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Mercado reduz novamente previsão de crescimento do PIB para 2018

Analistas do mercado também elevaram pela oitava semana consecutiva previsão de inflação para 2018, que agora está em 4,17%.

Por Laís Lis, G1, Brasília

09/07/2018 08h55 Atualizado há menos de 1 minuto

Os analistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e elevaram a previsão de inflação para 2018.

No mais recente relatório de mercado, também conhecido como "Focus", divulgado nesta segunda-feira (9) pelo Banco Central, os economistas reduziram a previsão de crescimento da economia deste ano de 1,55% para 1,53%.

No relatório divulgado na semana passada, os analistas haviam mantido estável a previsão de crescimento do PIB.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em seu último Relatório de Inflação, o BC reduziu sua previsão oficial de crescimento da economia em 2018 de 2,6% para 1,6%.

Inflação

Pela oitava semana consecutiva os analistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação para 2018, passando de de 4,03% para 4,17%.

Para 2019 os economistas mantiveram a previsão de inflação em 4,1% e em 4% para 2020 e 2021.

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Mercado vê inflação menor e reduz previsão para alta do PIB em 2018

Previsão dos analistas dos bancos para inflação deste ano caiu de 3,54% para 3,53%. Para o PIB, estimativa de alta passou de 2,84% para 2,80%.

Por Alexandro Martello, G1, Brasília

09/04/2018 08h29 Atualizado há menos de 1 minuto

Os analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central baixaram a previsão para a inflação e para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018.

Esses economistas, de mais de 100 instituições financeiras, foram ouvidos pelo BC na semana passada. O resultado dessa pesquisa foi divulgado nesta segunda-feira (9) dentro do relatório de mercado, também conhecido como "Focus".

O relatório é disponibilizado pelo Banco Central todas as segundas e tem sempre como base a previsão dos analistas colhida da semana anterior.

Inflação

A previsão do mercado para a inflação em 2018, que na semana retrasada era de 3,54%, na semana passada ficou ficou em 3,53%. Foi a décima queda seguida no indicador.

O percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta central que o Banco Central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. Entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo BC se o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar entre 3% e 6%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2019, porém, o mercado financeiro subiu sua expectativa de inflação de 4,08% para 4,09%. Mesmo assim, a estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%).

PIB e juros

Para o resultado do PIB em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 2,84% para 2,80%. Para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país.

Os analistas do mercado mantiveram em 6,25% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018. Atualmente, a taxa está em 6,5% ao ano.

A redução na expectativa do mercado veio após o próprio Banco Central ter indicado que pode continuar reduzindo a taxa básica de juros nos próximos meses.

Para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a Selic continuou em 8% ao ano. Deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

Câmbio, balança e investimentos

Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em R$ 3,30 por dólar. Para o fechamento de 2019, caiu de R$ 3,40 para R$ 3,39 por dólar.

A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, continuou em US$ 55 bilhões de resultado positivo.

Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit permaneceu estável ao redor de US$ 45 bilhões.

A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, permaneceu em US$ 80 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em US$ 80 bilhões.

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BNDES amplia prazo de financiamentos em infraestrutura a até 34 anos e reduz spreads

Mudanças dão continuidade a medidas anunciadas em janeiro, quando entrou em vigor a TLP no lugar da TJLP.

 

Por Reuters

06/03/2018 16h11 Atualizado há 16 horas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta terça-feira (6) a ampliação do prazo total dos financiamentos de projetos de infraestrutura, que poderão chegar a até 34 anos, redução dos spreads (diferença entre o que os bancos pagam para captar dinheiro e o que ganham ao emprestar) e aumento da participação máxima do banco nos financiamentos.

As mudanças dão continuidade a medidas anunciadas em janeiro, quando entrou em vigor a Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituiu a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) como taxa básica das operações do banco.

Os spreads - taxa de remuneração do banco - cairão para 0,9% ao ano, ante 1,7%, nos financiamentos em áreas consideradas prioritárias, que são segurança pública, inovação, meio ambiente, energia solar, saneamento, tratamento de resíduos sólidos e qualificação profissional. Nos demais casos, os spreads podem chegar a até a 2,1%, com faixas intermediárias de 1,3 e 1,7%.

O banco de fomento também anunciou que passará a calcular o percentual máximo de participação dos financiamentos com base no investimento total dos projetos, e não apenas em cima de itens financiáveis.

No caso de micro, pequenas e médias empresas, a participação do BNDES pode ser de até 100% em todas a linhas de financiamento. Para as grandes empresas, a participação máxima é de 80% para projetos de setores considerados prioritários e de 60% nos demais casos, disse o banco em comunicado.

O prazo total, incluindo carência e amortização, dos financiamentos nos projetos de ferrovias, rodovias, hidrovias e mobilidade urbana foram estendidos a até 34 anos. Para projetos em energias alternativas, portos, aeroportos, exportação e desenvolvimento regional, o prazo máximo total chega a 24 anos.

Para projetos de educação, saúde, segurança e telecomunicações, o prazo é de até 20 anos. E para capital de giro, o prazo máximo é de 5 anos.

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