado financeiro reduziram a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e mantiveram estáveis as estimativas para a inflação em 2018 e 2019.

As expectativas estão no relatório de mercado, também conhecido como "Focus", feito com base em pesquisa da semana passada feita pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (7).

Para o resultado do PIB em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 2,75% para 2,70%. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país.

Inflação

A expectativa do mercado para a inflação em 2018 ficou estável em 3,49% na semana passada.

O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. Entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, o mercado financeiro manteve sua expectativa de inflação inalterada em 4,03%. A meta central do próximo ano é de 4,25% e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Taxa de juros

Os analistas do mercado mantiveram em 6,25% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018. Atualmente, a taxa está em 6,5% ao ano.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,35 para R$ 3,37 por dólar. Para o fechamento de 2019, ficou estável em R$ 3,40 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, caiu de US$ 56,1 bilhões para US$ 55 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit subiu de US$ 45 bilhões para US$ 46 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, permaneceu em US$ 75 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em US$ 80 bilhões.

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Ascensão de Barbosa chama a atenção do mercado e liga alerta na campanha de Bolsonaro

O nome do ex-ministro do STF ainda é visto como uma incógnita e seu nome em alta aumentou convites para que ele fale em embaixadas, corretoras e universidades

23 abr, 2018 08h33, Infomoney

SÃO PAULO -  A possível candidatura de Joaquim Barbosa pelo PSB e a sua força nas pesquisas aguçou a curiosidade de diversos setores, inclusive do mercado financeiro, aponta a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.

O ex-presidente do STF contou a integrantes do PSB que recebeu convites para falar em embaixadas, corretoras e universidades. 

Vale destacar que o seu nome ainda é visto como uma incógnita para os investidores, apesar dos jornais dos últimos dias destacarem que o ex-ministro do STF mescla ideias de cunho liberal, mas sem esquecer das pautas sociais. O provável candidato pelo PSB defende que um governo deve trabalhar com reformas estruturais, privatizações e a livre concorrência, ao mesmo tempo em que deve trabalhar pela redução de desigualdades e pela preservação de garantias fundamentais dos cidadãos.

Desta forma, com seu nome ganhando forças, os investidores ficarão de olho nos próximos sinais que ele deve dar. Neste sentido, vale destacar pesquisa divulgada pelo Poder360, que mostra Jair Bolsonaro e Joaquim Barbosa liderando os dois cenários estimulados de primeiro turno, enquanto no segundo turno Bolsonaro derrotaria Geraldo Alckmin e Barbosa venceria Bolsonaro. O ex-presidente do Supremo registra 37% contra 32% do deputado. 

Neste cenário, a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, destaca: apesar das pesquisas ainda não mostrarem Barbosa tirando votos de Bolsonaro, a equipe do deputado está em alerta.

Com Barbosa, Bolsonaro perde o monopólio do discurso do candidato limpo e defensor do combate à corrupção, um dos pilares de sua candidatura. Bolsonaro, que responde a uma denúncia por racismo no STF, também se preocupação com o voto do eleitorado negro, aponta a coluna.

De qualquer forma, a expectativa é de que Barbosa adie o máximo a decisão oficial sobre a sua candidatura, mas não sem monitorar de perto as pesquisas e o seu potencial de votos. 

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Mercado sobe previsão de inflação e prevê alta menor do PIB em 2018

Expectativa dos analistas dos bancos para inflação deste ano subiu de 3,48% para 3,49%. Para o PIB, estimativa de alta passou de 2,76% para 2,75%.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

23/04/2018 08h30 Atualizado há 30 minutos

Os analistas do mercado financeiro elevaram a estimativa para a inflação deste ano e também reduziram a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018.

As previsões estão no relatório de mercado, também conhecido como "Focus", feito com base em pesquisa da semana passada feita pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (23).

A expectativa do mercado para a inflação em 2018 passou de 3,48% para 3,49% na semana passada. Com isso, foi interrompida uma sequência de onze quedas seguidas.

O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta central que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. Entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, o mercado financeiro baixou sua expectativa de inflação de 4,07% para 4%. A meta central do próximo ano é de 4,25% e o intervalo de tolerência do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

PIB e juros

Para o resultado do PIB em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 2,76% para 2,75%. Foi a quarta queda seguida do indicador. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país.

Os analistas do mercado mantiveram em 6,25% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018. Atualmente, a taxa está em 6,5% ao ano.

A redução na expectativa do mercado veio após o próprio Banco Central ter indicado que pode continuar reduzindo a taxa básica de juros nos próximos meses.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,30 para R$ 3,33 por dólar. Para o fechamento de 2019, avançou de 3,39 para R$ 3,40 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, caiu de US$ 55,8 bilhões para US$ 55 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 46 bilhões para US$ 45,33 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, recuou de US$ 80 bilhões para US$ 77,5 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em US$ 80 bilhões.

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"Prévia do PIB" acelera em fevereiro e fica levemente acima da expectativa do mercado

IBC-Br registrou crescimento de 0,09% na passagem de janeiro para fevereiro, enquanto analistas projetavam avanço de 0,03%

Infomoney, 16 abr, 2018 08h32

SÃO PAULO - O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) na série com com ajuste sazonal registrou avanço de 0,09% na passagem de janeiro de fevereiro de 2018, recuperando-se da queda de 0,65% registrada no primeiro mês do ano, como também ficando acima da expectativa do mercado, que apontava alta de 0,03% na comparação mensal.

Em comparação com fevereiro do ano passado, o indicador, que é mais conhecido como uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) oficial, apontou crescimento de 0,66%, enquanto os analistas de mercado esperavam por um avanço de 0,80%. Vale lembrar que na comparação entre os meses de janeiro de 2018 e 2017 houve alta de 2,97%.

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