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Após tombo em maio, produção industrial tem alta de 13,1% em junho, aponta IBGE

Esta foi a maior alta da série histórica, iniciada em 2002. Em maio, sob impacto da greve dos caminhoneiros, indústria registrou queda de 11%.

Por G1

02/08/2018 09h01 Atualizado há menos de 1 minuto

A indústria brasileira avançou 13,1% em junho frente a maio, na série com ajuste sazonal, eliminando as perdas provocadas pela greve dos caminhoneiros no mês anterior, divulgou nesta quinta-feira (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esta foi a maior alta da série histórica, iniciada em 2002, destacou o IBGE.

Em maio, a indústria tinha registrado um tombo de dois dígitos na comparação com abril, a maior queda desde dezembro de 2008. O IBGE revisou o resultado de maio, de uma queda de 10,9% para um tombo de 11%.

Na comparação com com junho de 2017, a indústria cresceu 3,5% em junho de 2018. No acumulado em 12 meses, a alta é de 3,2%, ante 3% no acumulado em 12 meses até maio, indicando retomada da trajetória de recuperação do setor.

No acumulado do ano, a produção industrial tem alta de 2,3%. No fechamento do 2º trimestre, o avanço é de 1,7%.

Dos 26 ramos industriais pesquisados, apenas 4 não registraram avanço da produção na passagem de maio para junho: coque e derivados de petróleo, produtos darmacêuticos, impressão e repordução de gravações e equipamentos de transporte.

Perspectivas

Pesquisa divulgada na véspera pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que o faturamento da indústria e as horas trabalhadas na produção, assim como o emprego industrial, registraram crescimento no 1º semestre de 2018, algo que não acontecia há quatro anos nesse período. A entidade destacou, entretanto, que ritmo de crescimento ainda não compensou perdas com recessão dos últimos anos.

Com a recuperação da economia em ritmo mais lento que o esperado, desemprego ainda elevado e confiança dos empresários ainda baixa diante das incertezas em relação às eleições, a expectativa dos analistas é de uma trajetória de crescimento gradual e moderado da indústrial.

Pesquisa Focus mais recente do Banco Central, que ouve cerca de uma centena de economistas todas as semanas, mostrou que as expectativas para o crescimento da economia para este ano estão em 1,50%, metade do que era esperado alguns meses antes. O próprio governo federal reduziu recentemente sua previsão de crescimento do PIB neste ano de 2,5% para 1,6%. Até maio, estava em 2,97%.

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Produção da indústria cai em 8 dos 15 locais em fevereiro, diz IBGE

Recuperação da indústria segue em ritmo lento. Maiores quedas foram registradas no Pará (-10,9%), Amazonas (-5,9%) e Mato Grosso (-4,4%).

Por G1, São Paulo

11/04/2018 09h07 Atualizado há menos de 1 minuto

A produção industrial caiu em 8 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de janeiro para fevereiro, apesar de ter registrado crescimento na média total no país, divulgou o órgão nesta quata-feira (11).

As maiores quedas foram registradas no Pará (-10,9%), no Amazonas (-5,9%) e no Mato Grosso (-4,4%). A produção também recuoi nas indústrias de Minas Gerais (-2,8%), Espírito Santo (-1,1%), Ceará (-0,7%), São Paulo (-0,5%) e Rio Grande do Sul (-0,1%).

A produção da indústria brasileira cresceu 0,2% em fevereiro frente a janeiro, na série com ajuste sazonal. O resultado de fevereiro veio abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado (1,2%) e ficou longe de recuperar o recuo de 2,2% registrado em janeiro, refletindo a retomada ainda lenta da economia.

Seis dos 15 locais pesquisados registraram alta em fevereiro. Os melhores resultados foram verificados no Paraná (3,3%), na Região Nordeste (2,6%), em Pernambuco (1,3%), e Rio de Janeiro (1,2%). Santa Catarina (0,9%) e Bahia (0,9%) também registraram taxas positivas. Já a produção industrial em Goiás ficou estável.

Indústria do Amazonas cresce 16,2% na comparação anual

Na comparação com fevereiro de 2017, o setor industrial cresceu 2,8% em fevereiro de 2018, com resultados positivos em 9 dos quinze locais pesquisados. O destaque foi a indústria do Amazonas, que cresceu 16,2% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2017, alavancada pela fabricação de eletrônicos como televisores, computadores pessoais portáteis e celulares.

A proximidade da Copa do Mundo de futebol estimulou a alta na produção dos televisores neste início de ano, em especial no Amazonas, que tem na Zona Franca de Manaus um incentivo para essa linha.

"A indústria de informática é a que costuma puxar esse estado, mas desta vez os destaques foram as TVs, que já demonstraram crescimento em janeiro. Os demais setores tiveram comportamento dentro da média", explica o analista da pesquisa, Bernardo Almeida, que ressaltou que o Amazonas responde por 3% da Indústria do país.

No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 3%, a maior desde junho de 2011 (3,6%), com crescimento em 12 dos 15 locais pesquisados.

No acumulado nos dois primeiros meses do ano, a produção nacional cresceu 4,3%, frente ao mesmo período de 2017, com alta em 10 dos 15 locais pesquisados.

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Produção industrial cresce em 12 dos 15 locais pesquisados em 2017, diz IBGE
O resultado do ano passado é o melhor desde 2010.

Por G1
08/02/2018 09h03 Atualizado há menos de 1 minuto
Doze dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registraram alta na produção industrial em 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado do ano passado é o melhor desde que todos os 14 locais pesquisados em 2010 (Mato Grosso foi incluído somente em 2013) tiveram alta, em ano que a produção industrial cresceu 10,2%.
Em 2016, 14 locais ficaram no negativo e somente um registrou aumento na atividade, com queda de 6,4% no índice nacional.
Os 12 locais com alta em 2017 foram:
• Pará (10,1%)
• Santa Catarina (4,5%)
• Paraná (4,4%)
• Rio de Janeiro (4,2%)
• Mato Grosso (3,9%)
• Amazonas (3,7%)
• Goiás (3,7%)
• São Paulo (3,4%)
• Ceará (2,2%)
• Espírito Santo (1,7%)
• Minas Gerais (1,5%)
• Rio Grande do Sul (0,1%)
Os três locais com queda foram:
• Bahia (-1,7%)
• Região Nordeste (-0,5%)
• Pernambuco (-0,9%)

Considerando o conjunto do país, a indústria brasileira fechou 2017 em alta de 2,5% - melhor resultado desde 2010, quando a produção industrial havia avançado 10,2%. Em dezembro, o setor registrou alta de 2,8% em relação a novembro - a maior desde junho de 2013, quando chegou a 3,5%.

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Os baixos preços das commodities, destacou a Moody's, provocou uma deterioração dos fluxos de caixa das petroleiras

17h37 | 04-01-2016

SÃO PAULO - Os investimentos globais em exploração e produção de petróleo deverão cair pelo menos de 20 a 25 por cento em 2016, ano em que o excedente global permanecerá pressionando os preços da commodity, projetou a agência de classificação de risco Moody's em um relatório nesta segunda-feira.
"O excesso de oferta continuará a empurrar para baixo os preços das commodities em 2016 nos mercados globais de petróleo e de gás natural no mercado norte-americano", disse o diretor-executivo da Moody's, Steven Wood.
O executivo ressaltou ainda que a potencial retirada de sanções contra o Irã poderá trazer uma oferta ainda maior ao mercado neste ano, compensando eventuais declínios esperados na produção dos Estados Unidos.
Os baixos preços das commodities, destacou a Moody's, provocou uma deterioração dos fluxos de caixa das petroleiras.
Na avaliação da agência, mesmo as empresas com alto grau de investimento terão que lutar contra a queda da flexibilidade financeira e contra um aumento da alavancagem.
"Como resultado da deterioração dos fluxos de caixa e com os investidores de crédito cada vez mais evitando o setor de energia, as petroleiras estatais da América Latina enfrentarão elevado risco de refinanciamento", disse Nymia Almeida, alta executiva do setor de crédito da Moody's.


 

Por:Reuters

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